terça-feira, 20 de agosto de 2013

Consulesa

Na visita da consulesa dos Estados Unidos, Merry Miller, ocorrida na última sexta-feira, na Amepi, o destaque ficou para a manifestação promovida em conjunto pelos professores da rede pública e pelo Grupo Transparência Monlevade.
Empunhando faixas e cartazes, os manifestantes anunciavam o estado de greve dos professores e cobravam por mais ética, transparência e responsabilidade no trato da coisa pública.
A presença da autoridade diplomática na Amepi se deveu a interesses econômicos, já que empresas da região também foram visitadas por Merry Miller.   
Durante a visita, quem também robou a cena foi a descomunal BMW (foto), com a qual a consulesa chegou a João Monlevade. Um policial presente, também impressionado com o carro, consultou a base de dados da Polícia Militar e constatou que se tratava de uma BMW 740, ano 1998, ou seja, com 15 anos de uso, mas em impecável estado de conservação.
Quem diria... a consulesa é americana, mas o carro e alemão.
É a danada da globalização, que não deve ser entendida, necessariamente, com a imposição de uma nova era de exploração dos países fora do eixo econômico-financeiro mundial, com ainda é o caso do Brasil.
Na globalização, os países se especializam na atividade econômica que mais se alinha diante das vocações nacionais. No Brasil e, principalmente, na Região do Médio Piracicaba, as vocações óbvias ficam por conta das riquezas do subsolo, do agronegócio e da indústria de base.
Quem sabe se aproveitássemos a criatividade de nossa gente, o lado bom do chamado jeitinho brasileiro, para conduzir um processo de desenvolvimento de inovação, ciência e tecnologia, baseado numa escola de ensino integral, filosófico, cívico e ético, daqui a 20 anos, o cônsul dos EUA possa nos visitar a bordo de um carro produzido no Brasil?       

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

½ Serviço: Reparo em Rede do Hospital Margarida

Recentemente, uma equipe de serviços da Prefeitura/Dae esteve realizando reparo numa rede de esgoto no entorno do Hospital Margarida.
Tiveram de abrir o calçamento de um dos acessos ao hospital, reparar a rede e, posteriormente, refazer o leito da rua. E nesta última etapa, deixaram um excesso de terra (fotos) sobre a via reparada. Agora, estão esperando apenas a próxima chuva para tudo se transformar num lamaçal. Com a competência na lama assim, fica difícil de Monlevade avançar.    

Virou

O tempo virou. Uma frente fria e úmida acaba de atingir o Município. No alto do Bairro Vila Tanque até garoou, agora há pouco.
É bom que desfavorece essas queimadas generalizadas que vêm ocorrendo cidade a fora.
E Corpo de Bombeiros, nada!
Quem sabe, agora, que seu filho é prefeito, Mauri emplaca, lá do governo de Minas, uma unidade do corpo de bombeiros, que é uma corporação estadual, para João Monlevade. Porque, nos vinte anos em que foi deputado, nada fez neste sentido.       

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Areão

Pessoalmente, não vejo incompatibilidade em se realizar eventos culturais em áreas de relevância ambiental. É o que acontece, por exemplo, no Parque das Mangabeiras, em BH: o local é uma área de preservação ambiental e também recebe shows, eventos e etc.
Mas, entre o parque belorizontino e o Areão existe uma distância enorme, em todos os aspectos.
O primeiro grande problema é a forma confusa com que o Areão é tratado no Município. Ao contrário do que se propaga, o Areão ainda não é, majoritariamente, uma área de preservação ambiental e sim uma área de recuperação ambiental que apresenta elementos frágeis e insipientes que devem ser preservados.
Em meio a tantas crateras, voçorocas e bacias de contenção, já existe uma micro-fauna e flora que devem ser preservadas. Mas, no grosso, o Areão demanda é por recuperação quase que geral de solo, da vegetação, das nascentes e etc.
Trata-se de um processo tão delicado que se não for manejado de forma adequada pode prejudicar o pouco que já se fez lá em matéria ambiental.
E é aí, que a cavalgada esbarra. Como impedir que uma festa de tamanha magnitude não prejudique o pouco que já foi conquistado no Areão, se não existe, sequer, um estudo ambiental da área?     
Somente um estudo sério de como o Areão se comporta diante de um evento como a cavalgada, seja sob o enfoque do impacto sob sua fauna, flora, solo, cursos d’água e até do controle de zoonoses, pode dizer se a festa prejudica ou não a área.
E, obviamente, na falta de tal estudo, a cautela aconselha que a cavalgada não seja realizada lá, se é que existe alguma política ambiental séria nesta cidade. Será que existe? Com a palavra o secretário de meio ambiente, Zezinho Despachante, criador de curió e mais recentemente, envolvido em escândalo de assédio sexual.



segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Zezinho Despachante e os mais Escandalosos da História

O grupo do prefeito Teófilo Torres é, sem dúvida, o mais escandaloso da história política de João Monlevade.
O pai, o ex-deputado Mauri Torres, é um dos pivôs do Mensalão Mineiro, tendo avalizado um cheque no valor atualizado de 1 milhão de reais para a empresa SMP&B de Marcos Valério.
O próprio prefeito já está com parte de seu patrimônio bloqueado pela Justiça e é réu em processo de improbidade administrativa, em que responde pela acusação de ter figurado como funcionário fantasma (ou o equivalente) no Município de Nova Serrana.
O líder do governo na Câmara, o vereador Djalma Bastos, é investigado pelo Ministério Público por manter contrato ilícito com a Prefeitura.
Telles Superação, vereador da base do governo na Câmara, é acusado de nepotismo (fisiologismo).
E, agora, sob a temática do assédio sexual, vem à tona mais um grave escândalo que envolve, diretamente, o secretário de maio ambiente da administração Teófilo Torres/Moreira, Zezinho Despachante.
O anúncio do rejeitado nome de Despachante para a pasta do Meio Ambiente já havia rendido muito desgaste para o governo. Zezinho ficou na corda bamba até apresentar alguns eventos meia boca na semana do meio ambiente. A partir daí, os rumores de que Despachante “não tardaria a cair”  diminuíram. Mas, diante deste novo fato, sua presença na administração se torna, completamente, insustentável, sob o ponto de vista ético/moral. A não ser que queiram seguir "avançando" até atingirem o posto dos mais escandalosos da Galáxia.  

sábado, 10 de agosto de 2013

Matriz de Caeté: "Fotografar, Nem Pensar"

Essa é a Igreja Matriz de Caeté, o berço do sangrento conflito que daria origem à Minas: a Guerra dos Emboabas. Construção monumental e identitária da primeira metade do séc. XVIII e precursora do Rococó Mineiro, um dos mais belos que já vi. Simplesmente, impressionante! E como quase sempre em Minas, não se pode fotografar o interior da igreja. Por que não se permitir a divulgação de uma atração com altíssimo potencial turístico?
Quem vai ao Museu do Louvre, na França, pode fotografar a Monalisa de Da Vinci o quanto quiser e de todas maneiras possíveis.
Em Minas a Unesco não permite fotos do barroco mineiro. Querem manter escondidas riquezas artísticas de Minas, para seguirem convencendo o mineiro de que ele é um jeca, já que o jeca não pode produzir arte em tamanho esplendor! E assim fazem o mineiro esquecer de sua origem mineradora revoltosa  para continuarem a pilhar, livremente, o subsolo mineiro em troca de royalties aviltantes.  
Esse processo de depressão forçada da cultura mineira começa em 1897, com a tentativa de se esvaziar Ouro Preto, transferindo-se a capital do estado para BH, passa pelo incêndio de um dos principais centros de formação da cultura mineira, em 1968, o Colégio do Caraça, e chega aos dias de hoje com essa mídia covarde que quer a todo custo convencer o mineiro de que ele é um jeca-tatu, quando, na verdade, Minas nasce e se estabelece urbana, insurgente e barroca.   

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Meio Serviço ² (ao quadrado)



Como demonstram as fotos acima, já tem tampa de bueiro nivelada há poucos dias pelo governo Teófilo Torres/Moreira ruindo e trasbordando esgoto no meio da rua, no asfaltamento do Bairro Vila Tanque. 
Com a competência ruindo assim e , literalmente, no esgoto, fica difícil de Monlevade avançar.



quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Segunda Baixa

Desde o último fim de semana, alegando motivos pessoais, a secretária de trabalho Social, Cléa Magna Duarte, pediu exoneração de seu cargo no primeiro escalão do governo Teófilo Torres/Moreira.
Outro do grupo que, recentemente, também pediu exoneração foi o assessor de comunicação da Câmara, Thiago Moreira.
Ao que parece, as coisas não andam tão, politicamente, estáveis nos bastidores do feudo dos Torres.
E diante de um governo paralítico, de pouquíssimos resultados, e dentro de um contexto de amálgama político embasado quase que exclusivamente no passionalismo inconsciente do falso mito de um ex-deputado que tem pouco do currículo a apresentar, além do seu envolvimento direto com o Mensalão Mineiro, a tendência é de mais instabilidade, na medida em que tal esquema de corrupção passe a integrar a pauta do Supremo Tribunal Federal, nos próximos 12 meses, como já garantiu o Procurador Geral da República, Roberto Gurgel.      

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aumento da Tarifa D'água: O Populismo Moreirista no Estelionato Eleitoral de Teófilo Torres

Não confunda o popular com o populista! Popular é aquilo que vem do povo. Populista é aquela medida eleitoreira que, num primeiro momento, agrada o povo, mas que, em médio ou longo prazo, traz grandes prejuízos para a coletividade.
A campanha de reeleição do radialista Carlos Ezequiel Moreira, em 2004, teve como principal plataforma eleitoral a isenção indiscriminada da tarifa d’ água, que teve início poucos meses antes do pleito daquele ano.
Naquela ocasião, o eleitor achou ótimo não ter que pagar pela água que consumia e Moreira foi reeleito.
Posteriormente, no decorrer dos anos, a vigência da chamada “Taxa Mínima”, que nada mais foi do que uma irresponsável renúncia de receita com fins eleitoreiros,  foi corroendo a capacidade de investimento e de custeio do DAE, o que resultou num quase total sucateamento da autarquia, em que a falta d’água se tornou uma infeliz constante que chega aos dias atuais, afetando, recorrentemente, vários pontos da cidade.
Envolvido em vergonhosos casos de corrupção e autor de incontáveis atos de improbidade administrativa, Carlos Moreira se viu impedido de participar do último pleito eleitoral pela celebrada Lei da Ficha Limpa, mas não largou o osso: colocou-se, prontamente, por detrás do então candidato Teófilo Torres e, como não poderia ser diferente, trouxe consigo o velho e danoso populismo moreirista de sempre: prometeu voltar com a “Taxa Mínima”.
E com essa e outras promessas populistas, somadas à falsa mistificação da figura do pai, o ex-deputado mensaleiro Mauri Torres, e a descomunal colaboração do maior cabo-eleitoral reverso da história do Município, o ex-prefeito Gustavo Prandini,  Teófio foi eleito com grande margem de votos.
Agora, seis meses depois de empossado – muitos têm dúvida a respeito disso – o prefeito Teófilo Torres contraria sua mais emblemática promessas de campanha e, ao invés de reinstituir a “Taxa Mínima”, aumenta a tarifa d’água em 15%.
Se este aumento vai colaborar para o restabelecimento da viabilidade econômica do Dae, diminuindo, assim, a falta d’água na cidade, isso vai depender da competência do governo (?) e da responsabilidade (?) dos vereadores. Mas, que é uma prova inconteste do mais ardiloso estelionato eleitoral... isso é. 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

½ Serviço: Nivelamento dos Bueiros





Depois de Dr. Stanley reclamar, o governo Teófilo Torres/Moreira resolveu nivelar as tampas dos bueiros do asfaltamento realizado, recentemente, no Bairro Vila Tanque, com recursos angariados pelo último governo. E vejam só como o serviço foi feito: completa falta de sinalização, pneus e pedregulhos no meio da rua e as tampas dos bueiros ainda continuam meio desniveladas. Com a competência desnivelada assim, fica difícil de Monlevade avançar.