sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Bastieri: Limpa Trilhos Político
Ontem, 23 de fevereiro, mal havia circulado a edição do Jornal Bom Dia, trazendo a matéria, na qual o principal expoente do PT monlevadense em Brasília, Gleber Naime, sinalizara sobre a necessidade de ruptura entre o Partido dos trabalhadores e governo, o vice-prefeito Wilson Bastieri, sob o efeito de uma espécie de automatismo que tem lhe sido peculiar nesses casos, se alvoroçou mais uma vez na defesa cega e anti-petista do prefeito Gustavo Prandini, emitindo nota pública de desagravo, com se fosse um verdadeiro limpa trilhos político.
Com todo o respeito que se deve reservar à figura da vice-chefia do Executivo, está claro para todos que Bastieri não fala em nome do PT. Por força estatutária, a voz petista somente pode ser ouvida por meio de seu Diretório ou através de sua presidência.
A réplica do vice-prefeito apenas demonstrou sua falta de sintonia para com seu partido, haja vista existir sim, dentro do PT monlevadense, um forte e crescente antagonismo em relação ao governo Prandini, motivado, justamente, pelas razões informadas pelo próprio Gleber Naime. Coisa que não teria acontecido, caso o vice-prefeito tivesse assumisse o seu papel de interlocutor de seu partido junto ao governo. Alias, a situação não teria chegado a esse ponto, se o vice-prefeito, no mínimo freqüentasse, rotineiramente, as reuniões ordinárias do partido, como faz todo petista interessado, ao contrário de somente comparecer quando é, praticamente, convocado para tal.
Causou-me enorme repulsa a capacidade demonstrada pelo vice-prefeito, em sua malfadada réplica, de dividir o Partido dos Trabalhadores, citando apenas o nome de companheiros que, por mérito, ocupam cargos no governo, ao passo que omitiu o nome de vários outros, que apesar de não estarem empregados na Prefeitura, são petistas da mais alta relevância partidária, como Dr. Laércio, Dr. Rosangela, Neto, Belmar, Dulcinéia, Norberto, Gilliard, Elizeu e vários outros filiados e militantes.Será que o único papel que o vice-prefeito enxerga para o PT é o de ocupar cargos no governo? Empreguismo? Bastieri, líder é quem agrega e governo é quem participa das tomadas de decisão.
Por fim, gostaria de citar e comentar o último parágrafo da desafortunada e inoportuna réplica do vice-prefeito:
“O prefeito Gustavo Prandini vem cumprindo TODOS os compromissos firmados com o Partido dos Trabalhadores desde o período pré-eleitoral e reafirmo: O PT É GOVERNO EM JOÃO MONLEVADE”.
Pois bem, como replicou o vice-prefeito, durante o período pré-eleitoral, compromissos foram firmados entre o PT e o então candidato Gustavo Prandini. Inclusive, como se sabe, foi confeccionado e assinado um documento, concretizando a aliança partidária. Documento este que nunca foi exibido dentro do Partido dos Trabalhadores . Ora, Bastieri, exiba este documento para apreciação do Diretório. Aí, sim poderemos dizer se o PT os considera cumpridos ou não.
Com todo o respeito que se deve reservar à figura da vice-chefia do Executivo, está claro para todos que Bastieri não fala em nome do PT. Por força estatutária, a voz petista somente pode ser ouvida por meio de seu Diretório ou através de sua presidência.
A réplica do vice-prefeito apenas demonstrou sua falta de sintonia para com seu partido, haja vista existir sim, dentro do PT monlevadense, um forte e crescente antagonismo em relação ao governo Prandini, motivado, justamente, pelas razões informadas pelo próprio Gleber Naime. Coisa que não teria acontecido, caso o vice-prefeito tivesse assumisse o seu papel de interlocutor de seu partido junto ao governo. Alias, a situação não teria chegado a esse ponto, se o vice-prefeito, no mínimo freqüentasse, rotineiramente, as reuniões ordinárias do partido, como faz todo petista interessado, ao contrário de somente comparecer quando é, praticamente, convocado para tal.
Causou-me enorme repulsa a capacidade demonstrada pelo vice-prefeito, em sua malfadada réplica, de dividir o Partido dos Trabalhadores, citando apenas o nome de companheiros que, por mérito, ocupam cargos no governo, ao passo que omitiu o nome de vários outros, que apesar de não estarem empregados na Prefeitura, são petistas da mais alta relevância partidária, como Dr. Laércio, Dr. Rosangela, Neto, Belmar, Dulcinéia, Norberto, Gilliard, Elizeu e vários outros filiados e militantes.Será que o único papel que o vice-prefeito enxerga para o PT é o de ocupar cargos no governo? Empreguismo? Bastieri, líder é quem agrega e governo é quem participa das tomadas de decisão.
Por fim, gostaria de citar e comentar o último parágrafo da desafortunada e inoportuna réplica do vice-prefeito:
“O prefeito Gustavo Prandini vem cumprindo TODOS os compromissos firmados com o Partido dos Trabalhadores desde o período pré-eleitoral e reafirmo: O PT É GOVERNO EM JOÃO MONLEVADE”.
Pois bem, como replicou o vice-prefeito, durante o período pré-eleitoral, compromissos foram firmados entre o PT e o então candidato Gustavo Prandini. Inclusive, como se sabe, foi confeccionado e assinado um documento, concretizando a aliança partidária. Documento este que nunca foi exibido dentro do Partido dos Trabalhadores . Ora, Bastieri, exiba este documento para apreciação do Diretório. Aí, sim poderemos dizer se o PT os considera cumpridos ou não.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Pastor na Câmara. Desta Vez, Martin Luther King
PT Governo?
Política é via de mão dupla. Significa dizer que um sistema político só pode funcionar, satisfatoriamente, mediante a dialética e a interação, que devem existir entre seus atores, sejam eles partidos, governo, a base de sustentação dentro e fora Câmara e etc. E no regime democrático, a dialética política funcionará, invariavelmente, como a graxa que lubrificará as engrenagens da máquina administrativa e a cola que manterá a coesão entre os atores políticos, que dentro da interatividade política, poderão ser chamados de governo. Assim, só se pode dizer que determinado ator político é governo, a partir do momento em que ele se insere nesta dialética, nesta via de mão dupla, interagindo ativamente, nas tomadas de decisões político-administrativas. Ou seja, ser governo não é apenas ter cargos numa administração e sim ser, no mínimo, ouvido no momento de se tomar as decisões relevantes da gestão pública. Dizer que o Partido dos Trabalhadores é governo porque possui cargos na administração é uma falácia sem tamanho. Enquanto não apresentarem a ata da reunião em que conste que o PT foi ouvido ou participou de deliberação de tomada de decisão político-administrativa da gestão Prandini, não há que se falar que o partido é governo. Governar é tomar ou participar das decisões.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Trânsito
Em audiência pública realizada, recentemente, na Câmara de Vereadores, o chefe do SETTRAN, José Eustáquio Campos, afirmou que a principal causa da situação caótica verificada no trânsito monevadense, além de outros fatores, é a falta de educação dos condutores. O fato é que o motorista monlevadense tem deixado de lado o conceito de que o trânsito deve ser, essencialmente, coletivo, passando a enxergar nada mais que o próprio umbigo, ao pegar o volante. O que se tem visto nas ruas e avenidas do Município, é que, na maioria das vezes, a comodidade individual tem superado e muito a necessidade coletiva de trafegar, resultando sempre no embaraço viário. São condutores que estacionam em local proibido, afunilando a rua, porque lhes parece incomodo caminhar um quarteirão. São motoristas que estacionam mal, ocupado o espaço de duas vagas, porque estão com pressa. É o cidadão que pára o carro no meio da rua, sem a menor cerimônia, para bater papo com o compadre. A novíssima moda é avançar o sinal vermelho do semáforo. A justificativa deve ser a pressa, como sempre. Inacreditavelmente, para muitos parece mais razoável arrisca-se numa provável situação de acidente do que esperar alguns minutos pelo sinal verde. Sem dúvida, falta educação e consciência no trânsito. Vamos levar o trânsito para a Escola?
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Entressafra da Cana Afeta a Produção de Rapadura
Nas rodinhas políticas de João Monlevade, muito se comenta sobre o arrefecimento do Blog Rapadura do Jornalista Márcio Passos. Sob o ponto de vista político, tem muita gente apreensiva com a falta da garapa. Espero que este período de entressafra se encerre logo.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Pastor Carlinhos: o Presidente da Câmara que Prandini pediu a Deus
Tenho tentado não escrever sobre o Pastor. Mas, confesso que não tem sido fácil. O fato é que o vereador Pastor Carlinhos tem se saído o presidente da Câmara que Prandini pediu a Deus. O nobre edil tem atraído para si toda sorte de polêmica que, até então, era reservada apenas à ampla capacidade do governo Pradini no mesmo sentido. Assim, para alívio do prefeito, os holofotes que, antes, apontavam para a Prefeitura, agora, estão voltados para o Legislativo monlevadense. Ontem, em sessão ordinária, o vereador Robertinho do DVO questionou o Pastor Carlinhos sobre a remoção do Crucifixo que guarnecia o Plenário da Câmara. Na ocasião, o Pastor justificou, dizendo que fez o que a Constituição da República determinava. O presidente da Câmara vai me desculpar, mas a Constituição não entra neste mérito específico. O que faz a Constituição é estabelecer o Estado Laico, assim como também institui o regime Democrático. O que não significa que o Estado deve se colocar numa posição antagônica frente a religião e sim, dentro dos ditames plurais da democracia, deve aceitar e tolerar qualquer religião que se apresente. É a chamada liberdade de culto e de crença. De tal modo que, a laicidade do Estado não pode se expressar na eliminação de símbolos religiosos, mas sim na tolerância dos mesmos. Além do mais, a linha de raciocínio defendida pelo edil pastor pode também ser usada para sustentar a tese de que o Estado laico não admitiria um vereador ou qualquer outro membro de Poder, que fosse um religioso, tal qual um pastor, um padre, um sacerdote e etc. Não tenho idade suficiente para dar conselhos ao presidente da Câmara, mas, Pastor Carlinhos...devagar com o andor que o santo é de barro.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Vaidade de Máquinas Danifica Piso da Praça do Povo

Todos se lembram daquelas cinco máquinas, duas pás carregadeiras e três retro-escavadeiras, adquiridas pela Prefeitura e que serão pagas pelo próximo prefeito. Difícil se esquecer delas, pois o governo prandini as colocou em exposição durante um dia inteiro na Praça do Povo. Pois é, passado hoje pela praça, percebi que a administração realizava no local uma obra de reparo e reconstituição de seu piso, que se encontrava muito danificado, justamente, onde aquelas pesadas máquinas haviam sido colocadas para exibição. Então pensei: será que o piso foi danificado pelo excesso de peso das máquinas de Prandini(5,8 toneladas para as retro-escavadeiras e 13,8 toneladas para as pás carregadeiras)? Foi o que me confirmou um dos trabalhadores da obra: “o piso aqui não agüenta peso”. É o preço que o povo paga pela inconseqüência da exibição vazia e desesperada.
Obras de recomposição do piso da Praça do Povo
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Luto
Perdemos mais um amigo nesta maldita rodovia da morte. Rapaz moço, de apenas 34 anos, empreendedor, formado em administração, Marcos André Cota, o Marcão, como era conhecido, carinhosamente, pelos amigos, perdeu a vida, ontem, numa daquelas curvas fratricidas da BR 381. Poucos dias antes, ele havia estado em meu escritório, me dizendo o quanto era bom ser pai. A visão daquele jovem obstinado e batalhador num caixão foi uma das mais incompreensíveis e angustiantes experiências que já vivenciei. 381, até quando?
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Ronaldo se Aposenta
No país, em que o futebol é colocado para as massas com o mesmo fim das Arenas de Gladiadores romanas e onde muitos jogadores de bola recebem, por mês, o salário que um professor não receberá, ao longo de toda sua vida, o fenômeno Ronaldo anuncia sua aposentadoria, para a desgosto geral da nação Corintiana. E a nação brasileira, como fica diante de tudo isso? Como sempre ficou: acreditando que a vitória da seleção ou do time de coração é muito mais importante do que temas que refletem, diretamente, na qualidade de vida de seus cidadãos, como educação, cidadania, política, informação e etc.
PS: Adoro futebol. Sou atleticano roxo. Mas, tudo tem limite.
PS: Adoro futebol. Sou atleticano roxo. Mas, tudo tem limite.
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