quarta-feira, 11 de julho de 2018

Cinco meses não foram suficientes para o provedor




Passados quase cinco meses da denúncia sobre os repasses de milhões de reais em recursos públicos da saúde para o Hospital Margarida através de CNPJ baixado de uma filial extinta da Associação São Vicente de Paulo (ASVP), o provedor da casa de saúde, José Roberto Fernandes, ainda não apresentou os extratos bancários da ASVP que pudessem confirmar que o caso se tratou de mero erro material na lavratura das movimentações de empenho, como alegado e também não comprovado pelo governo da prefeita entreposta Simone Carvalho/Moreira. 
O provedor também não explicou porque houve a necessidade administrativa de se criar uma filial da ASVP em 2004 nem porque durante 3 anos ela conviveu ao lado da matriz ou porque ela foi extinta em 2007, tudo durante o governo Carlos Moreira, de quem o provedor José Roberto Fernandes é braço direto. 
Como está tudo devidamente contabilizado em conta bancária da ASVP, por que o provedor não apresenta os extratos bancários correspondentes? Será que 05 meses não foram suficientes para tal? Ou de fato, a ASVP não tem como comprovar a regularidade dos repasses?