Entrevista ao Al Jazeera
Há 4 semanas
* Opinião, Política, Cultura, História das Minas, Filosofia e tudo mais que der na caixola.
O 'tempo fechou' na tarde de ontem, 16, na Câmara Municipal de João Monlevade. Uma discussão sobre a segurança de alunos na Escola Municipal Israel Pinheiro (Emip) terminou em bate-boca entre vereadores e, por pouco, os parlamentares Djalma Bastos (PSD) e Belmar Diniz (PT) não se agrediram mutuamente. Problemas estruturais na Emip têm gerado preocupação entre estudantes e pais de alunos. Recentemente, placas de concreto se desprenderam na escola e chegou a atingir uma aluna. Preocupada com a segurança do filho, uma mãe de estudante esteve no gabinete do vereador Thiago Titó (PMDB) para pedir ajuda. O vereador Belmar Diniz foi convidado para contribuir na discussão. Por acaso, o secretário de Obras, Júlio Leite, e o vereador Djalma Bastos participavam de outra reunião e ambos foram convidados para participar do assunto. No decorrer da conversa, Júlio teria informado que o prédio da Emip não apresenta problemas estruturais que comprometam a segurança de alunos. Belmar Diniz teria sugerido documentar a informação já que o secretário de obras é engenheiro civil. Mas a proposta do petista soou como ofensa na avaliação de Djalma Bastos que é líder do prefeito Teófilo Torres (PSDB), no Legislativo. Na avaliação de Djalma a palavra do secretário seria suficiente. Bate-boca e muita gritaria com troca de ofensas entre Belmar e Djalma tomaram conta da discussão, já que o petista teria declarado não acreditar em palavra de secretários e até do prefeito de Monlevade. A confusão reuniu funcionários do Legislativo e depois de algum tempo o petista abandonou a 'briga'. Insatisfeito, Djalma tentou render a polêmica no gabinete de Belmar e nova confusão foi armada. Segundo testemunhas, móveis chegaram a ser arrastados e papeis voaram para todos os lados. A confusão só terminou com intervenção de vereadores e funcionários. Na avaliação de Djalma a palavra do secretário seria suficiente. Bate-boca e muita gritaria com troca de ofensas entre Belmar e Djalma tomaram conta da discussão, já que o petista teria declarado não acreditar em palavra de secretários e até do prefeito de Monlevade. A confusão reuniu funcionários do Legislativo e depois de algum tempo o petista abandonou a 'briga'. Insatisfeito, Djalma tentou render a polêmica no gabinete de Belmar e nova confusão foi armada. Segundo testemunhas, móveis chegaram a ser arrastados e papeis voaram para todos os lados. A confusão só terminou com intervenção de vereadores e funcionários.