Na disputa do atual provedor do HM contra a AAHM, quem deve deixar o Hospital?

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Moreira no Margarida


É preciso que a comunidade acompanhe de muito perto o que vem ocorrendo no Hospital Margarida. Esse desmonte apressado e nebuloso da diretoria do Margarida após a derrota tucana no governo de Minas pode aprofundar ainda mais a crise já instalada.
Recentemente, ventilou-se a possibilidade de Carlos Moreira assumir a gerência do Hospital. Não passou de episódio engendrado pelo próprio Moreira para tentar atrair os holofotes da mídia para si, em mais uma de suas manobras autopromocionais de quem se encontra com o nome muito desgastado. Rejeição grande Moreira também tem dos médicos, a quem o ex-prefeito definiu de “máfia de branco”.  Moreira não tem a menor possibilidade de assumir o comando do Hospital porque ele se encontra com os direitos políticos suspensos e, portanto, não pode gerir recursos públicos. Além do mais, nas dezenas de ações por improbidade administrativa que coleciona, Moreira já foi condenado a estar impedido de contratar com a administração pública, direta ou indiretamente.    
Ainda mais, em passado recente, Moreira já demonstrou sua incapacidade para gerir a Saúde Pública Monlevadense, porquanto é o pai do pretenso Hospital Santa Madalena, improvisado e inacabado no prédio da Antiga Rodoviária, ao dispêndio de 22 milhões de reais de recursos públicos. Fosse o Brasil um país sério Moreira estava na cadeia!
Essa história de que ocupantes de cargos comissionados do governo tucano derrotado, procedentes da GRS de Itabira, serão remanejados para o Margarida é, igualmente, preocupante, pois demonstra que o Hospital se manterá como cabide de emprego e palanque tucano, coisa que tem feito Louis Ensch se debater em seu túmulo, no Cemitério Histórico de Monlevade.       

É preciso agora que toda a comunidade abrace o Hospital de Louis Ensch. É preciso que as entidades organizadas tenham sua voz dentro de tão importante Casa.