terça-feira, 9 de agosto de 2011

O PT na Dança de Cadeiras

Diante do “pé na bunda” geral que acaba de promover, não seria de surpreender caso Prandini preenchesse duas ou três vagas nos altos escalões de seu governo com nomes petistas. Afinal, tem sido esta a estratégia adotada pelo gabinete prandinista em relação ao PT, desde o início: tentar amarrar o partido em troca de empregos na Prefeitura. O pior é que rumores dão conta que estes petistas devem vir de Ipatinga, assim como já ocorreu na Assessoria de Governo, que hoje está ocupada pelo psicólogo Tadeu Figueiredo. É esperar pra ver.

4 comentários:

  1. Doutor fernando se o prandini que diz que é daqui num cunhece nada daqui como que vai ficá se vie mais 3 de Ipatinga?

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  2. Caro doutor. Não sou Prandinista, nem Moreirista, nem Tourrista nem petista, nem verdista ou qualquer outro ista. Sou somente um observador da política e dos políticos desta cidade. Fico às vezes chocado com o nível com que as indiferenças políticas são tratadas nesta terra. Usar um palavreado de tão baixo nível para se expressar, chega a ser ridículo. Uma personalidade da cidade já havia usado essa mesma frase em outro blog, mas agora eu leio do blog de vossa pessoa. É lamentável sabendo que vossa senhoria possui um titulo de doutor, e creio eu conhece todas as palavras cabíveis para expressar um ato tão comum do poder executivo que é o de exonerar funcionários públicos. Como diz o velho dito. Da boca só sai àquilo que o coração está cheio. Espero que não fique aborrecido com este feedback.é só um alerta de um observador que assiste a tudo que acontece na política de João Monlevade sem compromisso com esse ou aquele grupo.

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  4. Caro amigo, particularmente, acho de extrema grosseria a redução de palavrões à termo. Apesar de verbalizá-los, as vezes, nunca os escrevo. Ao contrário do que diz, não possuo título de doutor, pois, infelizmente, nunca me dediquei ao doutorado. “Doutor”, no meu caso, não passa de uma formalidade destinada ao rito dos Tribunais. Costumo dizer até que doutor está no céu. Quanto à bunda, deixo Drummond falar por mim:

    A BUNDA, QUE ENGRAÇADA

    A bunda, que engraçada.
    Está sempre sorrindo, nunca é trágica
    Não lhe importa o que vai
    pela frente do corpo. A bunda basta-se.
    Existe algo mais? Talvez os seios.
    Ora - murmura a bunda - esses garotos
    ainda lhes falta muito que estudar.
    A bunda são duas luas gêmeas
    em rotundo meneio. Anda por si
    na cadência mimosa, no milagre
    de ser duas em uma, plenamente.
    A bunda se diverte
    por conta própria. E ama.
    Na cama agita-se. Montanhas
    avolumam-se, descem. Ondas batendo
    numa praia infinita.
    Lá vai sorrindo a bunda. Vai feliz
    na carícia de ser e balançar.
    Esferas harmoniosas sobre o caos.
    A bunda é a bunda,
    redunda

    Quisera eu que este blog fosse tão ridículo como esta poesia de Drummond.
    Obrigado pela visita e pelo comentário.

    Fernando F. Garcia

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