Na disputa do atual provedor do HM contra a AAHM, quem deve deixar o Hospital?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

CTI

Construir um CTI sem se ter a garantia de recursos para seu funcionamento sugere uma situação de temeridade muito arriscada. Afinal, um CTI, devidamente equipado e inoperante pode sair, sob o ponto de vista econômico-social, muito mais custoso do que se estivesse em pleno funcionamento, pois, além de não servir à sua função social de salvar vidas, representaria ainda um inaceitável elefante branco, no qual já foram gastos milhões, em recursos públicos. Mas, a obra de instalação do indispensável CTI já está em faze de finalização e cabe, agora, à toda sociedade monlevadense abraçá-lo como se filho fosse. É óbvio que a Prefeitura terá de contribuir para a manutenção do CTI, assim também como o governo do estado. Outra que deve ser chamada a participar é a ArcelorMittal. Este momento econômico histórico que Monlevade vive com a duplicação da capacidade produtiva da Usina me parece a oportunidade perfeita para que se inicie uma relação de parcerias mais concretas entra a siderúrgica e o Município. O recorrente discurso de que a ArcelorMital se dedica ao ramo da siderurgia e não ao da filantropia, não parece razoável, porquanto é de se esperar que a Usina assuma uma postura voltada para uma maior responsabilidade social para com os cidadãos deste Município, principalmente, nestes tempos de duplicação. A duplicação da Usina deve significar, no mínimo, a duplicação de sua responsabilidade social.