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domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Comentários de Leitores: Hospital Santa Madalena
Anônimo disse...
Realmente Fernando, a vaidade dos homens públicos acabam por prejudicar a população. Este monstrengo de "Hospital Santa Madalena" é a maior aberração de descaso do dinheiro público. Se o HM não consegue se manter sem a ajuda da municipalidade, como Monlevade conseguiria manter um hospital daquelas proporções? E tem mais, caso este HSM fosse inaugurado quebraria também o Margarida, pois pela legislação os repasses do SUS deverão ser para Hospitais públicos, ou seja, o HM perderia o PROHOSP, o Prourg, o repasse do SUS e principalmente a isenção de impostos, pois para se manter como filantrópico precisa atender a 60% de usuários do SUS. Um abraço.
Kely disse...
Caro Fernando, sempre que posso passo aqui para ler seus textos que são, muitas vezes, bem pertinentes. Diante deste texto cabe aqui ressaltar a falta de justiça que ocorre em nosso país. Sim, porque se no Brasil houvesse justiça era para esses empreendedores do Hospital Santa Madalena estarem na cadeia. Justificando esses gastos que ultrapassam o limite do justo e do razoável.
Realmente Fernando, a vaidade dos homens públicos acabam por prejudicar a população. Este monstrengo de "Hospital Santa Madalena" é a maior aberração de descaso do dinheiro público. Se o HM não consegue se manter sem a ajuda da municipalidade, como Monlevade conseguiria manter um hospital daquelas proporções? E tem mais, caso este HSM fosse inaugurado quebraria também o Margarida, pois pela legislação os repasses do SUS deverão ser para Hospitais públicos, ou seja, o HM perderia o PROHOSP, o Prourg, o repasse do SUS e principalmente a isenção de impostos, pois para se manter como filantrópico precisa atender a 60% de usuários do SUS. Um abraço.
Kely disse...
Caro Fernando, sempre que posso passo aqui para ler seus textos que são, muitas vezes, bem pertinentes. Diante deste texto cabe aqui ressaltar a falta de justiça que ocorre em nosso país. Sim, porque se no Brasil houvesse justiça era para esses empreendedores do Hospital Santa Madalena estarem na cadeia. Justificando esses gastos que ultrapassam o limite do justo e do razoável.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Hospital Santa Madalena. PA. Centro de Especialidades Médicas. Ou Sabe-se Lá o Que
O Hospital Santa Madalena, que agora é PA e
dizem que vai ser o Centro de Especialidades Médicas é a mais grave incógnita
do Município de João Monlevade. Daquele, anteriormente, arrojado prédio de concreto
armado se retirou uma rodoviária muito bem localizada e de estrutura,
dificilmente, encontrada em outras cidades do interior de Minas.
Hoje, o monlevadense, principalmente, aquele
que mora nos bairros tradicionais como Vila Tanque, Siderúrgico, Beira Rio
entre outros tem que empreender uma verdadeira jornada para chegar ao novo
terminal rodoviário, localizado nas remotas imediações do Posto Cinco Estrelas.
E para que? Para o deleite da vaidade e do
populismo político. Sem estudo de viabilidade econômica, sem se conhecer o custo
final da obra, sem se conhecer o verdadeiro custo de operação do hospital, sem
se respeitar as normas pertinentes (Resolução ANVISA nº 50/2002), sem nada,
apenas com a vaidade e o populismo de se dizer: eu dei ao povo um hospital, foi
remendado um caríssimo frankenstrein. Veja que, desta vez, a dose de populismo
foi tão grande e exagerada que nem projeto de instalação do exame de imagem
mais básico de todos, o Raio X, o monstrengo tinha.
Sem dúvida, um verdadeiro sorvedouro de
dinheiro público. Ninguém sabe quanto custou até o momento ou quanto terá
custado, se é que um dia será finalizado. E a operação daquilo, quanto custará
aos cofres públicos. Mas, a vaidade... A
vaidade é aberrante! Quem idealizou a obra não se conteve em batiza-lá com o
nome de sua honrosa genitora: Madalena. E aproveitou ainda para canonizá-la. E
assim ficou: Santa Madalena.
Curiosidade: antigamente, só o Papa
canonizava santos.
Câmara de Vereadores
É, simplesmente, incrível a incapacidade da Câmara de Vereadores de João Monlevade de atingir, diretamente, o interesse público. Com raríssimas exceções, os parlamentares locais só se movem quando provocados por interesses particulares ou pessoais. Outro dia, um vereador se mostrou preocupadíssimo com a oferta de sangue no hospital da cidade e logo propôs uma campanha de coleta. Mas somente o fez, depois que um tio seu passou por dificuldade em conseguir uma transfusão. Esta semana, um outro edil disse que vai se engajar mais no tema saúde pública municipal. Mas, coincidentemente, o fez depois que um sobrinho foi destratado por um médico no PA. Agora, um terceiro parlamentar propõe e aprova um projeto de lei que concede a oito ruas do Município o nome de seus oito parentes. É brincadeira! A atuação parlamentar deve ser motivada, diretamente, por questões e por anseios públicos. Somente assim, assuntos como educação, saúde, desenvolvimento e etc podem ser discutidos de forma completa, contínua e planejada.
Jornal Bom Dia
A edição de hoje do Bom Dia trouxe a seguinte e interessante manchete de capa: “Populares Invadem Plenário da Câmara e Desafiam Vereador”. Segundo matéria do jornal, o episódio ocorreu na vizinha Rio Piracicaba e foi motivado pelo não cumprimento de promessas de campanha, realizadas pelo vereador Betão. Se o fato tivesse ocorrido aqui, em João Monlevade, certamente, a manchete seria outra, mas com a mesma motivação: “Populares Invadem Prefeitura e Desafiam Prefeito”.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
PT
Assim que me desliguei do PV, filiei-me no PT, que, naquele momento, passava por um conturbado processo para eleger sua nova diretoria. Nas reuniões que antecederam as eleições internas, percebia-se claramente que um dos objetivos da chapa encabeçada pela Vereadora Dulcinéia era fazer com que o Partido dos Trabalhadores alcançasse junto ao governo Prandini o justo espaço político, na medida da vital importância que teve para a eleição do atual prefeito de Monlevade. Eleita Dulcineia, nada mudou. O partido continua a margem do governo. O absurdo que se diz no gabinete é que governo é governo e partido é partido. Ao contrário do que se fala nas ruas, não é o PT o responsável direto por todas as trapalhadas da atual administração. Com o diz o jargão: a culpa é do Prandini, ou melhor, do Pacto Umbilical. No entanto, ao ser negligente, o PT acaba assumindo certa responsabilidade, neste que até o momento se revelou o pior governo da história monlevadense. Ora, o PT tem dois vereadores na Câmara. É força suficiente para enquadrar o governo e reverter a situação para, pelo menos, fechar o mandato com chave de bronze. Do contrário, também será herdeiro do ostracismo político reservado para Prandini, no futuro.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Ouro Preto
Neste último fim de semana, foi com muito prazer que estive, novamente, em Ouro Preto. A antiga Vila Rica do Pilar continua soberba e majestosa, emanando cultura por onde se olhe. O belíssimo casario geminado compõe uma paisagem urbana única e maravilhosa. Há harmonia e beleza em tudo que se vê, num ambiente extremamente agradável e cheio de romantismo. Sem falar na interessante e riquíssima história presente em cada ruela, em cada igreja, em cada monumento. Fato que me chamou a atenção, desta vez, foi o precário estado de conservação do Conjunto Alpoim, localizado na Praça Tiradentes(fotos acima). Considerado um dos ícones da arquitetura colonial ouropretana e construído, em 1750, pelo famoso brigadeiro e arquiteto José Fernandes Pinto Alpoim, o Conjunto apresenta sérias avarias nas janelas, na fachada e nos fundos. É preciso mais compromisso na preservação do valiosíssimo patrimônio histórico mineiro.
Outras fotos de Ouro Preto:
Monlevade Arrependida
Do desalento da sombra a escuridão
Estática triste jaz João Monlevade
Sede de mudança, a coragem o peito nos invade
Levantai-vos, filhos, o horizonte é de união
Emerge o líder da aliança
A palavra dita aponta o norte
Com a verdade não pode a morte
Eis nascida a esperança
Batalha sem misericórdia
Suor, voto e Vitória
Mas, a mentira já é notória
Infeliz príncipe da discórdia
Lamento murmura noite e dia
o povo já é descrente da prefeitura
Agonia aflita e amargura
É a cidade inteira que se arrependia
Fernando F. Garcia
Estática triste jaz João Monlevade
Sede de mudança, a coragem o peito nos invade
Levantai-vos, filhos, o horizonte é de união
Emerge o líder da aliança
A palavra dita aponta o norte
Com a verdade não pode a morte
Eis nascida a esperança
Batalha sem misericórdia
Suor, voto e Vitória
Mas, a mentira já é notória
Infeliz príncipe da discórdia
Lamento murmura noite e dia
o povo já é descrente da prefeitura
Agonia aflita e amargura
É a cidade inteira que se arrependia
Fernando F. Garcia
Coisas do Governo
Em agosto do ano passado, o prefeito Gustavo Prandini sancionou uma lei concedendo a gratuidade do transporte coletivo à portadores de necessidades especiais. Esta mesma lei autorizava o Município a subsidiar a gratuidade então concedida para que seu custo não sobrecarregasse a planilha, resultando, assim, no aumento do preço da tarifa. No entanto, a gastança desenfreada e irresponsabilidade fiscal do governo Prandini levaram a Prefeitura a uma crise financeira sem precedentes na história do Município, impedindo que subsídio previsto na lei fosse repassado à ENSCON, a concessionária do transporte coletivo. Sem saída, a empresa não vê alternativa senão a de aumentar o preço do valor da tarifa. Coisas da Administração Prandini.
Crise do Governo Prandini na Iminência Atingir o Povo
Más, o que mais espanta é a forma com a qual o prefeito e seu gabinete trataram a questão. Sem a menor cerimônia ou sensibilidade político-social, transferiram um problema que afeta milhares de cidadãos monlevadenses ao Conselho Municipal de Transporte, como se não tivessem nada com isso. Logo Prandini que se empenhou tanto na defesa do usuário do transporte coletivo através da AUTCOM. Se, realmente, houver aumento na tarifa do transporte coletivo, a triste previsão que fiz aqui no Monlewood, em 25 de junho, haverá se concretizado:
Quem Paga o Pato?
Parece que a irresponsabilidade fiscal do governo Prandini tem infligido um sacrifício desumano a vários e de forma escalonada. Primeiro foram os fornecedores e contratados, que, há meses, não são pagos pela Prefeitura. Agora, são os funcionários comissionados, que já estão com seus salários atrasados. Ou seja, foi-lhes alienada a dignidade de, pelo menos em tese, alimentar-se, vestir-se, pagar o aluguel, as contas e etc. Quem será o próximo? Será o Povo?
Quem Paga o Pato?
Parece que a irresponsabilidade fiscal do governo Prandini tem infligido um sacrifício desumano a vários e de forma escalonada. Primeiro foram os fornecedores e contratados, que, há meses, não são pagos pela Prefeitura. Agora, são os funcionários comissionados, que já estão com seus salários atrasados. Ou seja, foi-lhes alienada a dignidade de, pelo menos em tese, alimentar-se, vestir-se, pagar o aluguel, as contas e etc. Quem será o próximo? Será o Povo?
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