Na disputa do atual provedor do HM contra a AAHM, quem deve deixar o Hospital?

quarta-feira, 17 de junho de 2015

A um Ano da Campanha, Teófilo ainda não Conseguiu Cumprir Promessas Eleitorais

A, praticamente, um ano do início da campanha eleitoral em que será candidato à reeleição, Teófilo Torres (PSDB), ainda não cumpriu o eixo dorsal de suas promessas de campanhas de 2012, que se baseou em três pontos básicos: o retorno da isenção da taxa mínima de água do DAE, o funcionamento do pretenso Hospital Santa Madalena e a enxurrada de recursos do Governo de Minas que, supostamente, seriam remetidas aos cofres monlevadenses por meio da grande e fabulosa articulação política do pai do prefeito, Mauri Torres, junto aos tucanos da esfera estadual.       .   
Teófilo não pôde reeditar a isenção da taxa mínima porque o nome disso é Renúncia de Receita, algo proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
Teófilo não pôde colocar o absurdo Hospital Santa Madalena Moreira  para funcionar porque Monlevade não comporta dois hospitais e mal esta dando conta do Margarida. Donde se conclui, mais uma vez, que a adaptação do prédio da antiga rodoviária num pretenso hospital de 100 leitos, ao custo de 22 milhões de reais, foi o maior atentado já realizado contra o sistema da saúde pública monlevadense.
E a enxurrada de recursos não veio porque, além da falta de projetos para angariar recursos junto ao estado, também houve outro fator que não foi combinado com o eleitor: os tucanos perderam o governo de Minas.  
Em suma, só promessa impossível de ser cumprida, seja sob o ponto de vista legal, financeiro ou político.
Em João Monlevade, já houve ex-prefeito que se consagrou caricatura por não ter cumprido nem 5% de um audacioso e amplo plano de governo. Teófilo encontra-se no mesmo caminho. Com a grande diferença que não conseguiu cumprir nenhuma das três promessas centrais de seu enxuto plano de governo.