sexta-feira, 19 de novembro de 2010

CTI

O Editorial do Jornal A Notícia trouxe, hoje, um interessante texto sobre a garantia de recursos para o funcionamento do CTI do Hospital Margarida. Tratando-se de um CTI regional, que atenderá a vários municípios vizinhos, nada mais razoável e justo que o CISMEPI participe deste novo desafio de mantê-lo em funcionamento. Outra que também deve ser chamada a colaborar é a ArcelorMittal. A exemplo de outras siderúrgicas inclinadas à responsabilidade social, tal qual a USIMINAS, que, em Ipatinga, mantém duas unidades do famoso e conceituado Hospital Márcio Cunha, a ArcelorMittal também pode e deve ajudar. Afinal, a Usina tem que ter em mente que não só a população da região, mas também os seus funcionários e, até mesmo os do alto escalão, serão potenciais beneficiados e, portanto, poderão ter suas vidas salvas pelo CTI. E digo isso também para a elite monlevadense. Em caso de infarto agudo do miocárdio, por exemplo, o helicóptero da UNIMED deve levar, no mínimo, uns 30 minutos, entre o acionamento e a remoção do paciente para o CTI mais próximo, em Belo Horizonte. E aí, já era: infarto agudo não espera 30 minutos. Assim, pensar na viabilidade do CTI é pensar vida do chefe e do empregado da Usina, do empresário da cidade, do cidadão comum, do amigo, do filho e até mesmo na própria vida. Todos serão potenciais pacientes do CTI.