Na disputa do atual provedor do HM contra a AAHM, quem deve deixar o Hospital?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

A Semana de Enfermagem no Oportunismo Prandinista

A edição de maio do boletim interno da Prefeitura trouxe um artigo que causou indignação entre os enfermeiros do sistema municipal de saúde.
De acordo com a matéria, intitulada “Semana do Enfermeiro tem confraternização e palestra”, como parte das comemorações pela semana do enfermeiro, a Secretaria Municipal de Saúde teria realizado uma confraternização composta por um café da tarde e distribuição de brindes, entre os profissionais da área.
Ocorre que, segundo informou uma servidora, que, considerando do histórico de perseguição do atual governo não terá sua identidade revelada, toda a confraternização foi realizada graças ao apoio da comunidade, de comerciantes, de médicos e dos próprios enfermeiros, que se desdobraram na realização do evento, apesar do pouco caso da Prefeitura.
Num governo oportunista que quase nada faz, tornou-se praxe a usurpação do mérito pelas realizações pontuais de algumas almas obstinadas, que, mesmo diante de toda a adversidade prandinista, conseguem materializar o apreço por sua profissão e pela cidade em geral em feitos de relevância comunitária.
Foi assim com o Centro Esportivo dos irmãos Meyers, com a 7ª colocação do Município no ranking da educação nacional e se a Usina não tivesse paralisado suas obras de expansão, ainda teríamos que ouvir Prandini se gabando: “meu governo foi o grande responsável pela duplicação da ArcelorMittal!”

terça-feira, 29 de maio de 2012

Os Vereadores e o Anexo

O vereador Zezinho Despachante afirmou na última reunião ordinária do Legislativo local que “a população está muito preocupada com o dinheiro que será investido no anexo da Câmara, mas a mesma não se preocupa com a situação de endividamento a qual o município se encontra.”
Ora, se o parlamentar se referia ao grupo “Transparência Monlevade”, ele se enganou.
Uma das justificativas que embasam o movimento contra a construção do famigerado anexo da Câmara é, justamente, o fato de o Município estar mergulhado numa monstruosa dívida.
O bom senso orienta que em momentos de crise nas finanças públicas, as palavras de ordem devem ser “redução dos gastos”, principalmente, dos gastos desnecessários, com luxos extravagantes que não atingem o bem comum, como o é o caso do anexo-castelo do pastor Carlinhos e de suas excentricidades adjacentes, como o elevador panorâmico, cuja operação e manutenção ninguém sabe quanto custará aos cofres públicos.
Neste momento de grande endividamento público, além de legislar e de fiscalizar o Executivo, a Câmara também deveria assumir o seu papel intrínseco de zeladora do erário, economizando e cortando o gasto de tudo quanto fosse supérfluo, a começar pelo desafortunado anexo. Afinal, João Monlevade é apenas uma e, em assim sendo, todos deveriam cortar da própria carne para que a saúde financeira do Município seja restabelecida, principalmente, a Câmara que, neste particular, não vem fiscalizando o Executivo a contento e, portanto, tem sua grande parcela de responsabilidade neste processo.
Diante do monstruoso endividamento que atinge o Município, os vereadores deveriam, efetivamente, trabalhar no sentido de um expressivo corte de gastos no orçamento da Câmara, ao invés de tentarem desviar a atenção da opinião pública para uma situação para qual eles próprios concorreram e que será agravada com a construção do anexo do pastor-vereador.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Railton e Laércio Conversam sobre as Próximas Eleições

A pedido do Partido dos Trabalhadores, o ex-vereador e segundo-colocado nas eleições majoritárias de 2008, o médico Dr. Railton Frankin (PDT), e o ex-prefeito de João Monlevade, o também médico Dr. Laércio Ribeiro (PT), se reuniram, ontem, para conversar sobre o cenário político atual, com enfoque nas eleições municipais que se aproximam.
Num clima respeitoso e de muita cordialidade, Dr Laércio relembrou a identidade em comum que ambos os partidos, PDT e PT, compartilham na história política do Município e destacou a forte aliança que existia entre as duas agremiações partidárias, quando de seu governo.
Dr. Railton, por sua vez, agradeceu a iniciativa petista, esclarecendo que, neste momento de indefinição no quadro político local, está aberto ao diálogo com os demais atores políticos municipais e que a hipótese de manutenção da aliança entre o PDT e o grupo que o apoiou nas eleições passadas não está descartada.
Uma nova reunião entre PDT e PT deve ser agendada para os próximos dias.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Cidade-Pólo do Descaso Prandinista

Uma das principais preocupações de um município que se firma como cidade-pólo no comércio e na prestação de serviços é garantir e facilitar o acesso viário, entre seu território e os demais municípios da região. Infelizmente, não é o que acontece em João Monlevade.
No início deste ano, o grande e constante volume de chuvas que se precipitou sobre a geografia monlevadense resultou em inúmeros estragos, em diversos bairros da cidade.
No Bairro Jacuí, por exemplo, a via que dá acesso direto à outros municípios da região, como Rio Piracicaba, Alvinópolis e Dom Silvério, está interrompida há meses, sem que o governo Prandini sequer sinalize para uma solução do problema a médio prazo.

Tão assustadora quanto a magnitude da erosão ocorrida no local pela força das águas do Córrego Jacuí, na última estação chuvosa (veja as fotos), é o descaso da administração prandinista com a situação e, consequentemente, com a vocação de cidade-pólo do Município.
Segundo moradores do bairro, assessores do prefeito fazem de conta que o problema é do governo estadual e que o Município não pode fazer nada. A que ponto chegamos!

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Os Mototaxistas e a Amnésia Prandinista

Parece reprise de filme de mau gosto, mas não é. Recentemente, o prefeito Gustavo Prandini fez pompa para anunciar a regulamentação do serviço de mototaxistas no Município. Despendeu dinheiro público para divulgar o feito em outdoors, cidade a fora, gastou mais dinheiro público para estampar o que chamou de “grande conquista para a categoria” nas páginas de jornais locais e realizou reunião com os supostos beneficiados para fazer cena de bom moço, enquanto distribuía as outorgas para uso das placas vermelhas. Tudo em vão!
Após, os mototaxistas recolherem o valor de R$ 170,00 com taxas e outros encargos para realizarem a troca das placas de suas motos, foram notificados pelo Settran para devolverem as placas vermelhas, recém concedidas, e retornarem ao emplacamento anterior, o que vai lhes custar outros R$170,00, pois o Ministério Público da Comarca havia assinado um Termo de Ajustamento de Condutas com Prandini, relembrando ao prefeito que, por determinação legal, procedimentos desta natureza (concessões públicas) devem ser precedidos da devida licitação.
Ao que parece, Prandini, que é advogado, não apenas se esqueceu de tudo que prometeu ao povo de João Monlevade, quando de sua campanha eleitoral, mas também não se lembra daquilo que estudou na faculdade de Direito. Para alguns, o poder dá amnésia.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Preguiça, Trabalho Porco e Descaso do Dae

A Avenida Aeroporto é, realmente, um modelo de calçamento para todo o Município. Pavimentada em paralelepípedos, muito bem assentados, alinhados e nivelados, aquela via do Bairro Vila Tanque, há mais de 50 anos, ostenta um calçamento que é considerado, atualmente, como o ideal, sob o ponto de vista ambiental.
É que o calçamento em paralelepípedo permite a absorção de até 20% da água da chuva, o que, além de permitir o reabastecimento do lençol freático, diminui o risco de inundações nos centros urbanos.
Outra característica interessante deste tipo de calçamento é que como o paralelepípedo é feito de concreto, um material claro, boa parte da luz do sol que incide sobre o mesmo é refletida para a atmosfera, minimizando a ocorrência do fenômeno conhecido como albedo ou ilha de calor.
A praticidade do paralelepípedo também deve ser considerada em situações de reparos ou de outras intervenções na via. Em caso de necessidade, basta retirar os paralelepípedos, efetuar o reparo ou a intervenção demandada e, depois, recolocá-los no lugar, sem maiores custos.
Não se for o Dae o responsável pela obra. Recentemente, a autarquia municipal promoveu um reparo na rede de esgoto da Avenida Aeroporto e não voltou com os paralelepípedos para onde estavam há mais de 50 anos.
No lugar, assentaram algumas pedras do tipo “pé de moleque” e uma massa asfáltica terrível (foto acima)! E isso tem se tornado uma constante, cidade a fora, nas vias calçadas em bloquetes e paralelepípedos: o Dae retira a pavimentação original, realiza o reparo e passa uma camada porca de asfalto desnivelado no lugar. O nome disso é preguiça, trabalho porco e descaso com o patrimônio público!

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Atenção: Vinho de Jabuticaba Favorece Gravidez Gemelar



Acontece neste fim de semana a Festa do Vinho de Catas Altas. Catas Altas integra o circuito da Estrada Real e é uma das cidades históricas de Minas, que vivenciaram em profusão o ciclo do ouro, a partir do séc. XVIII. Terra do excêntrico e riquíssimo Barão de Catas Altas ,de quem Jean de Monlevade desposou a sobrinha, Clara Sofia de Sousa Coutinho, o município conta com representativo patrimônio histórico-arquitetônico, no qual se destacam a Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, a Capela Santa Quitéria, o Aqueduto Quebra-Ossos, entre outros, além da belíssima paisagem da Serra do Caraça. E é claro... muita gente bonita, música, artesanato, a tradicional culinária mineira, o romantismo das noites frias de outono e o bom e velho vinho de jabuticaba.
Só gostaria de recomendar aos casais enamorados moderação e responsabilidade no consumo do tradicional vinho de jabuticaba catasaltense. Posso afirmar, sem dúvida e por experiência própria, que o danado do vinho é “tiro e queda” para quem quer engravidar de gêmeos(as).    


Contenção de Despesa na Saúde

Primeiro, o governo Prandini solta fogos de artifício, se gabando de ter elevado para 30% do orçamento da Prefeitura e sem o menor critério a despesa com a saúde pública municipal. Agora, a constante falta de médicos no PA denuncia que o setor passa por uma grave contenção de despesas que promete cortar também remédios e até materiais de limpeza nas unidades de saúde.
É o alto preço que o cidadão monlevadense paga pela irresponsabilidade da esquizofrenia do faz e desfaz, que vem, absurdamente, marcando a administração prandinista.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Eleições Atípicas

Sem dúvida alguma, as eleições municipais de 2012 serão, completamente, atípicas. Significa dizer que o próximo pleito somente poderá ser compreendido em toda sua complexidade de nuanças, a partir da apuração do conteúdo das urnas, em 07 de outubro.
No entanto, para a grandíssima maioria, o momento da contagem dos votos já será, obviamente, tarde de mais.
No atual contexto, em que, no geral, a política monlevadense tem se nivelado no baixo patamar das passionalidades pessoais, vencerá aquele que se diferenciar dos demais, apresentando para o eleitor um projeto coerente, viável, honesto e, sobretudo, coletivo.
E isso não inclui apenas o plano de governo do candidato, mas, necessariamente, todo o processo que vai, desde a escolha dos candidatos, das coligações, passando pela campanha eleitoral e indo para além do dia das eleições, já governar bem é um desafio muito maior do que apenas se lograr vencedor do pleito.
Vencerá o grupo que tiver a habilidade de contornar as vaidades individuais e de executar estratégias definidas por parâmetros realistas e racionais. Do contrário a vitória nas urnas será definida apenas pelo elemento sorte. E aí, você já viu... haja simpatia, reza, mau olhado no adversário, feitiço e etc.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

A Verdade sobre a Educação: Prandini diminui Investimentos no Setor e quer pra si os Louros da Conquista

A edição da revista Veja desta semana trouxe o ranking elaborado pela Ong, Todos pela Educação, que especificou os municípios brasileiros com os maiores percentuais de alunos com conhecimento adequado ou até superior ao esperado para a série que cursam no Ensino Fundamental. E vejam só: João Monlevade ficou na gloriosa 7ª posição.
Tão logo a notícia do feito se espalhou pela cidade, o governo Prandini se precipitou a querer colher os louros de uma conquista que, definitivamente, não é sua e que como se verá a diante, deve ser creditada somente ao empenho das administrações passadas, à obstinação e à qualificação dos professores locais e ao esforços de toda a comunidade monlevadense.
Ao longo das últimas décadas, João Monlevade tem cultivado uma cultura de educação de qualidade que teve seu início no saudoso Colégio Estadual, passando por educadores como João de oliveira Freitas, Padre Henriques e outros, que tiveram a habilidade em manter elevado o paradigma educacional da cidade. Neste contexto, cabe também destacar a implantação do Centro Educacional que, apesar das dificuldades atuais comuns ao setor da educação pública, se firmou ao longo do tempo como referência municipal de educação de qualidade.
Outros fatores também devem ser considerados, como o advento da Lei Municipal 920/89 que instituiu o plano de cargos e salários do Magistério Monlevadense e estimulou o professorado a se qualificar, resultando num corpo docente, em sua grandíssima maioria, de alto nível profissional.
Isso, sem falar na vocação de cidade universitária para qual Monlevade tem se despertado nos últimos anos e da força do segmento de prestação de serviços educacionais, representado pela oferta, na cidade, dos mais variados cursos técnicos.
E Prandini, o que fez? Ora, na primeira oportunidade que o atual prefeito teve de elaborar o Orçamento Público Municipal (2010), foi logo encolhendo os investimentos no setor, como demonstram os seguintes documentos, extraídos dos Orçamentos do Município, dos exercícios fiscais de 2005 à 2010(clique nas imagens para dimensioná-las à leitura): Orçamento 2005, governo Moreira: despesa com educação fixada em R$16.671.200,00


Orçamento 2006, governo Moreira: despesa com educação fixada em R$18.608.200,00 ( acréscimo relativo ao ano anterior de R$ 1.937.000,00)


Orçamento 2007, governo Moreira: despesa com educação fixada em R$20.855.500,00 ( acréscimo relativo ao ano anterior de R$ 2.247.300,00)


Orçamento 2008, governo Moreira: despesa com educação fixada em R$26.844.000,00 ( acréscimo relativo ao ano anterior de R$ 5.988.500,00)



Orçamento 2009, governo Moreira: despesa com educação fixada em R$27.698.000,00 ( acréscimo relativo ao ano anterior de R$ 854.000,00)

Orçamento 2010, governo Prandini: despesa com educação fixada em R$27.070.900,00 ( decréscimo relativo ao ano anterior de R$ 627.000,00)

Nota-se que Prandini não apenas interrompeu uma trajetória de 5 anos de sucessivos e expressivos aumentos de investimentos na Educação do Município, como também diminuiu o investimento no setor, se comparado ao do ano anterior à 2010, em R$ 627.000,00.
E de lá pra cá, o que se viu na Educação Pública Monlevadense foram investimentos limitados pelo mínimo estabelecido pela Constituição, o que demonstra a falta de prioridade que a Educação Pública tem no governo prandinista e a reversão da política de investimentos no setor, deflagrada a partir da posse de Prandini.  
Assim, como se vê, os aplausos pela notável conquista alcançada pela Educação Monlevadense devem ficar para quem, realmente, os mereça: os gestores passados, os professores e profissionais da educação e a sociedade monlevadense de ontem e de hoje. De resto, é fazer cortesia com o chapéu dos outros. E digo mais: se não vivêssemos nesta tenebrosa era prandinista, Monlevade, certamente, teria ficado entre as três primeiras posições.  




terça-feira, 15 de maio de 2012

Abaixo-Assinado Contra o Anexo e outras Coisas Mais

Na manhã do último sábado, integrantes do grupo de discussões mantido no Facebook, “Transparência Monlevade”, estiveram em pontos estratégicos da cidade, colhendo assinaturas para o abaixo-assinado que se dispõe à convocação do Referendo, através do qual o eleitorado monlevadense terá a oportunidade de decidir, pelo voto direto, se é contra ou a favor da construção do famigerado anexo da Câmara no valor inicial de um milhão e setecentos mil reais.
Foi muito bom testemunhar que ao ser abordado pelos ativistas do Movimento ou, simplesmente, ao tomar conhecimento da causa, o cidadão monlevadense, prontamente, se colocava em fila para assinar o abaixo-assinado.
Também chamou a atenção o fato de a esmagadora maioria dos signatários somente ter tomado conhecimento da intenção do presidente da Câmara, Pastor Carlinhos, em construir o inoportuno anexo, naquele momento de coleta de assinaturas.
Recentemente, alguns escrevinhadores locais levantaram certas considerações a cerca do Movimento Contra a Construção do Anexo.
O blogueiro Chico franco indagou se, considerando o histórico de irresponsabilidade e de ineficiência com o gasto público da administração prandinista, não seria melhor deixar que o anexo fosse construído, pois, do contrário o recurso da obra teria que retornar aos cofres da Prefeitura, onde, provavelmente, seria consumido pela incapacidade de gestão do atual prefeito.
O blogueiro Célio Lima, por sua vez, comentou que considerava como inoportuno o momento em que as oposições contra o anexo surgiram.
E o Jornalista Márcio Passos publicou no Jornal A Notícia um texto, como sempre muito pertinente, em que afirmou existirem outras questões em Monlevade, que não apenas o anexo, contra as quais os cidadãos deveriam se manifestara e se indignar.
Pois bem, não tiro a razão de Chico Franco no tocante ao péssimo histórico financeiro do governo Prandini. No entanto, o movimento contra anexo não se encerra com a contemplação de seus objetivos imediatos, ou seja, a paralisação da obra. Caso o recurso destinado ao anexo seja repassado para Prefeitura, o Movimento estará a monitorá-lo e disposto a agir na hipótese de seu mau uso.

Quanto ao momento em que o Movimento surgiu, e, neste sentido, imagino que o Célio Lima se referia à proximidade das eleições municipais, posso afirmar que o controle social sobre os poderes constituídos deve ser exercido, diuturnamente, todos os dias do ano, seja este último eleitoral ou não. É verdade que o anexo foi anunciado há algum tempo. Mas, também é verdade que, somente agora, através da utilização do instrumento tão inovador que é o Facebook, se tornou possível a reunião de vários molevadenses em prol de uma causa em comum. Infelizmente, Célio, não podemos controlar o nascimento de movimentos cívicos ou políticos que se tornaram possíveis através das revoluções digitais deste século. Gostaríamos que tivesse ocorrido antes, mas só agora foi possível.
Por fim, também não posso tirar a razão do Márcio. Existem sim várias situações ocorrendo em João Molevade que merecem e demandam a indignação de seus cidadãos. Posso citar a Prandinet, o Memorial do Aço, o nepotismo prandinista, o altíssimo valor da tarifa de transporte coletivo, a monstruosa dívida pública, a falta d’água na cidade e várias outras. Contudo, o Movimento é composto por voluntários e, surgiu, espontaneamente, em torno da questão do anexo da Câmara. Infelizmente, ainda não contamos com recursos para atuar em todas as frentes que gostaríamos.
O fato é que o Movimento Contra o Anexo tem evoluído, agregando cada vez mais adeptos e, por ter chegado aonde chegou, colhendo cerca de mil e quinhentas assinaturas para a convocação do Referendo em um único dia, já pode ser visto como um episódio histórico da vida cívica de João Monlevade.

Vandalismo na Vila








Na madrugada do último sábado, um grupo de vândalos arruaceiros passaram pelo Bairro Vila Tanque e depredaram uma série de placas de trânsito que ficavam instaladas entre a Praça da Paz e Estádio Louis Ensch. É bom que a Polícia Militar, que é comandada por um morador do Bairro - o Major Erasmo - esteja atenta à situação e, ao menor sinal de nova investida desta estirpe de facínoras, proceda à prisão dos mesmos, valendo-se das honras militares de praxe. Depredar placa de trânsito constitui crime de dano contra o patrimônio público e pode dar, de seis meses à três anos de cadeia!         

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Quem Escolhe o nosso Candidato?

A cidade de João Monlevade não suporta mais se submeter à vaidade de seus políticos. Vivemos uma situação de extrema fragilidade em vários setores do Município, como conseqüência direta da execução de um projeto político balizado apenas pela vaidade pessoal de quem esteve no poder nos últimos 3 anos e meio e não podemos nos dar ao luxo de cometer o mesmo erro novamente. Muito pelo contrário, devemos aprender com o erro de modo a não cometê-lo novamente.
Monlevade não pode suportar mais aquela velha vaidade política que coloca alguns poderosos na falsa condição de elegerem um poste para prefeito, se quiserem. Ou daqueles que querem escolher, unilateralmente, quem será o candidato de determinado grupo político.
Fatores como o advento da Lei da Ficha Limpa, o fortalecimento da classe média e o poder de formação e de mobilização das novas mídias eletrônicas têm alterado de forma substancial as expectativas do cidadão comum diante do cenário político nacional e local.
Significa dizer que o modo de se fazer política está mudando. Não, na velocidade em que desejamos, mas está. O próprio Prandini foi eleito no contexto do desejo por estas mudanças, mas preferiu abrir mão da oportunidade de concretizá-las e o resultado está aí para quem quiser ver.
Assim, para o grupo de oposição, o momento deve ser de serenidade, de abertura política, de diálogo, de união e, principalmente, de controle das precipitações e das vaidades pessoais.
Quanto mais estes ingredientes forem se misturando, maior será a força e a legitimidade do candidato colocado pelo grupo para concorrer às próximas eleições. Do contrário, quem sairá fortalecido é o adversário. E é bom que todos tenham em mente que esta será a mais atípica de todas as eleições monlevadenses e, neste sentido, quase tudo pode acontecer.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Vala dos Horrores no Cemitério do Baú e outras Coisas Mais

Acatando à oportuna sugestão colocada no Facebook pelo presidente do Partido Verde de João Monlevade, Mendelson Clayton, o Monlewood  traz, nesta terça feira, uma postagem especial, retratando as condições assustadoras em que se encontram o Cemitério do Baú e a área em que, anos atrás, se iniciou a instalação de um novo cemitério municipal.




No Baú, além da ausência de um ossuário que tornaria possível o aumento da capacidade do cemitério, da falta de identificação dos jazigos, da falta de controle por parte da Prefeitura na construção de novas sepulturas, da enorme quantidade de túmulos, completamente, abertos (fotos acima), exibindo ossadas humanas e de vários outros problemas, o que mais chama a atenção é a presença de uma vala (fotos abaixo), localizada bem no interior do cemitério, onde os conteúdos das exumações são depositados, empilhados, expostos e queimados à céu aberto.
Como se pode ver pelas imagens, numa vala comum à céu aberto, são depositados os materiais mortuários provenientes de todas as exumações realizadas dentro do cemitério, tais como os restos de caixões, as roupas com as quais os corpos são enterrados, além de cabelos, de unhas, de dentes e de outros tecidos cadavéricos dos exumados. Pois é, Mendelson, trata-se de um material com grande potencial patogênico que deveria ser, por força das normas de vigilância sanitária, adequadamente, recolhido e depositado na vala séptica do Aterro Sanitário. Mas, no governo Prandini, tal procedimento não acontece e, de tempos em tempos, os funcionários do cemitério ainda ateiam fogo na tal vala, numa espécie de fogueira dos horrores.
Um pouco mais acima do Cemitério do Baú, que já se encontra com sua capacidade de abertura de novas sepulturas, praticamente, esgotada, entre os bairros Baú e Laranjeiras, foi iniciada pela administração passada a instalação de um novo cemitério municipal.
Como demonstra a imagem acima, o local se encontra em situação de completo abandono pela administração Prandinista.
Ao que parece, Mendelson Clayton tinha razão ao comentar no facebook que os integrantes do atual governo não servem nem para administrar cemitério. Só esta faltando o prefeito decretar que, por falta de cemitério, fica, terminantemente, proibido morrer em João Monlevade.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Prandini, o Promotor e as Permissões de Uso

Chega a ser surreal a capacidade do governo Prandini de se confundir em tudo que se envolve. Já confundiram aliado com adversário, receita prevista com receita arrecadada, plano de governo com conversa pra boi dormir, lei vigente com lei caducada, propaganda institucional com publicidade pessoal, Rio das Pacas com a piscina da mãe Joana, numa série interminável de confusões, que vem resultando no governo mais mal avaliado da história de João Monlevade.
No caso das permissões de uso de terrenos públicos, a coisa não parece ser diferente. Quando o Ministério Público procurou Prandini, propondo a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (Tac), a fim de que fosse sanada a situação de irregularidade que se encontram as permissões de uso outorgadas pelos prefeitos anteriores, o atual chefe do Executivo deveria ter esclarecido ao promotor:

Não, obrigado! Não fui eu quem outorgou nada. Portanto, não posso me submeter ao ônus político de algo que não cometi. Coloco os arquivos e a Procuradoria da Prefeitura à disposição do Ministério Público e espero que este importante órgão da República tome as medidas que julgar cabíveis. No entanto, tenho aqui um hospital Santa Madalena, no qual já foram gastos dezenas de milhões de reais dos cofres públicos sem que o mesmo possa funcionar dentro dos parâmetros normativos e técnicos de uma casa de saúde. O Doutor Promotor não gostaria de levá-lo consigo?


Ministério Público não é Judiciário. Promotor não julga nem determina nada. E Tac assina quem quiser. No caso de uma Prefeitura, o Tac pode ou não ser assinado, conforme a conveniência e a oportunidade da Administração Pública.
E neste sentido, a relação do governo prandinista com o Ministério Público é, realmente, muito difícil de se entender.
Quando a Promotoria Pública deveria ser chamada para a solução de questões absurdas como a do hospital Santa Madalena (atual PA), por exemplo, o prefeito se omitiu. Ao passo que, quando o Ministério Público propôs que o governo assumisse os erros dos prefeitos passados, o prefeito mergulhou de cabeça na questão.
E a novela tem rendido capítulos e mais capítulos! Prandini não só assinou o Tac, assumindo um ônus político que não era seu, mas também envolveu os cerca de 200 permissionários num longo procedimento que vai e volta, ao sabor do inconstante humor do gabinete prandinista e houve até permissionário que, buscando sanar a situação, investiu elevada soma na aquisição de terrenos, na confiança na possibilidade de permuta entre os imóveis, autorizada por lei votada e aprovada na Câmara, que o promotor diz ser inconstitucional.
Agora, lá vai Prandini, confuso mais uma vez, achando que é promotor de justiça, a emitir ofício, exigindo os terrenos de volta dos permissionários. Deixa para o promotor de verdade, Prandini. Deixa o Ministério Público mover 200 processos, caso a caso, na Justiça. Já pensou? Se cada permissionário requerer a oitiva de 4 testemunhas apenas, serão oitocentas no total a serem ouvidas. Isso sem falar nos recursos que podem se multiplicar, indefinidamente. Pode-se até, com base no principio constitucional da isonomia, pedir-se o apensamento de todos os processos. Aí, quem sabe, daqui a 20 ou 30 anos sai uma sentença!? É como se diz: muito ajuda quem não atrapalha.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Anexo: Juninho Starling Rebate Pastor Carlinhos

Fernando, causou-me surpresa, a manifestação do Ilustre Vereador Presidente Pr. Carlinhos, ao dizer que a ideia do Anexo era de minha autoria.
Sou compelido a dizer que, em meu último mandato de Presidente da Câmara, providenciei o lote e determinei a confecção de Projeto arquitetônico de um ANEXO para a Câmara Municipal de João Monlevade.
Necessário dizer que o ANEXO, segundo projeto e minha vontade em construí-lo tinha a finalidade de ser um espaço MULTI-USO, isto quer dizer que seria um salão, com acesso por escadas e elevador (em razão de portadores de necessidades especiais), para atender à Câmara e à comunidade.
Neste espaço multi-uso poderia a Câmara Municipal ceder para uso da população para realização de cursos, formaturas, Associações Comunitárias, entidades de classe, enfim, atender a sociedade Monlevadense, vez que o salão nobre da Câmara não pode ser cedido para estas finalidades.
Desta forma e com as finalidades que idealizei a construção do ANEXO, continuo afirmando que seria muito bom para a Câmara e para nossa população monlevadense a construção do Anexo.
Entretanto, em conversa com Luciem, à época, a frente do Hospital Margarida, disponibilizei os recursos da Câmara que seriam alocados para a construção do espaço MULTI-USO, R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais) para a confecção do projeto arquitetônico do CTI do Hospital Margarida e mais R$ 700.000,00 (setecentos mil reais) para a construção de toda alvenaria do CTI, pois julguei estas últimas ações como mais prioritárias para o Município naquele momento.
Não sou mais candidato a nenhum cargo político em João Monlevade, mais tenho a consciência tranquila de ter exercido meus mandatos como Vereador e Presidente da Câmara com atenção e respeito a toda população dizendo:

POSSO NÃO TER FEITO TUDO QUE ERA PRECISO FAZER COMO VEREADOR, FIZ TUDO QUE ME ERA POSSÍVEL.

Grande Abraço a todos.

Juninho Starling


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Pastor diz que Anexo foi Idéia de Juninho Starling

Foto: Fernanda Pieri
Ontem, durante a sessão ordinária da Câmara, o vereador pastor Carlinhos afirmou com todas as letras que a construção do prédio anexo à sede do Legislativo foi uma idéia do ex-presidente da Casa, Juninho Starling. E recomendou que as cobranças e as manifestações contra a obra fossem dirigidas e encaminhadas ao ex-vereador.
Como se diz, popularmente: quem pariu Mateus que o embale. Só que neste caso, ao que parece, será necessário um exame prévio de DNA para se definir de quem é a criança. E também uma boa porção de óleo de peroba, claro!

O Anexo do Pastor nas Falácias de Sinval

foto: Fernanda Pieri
O vereador Sinval, como já havia feito na semana passada, voltou a justificar o gasto de 1 milhão e 700 mil reais com a construção do anexo da Câmara. Aliás, o parlamentar vem se portando como combativo defensor do castelo com elevador panorâmico do pastor Carlinhos e não perde a menor oportunidade de fazer uso da tribuna para esbravejar uma falácia atrás da outra. “Gastaram 1 milhão e ½ com a Prandinet e ninguém falou nada. Gastaram 500 mil com cavalgada e ninguém falou nada. Agora, querem crucificar (opa! Olha o Crucifixo!) os pastor por causa do anexo!? Estão querendo aparecer”, disparou Sinval.
Sinval, um erro não justifica o outro. Não é porque a Prefeitura prandinista gasta mal e em excesso que o Legislativo deva fazer o mesmo, principalmente, em se considerando que o Município se encontra atolado numa descontrolada dívida pública. E também não é verdade que ninguém nunca se insurgiu contra a Prandinet e o excessivo gasto da cavalgada, além de outros. Acesse os links e confira: Orçamento Mínimo da Educação Desfalcado de Um Milhão e Meio da Prandinet é Inconstitucional , Ainda o Desfalque da Prandinet no Orçamento da Educação , Recurso da Educação para Jogatina, Compras e Conteúdo Adulto na Prandinet , A Prandinet da Paraíba e Da crise Financeira de 2008 à Queda de 28 milhões na Receita de 2011.
Portanto, Silval, mais coerência, mais sintonia com o interesse público e menos mentiras e falácias.