terça-feira, 29 de novembro de 2011

A Dívida Prandinista e Muito Menos

Pode-se dizer que esta monstruosa, descontrolada e crescente dívida do Município, que, hoje, está estimada na assustadora casa dos 20 milhões de reais, ou seja, mais de 15% do orçamento anual da Prefeitura, já possui um nome: a Herança do Governo Prandini.
Além das tristes e absurdas lembranças que permanecerão no imaginário popular por muitos anos, Prandini vai deixar também um dívida que, certamente, repercutirá uma década à frente, impondo sacrifícios que, de uma forma ou de outra, serão sentidos por todos.
Não há como negar, o próximo prefeito vai ter que cortar na própria carne. Por exemplo: investimentos que deveriam ser realizados, normalmente, nos mais diversos setores da administração pública, como na Educação, na Saúde, no Dae, na Cultura, no Trabalho Social, no Hospital Margarida e etc terão que ser, parcialmente, cancelados e alguns até mesmo anulados, numa forma de se economizar para a Prefeitura conseguir pagar a dívida deixada por Prandini.
Serão menos leitos no PA, menos vagas nas escolas, menos ruas calçadas, menos limpeza urbana, menos abastecimento de água, menos redes de esgoto e muito menos, para todos nós pagarmos a conta deixada por Prandini. É o que Gustavo Henrique Prandini de Assis vai deixar para o futuro de João Monlevade.
E o tamanho do sacrifício vai depender de como os cidadãos de bem desta cidade e suas instituições, notadamente, a Câmara de Vereadores, vão responder à irresponsabilidade de um prefeito e de sua equipe, que gastam, desenfreadamente, ninguém sabe com o que.
Ou o (a) leitor(a) acha que o gabinete prandinista, por livre e espontânea vontada, vai passar a enxugar a máquina e cortar gastos? Em ano de eleição? O governo não tem outra coisa em mãos para usar na tentativa de reeleição de Prandini que não seja a máquina pública. E em assim sendo, a tendência é de aumento de gasto, ou seja, de aumento da dívida.


4 comentários:

  1. A solução é o fechamento do PA municipal e unificação do serviço no Hospital Margarida com uma economia de 600 mil por mês. Só nao enxerga quem não tem olhos para ver.senão não for uma economia parecida,a vaca vai pro brejo.Isso já foi dito lá na Câmara e ninguém deu ouvidos.
    E vamos subindo a montanha......

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  2. Na verdade, não acho que o fechamento do PA vai trazer economia para a cidade. O modelo não é fechar o PA. Unificar a urgência é importante e necessário, mas precisa ser costurada uma colcha de retalhos para se viabilizar isto.
    Não se pode fazer política pública de saúde sem viabilizar um modelo financeiro. E sequer entender a capilaridade da rede.
    E vamos subindo a montanha (desta vez sou eu mesmo!)

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  3. PREFEITO CORREU DO PAU DE NOVO. NÃO FOI NA AUDIENCIA DE TRANSPARENCIA. TÁ COM MEDO DE TER QUE RESPONDER DE QTO É A DIVIDA DA CIDADE.

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  4. Eu sabia q ele não ia ir na audiência da transparência !!!

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