terça-feira, 13 de junho de 2017

Provedor às Avessas: Evaporador de Recursos



Uma rápida consulta ao dicionário revela que “provedor” é, sobretudo, aquele que provê, ou seja, aquele obtém ou angaria recursos a fim prover algo dos insumos básicos para seu funcionamento.
Tudo o que o atual provedor do Hospital Margarida não é. Apesar da intensa e dispendiosa campanha publicitária iniciada pelo atual provedor, recentemente, e das matérias pagas divulgadas em determinados blogs, a verdade é que José Roberto Fernandes vem se consagrando como um verdadeiro provedor à avessas.
Ao contrário de estreitar as parcerias com a AAHM, entidade sem fins lucrativos, que na última década mais recursos arrecadou e reverteu para o HM, José Roberto Fernandes pediu para o DAE suspender o convenio que permitia à associação receber doações por meio do pagamento da conta de água, despejou a AAHM de sua sala administrativa no Hospital e a descredenciou de realizar o tradicional Bingo. Assim, José Roberto diminuiu em muito a capacidade de arrecadação de recursos da AAHM. Resultado: a AAHM se viu forçada a também diminuir, substancialmente, a transferência de bens e serviços para o HM. Em outras palavras, José Roberto agiu de modo a diminuir recursos para o hospital. Atuou como provedor à avessas. 
Não satisfeito, o atual provedor, com já dito, descredenciou a AAHM da realização do Bingo do Hospital, outra importante e tradicional fonte de recursos do Hospital Margarida, e resolveu contratar uma empreiteira de engenharia civil para realizar o evento, ao custo de 40 mil reais. O Bingo, então foi cancelado pela Justiça, a pedido de Ministério Público, ao fundamento de que a contratação de José Roberto retirava o caráter filantrópico do evento. Passados 6 meses da data prevista para realização do Bingo, José Roberto ainda não devolveu o valor arrecadado com a venda das cartelas, orçado em 1 milhão de reais, nem esclarece onde foi parar tanto dinheiro. Desta feita, José Roberto agiu como provedor às avessas 3 vezes. A primeira, quando deixou de realizar o Bingo pela AAHM, que nunca cobrara para tal, e contratou uma empreiteira, ao custo de 40 mil reais. Criou despesa desnecessária. A segunda, quando efetivou uma contratação ilícita que causou o cancelamento do Bingo, fazendo com que o Hospital deixasse de arrecadar 1 milhão de reais com evento, recursos que já deveriam estar disponíveis desde janeiro. Só em relação ao Bingo, pode-se creditar a José Roberto menos 1 milhão em recursos para o Hospital. A terceira foi quando, através de todas as suas ações, fez o tradicional Bingo figurar nas páginas policiais dos jornais, caindo em descrédito e fragilizando importante fonte de recursos do Hospital. Você compraria uma cartela do Bingo, depois de José Roberto Fernandes? Veja que, muito diferentemente do que é divulgado em matérias pagas e afins, as ações de José Roberto invariavelmente redundam em diminuição de recursos para o Hospital Margarida e descrédito para tão importante instituição monlevadense. 
Por fim, ainda sobre o Bingo do Hospital, José Roberto também tem se notabilizado como evaporador de recursos, porque até o momento não dá conta do paradeiro dos 1 milhão de reais das cartelas do Bingo, não diz se então numa conta bancária, se então aplicados rendendo juros. Os recursos, simplesmente, evaporam!