terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Licitação Sob Suspeita
Como ensina a sabedoria popular: pau que nasce torto morre torto. Nos últimos dias, blogs e jornais da cidade têm veiculado informações que colocam o processo licitatório destinado à publicidade oficial sob suspeita de grave irregularidade. Como se não bastasse o estranhíssimo episódio da publicação do resultado da concorrência pública, antes do encerramento do certame, agora chega a notícia de que os envelopes contendo as propostas das empresas participantes foram abertos, sem a presença das mesmas. Para um governo já desgastado por se envolver em polêmicas de toda sorte, o melhor seria cancelar a dita licitação e recomeçá-la do zero, observando-se o princípio da estrita legalidade. A Câmara deve ficar de olho.
Amigos Cantando Contra Fome
Domingo, 19 de dezembro, a partir das 13:00 hs, na área de cavalgada em Bela Vista de Minas, será realizado o evento beneficente Amigos Cantando Contra Fome, que contará com a participação de 23 atrações artísticas, entre cantores e bandas da região:
01- Relber e Alan
02- Infocus
03- Sandro e Wellington
04- Fabrício e Elcimar
05- Manos Samba
06- Bráulio e Ricardo
07- Ramon Tavares e Rian
08- Cartolas
09- Christian e Francis
10- Davi e Christiano
11- Aline Cristine
12- Sandro Dornellas
13- Tony e Maxx
14- João Lucas e Diogo
15- Junior e Vinicius
16- Ronaldo e Rafael
17- Sergio e Delson
18- Álvaro e Vinicius
19- Maicon e Douglas
20- Kenny e Kerlon
21- DJ Serginho Boladão
22- DJ Wanderley
23- Grupo Vem Samba
Ingressos a R$ 2,00, mais um quilo de alimento não perecível(menos sal e fubá), à venda com membros da Associação Centro de Saúde Modesto Antônio de Ávila. Em Monlevade, na Ótica Novo Mundo e em todas a Lojas da Souarte.
01- Relber e Alan
02- Infocus
03- Sandro e Wellington
04- Fabrício e Elcimar
05- Manos Samba
06- Bráulio e Ricardo
07- Ramon Tavares e Rian
08- Cartolas
09- Christian e Francis
10- Davi e Christiano
11- Aline Cristine
12- Sandro Dornellas
13- Tony e Maxx
14- João Lucas e Diogo
15- Junior e Vinicius
16- Ronaldo e Rafael
17- Sergio e Delson
18- Álvaro e Vinicius
19- Maicon e Douglas
20- Kenny e Kerlon
21- DJ Serginho Boladão
22- DJ Wanderley
23- Grupo Vem Samba
Ingressos a R$ 2,00, mais um quilo de alimento não perecível(menos sal e fubá), à venda com membros da Associação Centro de Saúde Modesto Antônio de Ávila. Em Monlevade, na Ótica Novo Mundo e em todas a Lojas da Souarte.
Rua Cerâmica: Lixo, Fedentina e Falta de Educação
A Rua Cerâmica, localizada próximo ao marco inicial da Linha Azul e a poucos metros do Centro Educacional e do DAE, se transformou num vergonhoso lixão em pleno centro da cidade. Seus moradores desrespeitam as Posturas Municipais, depositando lixo nos passeios e nas sarjetas, numa vexaminosa demonstração de falta de educação, falta de asseio, falta de inteligência, falta de civilidade e de falta de bom senso. Mal sabem os malfeitores, que além de estarem transformando sua própria rua numa pocilga imunda e fétida, tal pratica contribui para a disseminação de doenças e parasitas e, em caso de chuva forte, aquele lixo poderá obstruir bueiros e galerias, colaborando para a ocorrência de inundações. Ou será que eles sabem disso tudo e estão pouco se lixando?É um absurdo!
sábado, 4 de dezembro de 2010
O Fundamento Religioso do Conflito entre Árabes e Judeus
A ORIGEM DAS TRÊS RELIGIÕES MONOTEÍSTAS
O judaísmo, o cristianismo e o islamismo compõem uma linha evolutiva religiosa que se originou no politeísmo egípcio, há mais de quatro mil e quinhentos anos. No Egito antigo, a religião era moldada por um variado panteão de deuses. A primeira tentativa de reforma monoteísta ocorreu, sem sucesso, no reinado do Faraó Akhenaton. Do politeísmo egípcio originou-se o judaísmo, que, por sua vez, deu origem ao cristianismo, que se fundiu ao judaísmo e deu origem ao islã. É essa a linha de evolução religiosa monoteísta: primeiro o judaísmo, depois o cristianismo e, por último, o islã. A fato de serem religiões distintas, que se originaram umas nas outras, faz com que as três possuam vários elementos em comum. E as divergências se originam, justamente, da ambição de de domínio de cada qual por esses elementos comuns, que, na maioria das vezes, se traduzem em lugares sagrados. Poucos sabem, mas, Jesus, que era judeu, é um dos seis mais importantes profetas do Islã e o Al Corão, o livro sagrado islamita, dispensa mais páginas à passagem da Virgem Maria do que o próprio Novo Testamento e esta última descende, diretamente, da Casa de Davi, o rei que unificou as 11 tribos de Judá na Reino de Israel - Isso, só para demonstrar, grosseiramente, o quão relacionadas estão as três religiões monoteístas.
RETROSPECTO HISTÓRICO DA REGIÃO DO CONFLITO
Pois bem, feita esta resumida introdução, vamos à origem religiosa do conflito em si. Segundo a tradição, Deus ordenou aos judeus que fosse construído um grande templo em sua honra, para guardar a Arca da Aliança, contendo os Dez Mandamentos. Em 960 AC, o rei Salomão termina a obra, erguendo, em Jerusalém, sobre o lugar onde se acredita ter ocorrido o episódio em que Abraão sacrificaria seu filho Isaac em prova de fé, um dos mais monumentais e belos templos da antiguidade. O Templo de Salomão representava a unidade nacional judaica e nele funcionavam as maiores instituições do Estado judeu. Em 585 AC, o Templo é destruído pelos babilônios. Décadas depois, ele é reconstruído e destruído novamente, desta vez, pelos Assírios. Em 4 DC, o Templo é reconstruído pelo rei Herodes. Certa vez, Jesus, que visitava o Templo, constantemente, profetizou: “não ficará pedra sobre pedra”. Em 67 DC, os Romanos destroem o Templo e, com seus ricos despojos, constroem o Coliseu, em Roma. A partir daí, os judeus são expulsos de Jerusalém e o Cristianismo se instala na Terra Santa. Então, surge o Islã, uma religião, estritamente, voltada para o comércio, assim como as demais, e com um forte impulso expansionista, baseado na Jihad, a Guerra Santa. É o tempo das Cruzadas, as guerras entre cristãos e islâmicos por entrepostos comerciais, como Jerusalém, por exemplo. Em 1187, Jerusalém é, definitivamente, tomada pelos islâmicos que constroem sobre as ruínas do Templo de Salomão a Grande Mesquita do Domo da Rocha, um dos mais importantes templos islâmicos.
A MESQUITA E O TEMPLO DE SALOMÃO
Então, a História passa pela idade média, moderna e contemporânea, chegando ao pós guerra, quando em 1948, é refundado, com apoio da ONU, o Estado de Israel, iniciando-se uma grande onda migratória de judeus exilados para a Terra Santa. Só que então, depois de todo o processo histórico ocorrido, ao retornarem ao seu país original, os judeus se depararam como uma mesquita construída onde se localizava o sagrado Templo de Salomão. A ausência do Templo representa uma lacuna pesada na religião, na cultura e no Estado Judeu. Para o judaísmo sua reconstrução é imprescindível. O grande problema é que para reconstruí-lo faz-se necessário destruir a mesquita islâmica, o que é, totalmente, inaceitável para os árabes. É esse o fundamento religioso do conflito. De uma forma ou de outra, toda a tensão naquela área gira em torno da possível reconstrução do Templo de Salomão. Claro que por traz da religião também existem as questões geopolíticas, econômicas, étnicas e etc.

Foto da Esplanada do Templo de Salomão, para os judeus, e Esplanada das Mesquitas, para os palestinos. Foi neste lugar que o patriarca de judeus e islâmicos, Abraão, recebeu a intervenção da arcanjo Gabriel, quando estava pronto para sacrificar a vida de seu filho, como forma de demonstração de fé a Deus. Segundo a tradição judaica, o filho era Isaac, do qual descende todo o povo judeu. Mas, segundo a tradição islâmica, o filho era Ismael, de quem descende todo o povo islâmico. É neste lugar também que o maior profeta do Islam, Maomé, acendeu aos céus. O domo dourado é da Mesquita, que foi construída onde se localizava o Templo de Salomão. O muro abaixo da Mesquita é o famoso Muro das Lamentações, que nada mais é que um muro de arrimo, que sustentava o Templo de Salomão e onde, como o próprio nome diz, os judeus lamentam a ausência e a perda do templo sagrado.
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Brasil Reconhece Estado Palestino
-O Globo-
O Brasil reconheceu o Estado palestino, considerando as fronteiras de 1967, o que significa identificar todos os territórios ocupados na Cisjordânia (Jerusalém Oriental e arredores) como parte da nação palestina. A decisão, comunicada no início da tarde desta sexta-feira pelo Palácio do Itamaraty, atende a um pedido formalizado em carta enviada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 24 de novembro.
Os territórios ora reconhecidos pelo governo brasileiro como parte do Estado palestino foram ocupados por Israel em junho de 1967, ao final da Guerra dos Seis Dias, conflito que opôs Israel aos vizinhos árabes (Egito, Síria e Jordânia).
De acordo com a chancelaria brasileira, a decisão "não implica abandonar a convicção de que são imprescindíveis negociações entre Israel e Palestina, a fim de que se alcancem concessões mútuas sobre as questões centrais do conflito".
"A iniciativa é coerente com a disposição histórica do Brasil de contribuir para o processo de paz entre Israel e Palestina, cujas negociações diretas estão neste momento interrompidas, e está em consonância com as resoluções da ONU, que exigem o fim da ocupação dos territórios palestinos e a construção de um Estado independente dentro das fronteiras de 4 de junho de 1967", afirma a nota do Itamaraty.
O governo Lula ainda argumenta que mais de cem países reconhecem o Estado palestino, entre eles todos os principais parceiros do Brasil em negociações multilaterais, como Índia, China, Rússia e África do Sul. E destaca que todos são países que "mantêm relações fluidas com Israel".
"Paralelamente, nunca foram tão robustas as relações bilaterais com Israel. Os laços entre os dois países têm-se fortalecido ao longo dos anos, em paralelo e sem prejuízo das iniciativas de aproximação com o mundo árabe e muçulmano", informa a chancelaria.
Na nota, o Ministério de Relações Exteriores ainda diz que o reconhecimento do Estado palestino reafirma "sua tradicional posição de favorecer um Estado palestino democrático, geograficamente coeso e economicamente viável (...) Apenas uma Palestina democrática, livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios israelenses por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional".
O Itamaraty também explica que o Brasil reconhece a Organização para Libertação da Palestina (OLP) desde 1975, entidade extinta e que deu lugar à Autoridade Palestina. Em 1993, o Brasil autorizou a abertura de Delegação Especial Palestina, com status diplomático semelhante às representações das Organizações Internacionais. Em 1998, o tratamento concedido à Delegação foi equiparado ao de uma embaixada.
O Brasil reconheceu o Estado palestino, considerando as fronteiras de 1967, o que significa identificar todos os territórios ocupados na Cisjordânia (Jerusalém Oriental e arredores) como parte da nação palestina. A decisão, comunicada no início da tarde desta sexta-feira pelo Palácio do Itamaraty, atende a um pedido formalizado em carta enviada pelo presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 24 de novembro.
Os territórios ora reconhecidos pelo governo brasileiro como parte do Estado palestino foram ocupados por Israel em junho de 1967, ao final da Guerra dos Seis Dias, conflito que opôs Israel aos vizinhos árabes (Egito, Síria e Jordânia).
De acordo com a chancelaria brasileira, a decisão "não implica abandonar a convicção de que são imprescindíveis negociações entre Israel e Palestina, a fim de que se alcancem concessões mútuas sobre as questões centrais do conflito".
"A iniciativa é coerente com a disposição histórica do Brasil de contribuir para o processo de paz entre Israel e Palestina, cujas negociações diretas estão neste momento interrompidas, e está em consonância com as resoluções da ONU, que exigem o fim da ocupação dos territórios palestinos e a construção de um Estado independente dentro das fronteiras de 4 de junho de 1967", afirma a nota do Itamaraty.
O governo Lula ainda argumenta que mais de cem países reconhecem o Estado palestino, entre eles todos os principais parceiros do Brasil em negociações multilaterais, como Índia, China, Rússia e África do Sul. E destaca que todos são países que "mantêm relações fluidas com Israel".
"Paralelamente, nunca foram tão robustas as relações bilaterais com Israel. Os laços entre os dois países têm-se fortalecido ao longo dos anos, em paralelo e sem prejuízo das iniciativas de aproximação com o mundo árabe e muçulmano", informa a chancelaria.
Na nota, o Ministério de Relações Exteriores ainda diz que o reconhecimento do Estado palestino reafirma "sua tradicional posição de favorecer um Estado palestino democrático, geograficamente coeso e economicamente viável (...) Apenas uma Palestina democrática, livre e soberana poderá atender aos legítimos anseios israelenses por paz com seus vizinhos, segurança em suas fronteiras e estabilidade política em seu entorno regional".
O Itamaraty também explica que o Brasil reconhece a Organização para Libertação da Palestina (OLP) desde 1975, entidade extinta e que deu lugar à Autoridade Palestina. Em 1993, o Brasil autorizou a abertura de Delegação Especial Palestina, com status diplomático semelhante às representações das Organizações Internacionais. Em 1998, o tratamento concedido à Delegação foi equiparado ao de uma embaixada.
Teleférico: o Sonho Acabou

Acabo de saber que uma empresa de Poços de Caldas teria recebido trinta mil reais da Prefeitura para confirmar o óbvio: João Monlevade não possui potencial turístico que viabilize a instalação de um teleférico. É um momento de profunda tristeza para o Monlewood. Confesso que tenho sonhado, recorrentemente, com o teleférico. Desde que li o Programa de Governo de Prandini, não há sequer uma noite em que pego no sono e minha abstração não me coloca a bordo de uma pequena e equilibrada gôndola, que, estampada com os dizeres “Teleférico da Gente”, desliza, suavemente, por um fio oscilante, no mais puro balé aéreo, movendo-se entre voçorocas terríveis e as apocalípticas crateras do Areião, enquanto a mais refrescante e delicada brisa do crepúsculo me faz sentir o cheiro pútrido do lixo descartado pela Prefeitura à beira das nascentes. É uma pena. Prandini fecharia seu mandato com chave de ouro.
Frase da Semana
“Quem pariu Mateus que o embale.”
Extraída da coluna Emporum da edição de hoje do jornal A Notícia.
Extraída da coluna Emporum da edição de hoje do jornal A Notícia.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
O Vereador e a Escola
Semana passada, estava eu conversando com um vereador sobre a necessidade de se priorizar a educação pública municipal. Dizia a ele que se conseguíssemos remodelar e reestruturar as escolas do Município, nossa cidade melhoraria, em todos os sentidos, e daríamos o decisivo grande passo rumo ao desenvolvimento definitivo. Propus a ele que usássemos, pelo menos, a metade da receita advinda da duplicação da Usina para a constituição de um fundo municipal de investimento na educação, através do qual poderíamos instituir a escola em tempo integral, conceder mais dignidade salarial aos professores e investir mais em infra-estrutura e qualificação dos profissionais do setor. Conversei, conversei e conversei.... e o vereador ficou me olhando, atônito, como se eu fosse um extra terrestre. Então, como última forma de convencimento, me vali do Relatório de Desenvolvimento Humano, publicado recentemente pelas Nações Unidas, no qual se reconheceu que a má qualidade da educação se caracteriza como a principal causa de todas as mazelas brasileiras. Aí, a perplexidade tomou conta, por completo, do edil. O maior entrave à educação de qualidade não passa pela falta de recursos, baixos salários dos professores, nem nada disso. Neste, como em todos os casos, o maior entrave é que a sociedade, como um todo, não enxerga a educação de qualidade como prioridade. Para a maioria das pessoas, se há vagas, merenda e transporte escolar, a escola está funcionando bem. Enquanto a sociedade não perceber que a escola vai de mal a pior e que a educação é fundamental para o desenvolvimento humano do país, nada se resolverá.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Blog do Melo
Hoje, o Marcelo Melo escreveu um texto intitulado “A culpa é de quem manda e não de quem obedece”, sobre o qual gostaria de tecer algumas considerações, na posição de ex-vice presidente do Partido Verde/JM, de Representante Jurídico e advogado da coligação que elegeu o atual prefeito e de apoiador incondicional de Prandini, do ano de 2004 à abril de 2009, quando deixei o governo. Pela experiência que tive durante todo este período, pude concluir de maneira inequívoca que o governo que aí está é o resultado e o reflexo de Emerson Duarte. É ele quem toma, exclusivamente, as decisões de governo. E foi essa a maior de todas as inconformidades que me levaram a deixar o governo. Primeiro, porque o Emerson Duarte não fora eleito para tal. Segundo, porque esse modelo não estava nem está dando certo. E terceiro, porque, a meu ver, se Prandini pretendia delegar o poder das urnas à alguém, deveria, ser a seu partido, o que nunca ocorreu, nem mesmo da maneira mais tênue. Nós, que acreditávamos em Prandini como aquele que poderia construir uma João Monlevade mais humana, mais próspera, mais justa e mais cultural, não empenhamos vários anos de nossas vidas para eleger alguém que nos fizesse meros empregados da Prefeitura. O fizemos para participar de um processo de mudança, em que cada qual teria o seu lugar e a oportunidade de colaborar para a execução de um projeto muito maior do que qualquer indivíduo. Mas Prandini virou as costas para esse compromisso, optando pela delegação incondicional do poder que lhe fora conferido pelas urnas a seu assessor de governo, causando a debanda geral de sua base, de uma forma ou de outra. E o resultado é este que aí está. Por fim, com uma coisa eu concordo com o Melo. Apesar de este governo ser sim o mais fiel reflexo de Emerso Duarte dentro daquilo que defino como Pacto Umbilical, a responsabilidade é toda de Prandini. É ele o prefeito e foi ele quem optou por esses caminhos. É a melhor situação para o jargão: a culpa é do Prandini.
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