quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Depois de Quebrar a Prefeitura, Prandini Pretende Faturar com a Venda do Patrimônio do Povo

O prefeito Gustavo Prandini enviou para a Câmara um projeto de lei, visando a alienação de 7 áreas públicas do Município. Segundo justificativa do chefe do Executivo, o valor apurado com a venda do patrimônio público seria empregado na realização de obras no Município. Sinceramente, eta é a proposta mais absurda do atual governo até o momento, principalmente, em se considerando seu vergonhoso histórico financeiro. Os terrenos pertencentes à municipalidade devem ser encarados como uma espécie de reserva imobiliária estratégica, destinada a instalação de novas repartições públicas, conforme o crescimento da cidade as demande. Se Prandini pretendia investir na cidade deveria ter assumido uma postura de austeridade financeira que lhe permitisse tal pretensão. Más, ao contrário, optou por uma prodigalidade, nunca vista antes neste Município, que, praticamente, quebrou a Prefeitura, impondo conseqüências negativíssimas sentidas por toda a comunidade monlevadense. Permitir a dilapidação do patrimônio público, sob o pretexto de investimento em obras, numa já comprovada conjuntura irresponsabilidade financeira, é convalidar e premiar o mau administrador. A questão, agora, está nas mãos dos vereadores. Aquele que aprovar tal barbaridade será lembrado como o vereador que se uniu ao prefeito pródigo no mais vergonhoso ato de ataque e esfacelamento do patrimônio do povo.