quarta-feira, 16 de abril de 2014

A 3 Meses da Campanha de Tito Torres, Teófilo Inicia Limpeza da Cidade


Finalmente, depois de 16 longos meses de administração Torresmista , o governo homônimo inicia a limpeza do eixo viário que liga as duas principais regiões econômicas da cidade: Centro Comercial ao Centro Industrial . Logo agora que estamos, a pouco mais de três meses do início das campanhas políticas, no ano eleitoral em que Teófilo Torres tem a tarefa de eleger seu irmão Tito Torres deputado pela Assembléia de Minas. E isso porque contratou empreiteira!
Por que todo ano não é ano eleitoral?!
E fica claro, maus uma vez, que o projeto (?) daqueles que aí estão se volta apenas para a busca pelo poder e não para o desenvolvimento efetivo do Município.

ALERTA: “ano que vem não tem eleições”.   

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Mittal Sequestra o Silêncio das Noites


Há meses, o marajá supremo das Índias Orientais, vossa eminência celestial, Sir Lakshmi Mittal, instalou duas imensas turbinas de resfriamento (no c
entro da foto) que consomem grande quantidade de água do sofrido Rio Piracicaba, a poucos metros da Av. Getúlio Vargas, entre a fábrica de oxigênio e as baias de virada de escória líquida e incandescente (alguém já presenciou a virada da escória incandescente?O céu fica vermelho).
Ocorre que tal equipamento passa dia e noite, emitindo um forte zunido característico que afeta toda aquela vizinhança, como o entorno do Social Clube, regiões do Bairro Vila Tanque e até mesmo do Bairro Pedreira, além de outros, certamente.
Para se ter uma idéia da intensidade e gravidade da situação, durante a noite, é a única coisa que se ouve na Praça da Paz, no Bairro Vila Tanque, por exemplo.
E Mittal age assim. Instala equipamentos que perturbam bairros inteiros, sem dar a menor satisfação ao povo monlevadense, sem promover as necessárias mitigações, com se estivesse na Índia, e segue como se tudo estivesse dentro da normalidade.
Enquanto isso, as pessoas passam a achar normal a vida numa cidade imunda, dos efeitos da mineração e da emissão de sinter e outros poluentes, além desse novo cartão postal monlevadense, capaz até de alienar das noites o tão necessário silêncio absoluto.       

terça-feira, 8 de abril de 2014

Railton Critica "Paternalismo Político"

Quem procura chifre na cabeça de cavalo acaba encontrando. Como não pode discutir o presente, ou seja, a situação atual da cidade, sem expor toda a inoperância e dezelo da administração Moreira/Teófilo/Laura para com o Município, o presidente da Câmara, Guilherme Nasser, resolveu discutir as próximas 5 décadas de João Monlevade, realizando uma série de reuniões temáticas as quais denominou de “Monlevade em Foco: os Próximos 50 anos”.
E quem roubou a cena de uma dessas reuniões, realizada na sede do Legislativo, na última sexta feira, foi ninguém menos do que o vice-prefeito de João Monlevade, Railton Franklin.
Além do surpreendente e antológico discurso que proferiu contra o processo de exploração que a Arcelormittal tem afligido ao Município, Railton dirigiu duras críticas ao que classificou de “paternalismo político” numa clara alusão ao modelo político-administrativo instalado em João Monlevade, em que o ex-deputado Mauri Torres, se valendo de um sistema estruturado de interesses duvidosos, busca encaminhar sua prole e seus apadrinhados a ocuparem cargos de poder.
Estivesse, realmente, legislando ou fiscalizando o Município, Guilherme Nasser poderia ter passado sem essa sai justa, que ainda rendeu uma nota desencontrada da Câmara enfiando, goela abaixo, de Dr. Railton, palavras que não foram ditas pelo vice-prefeito naquela oportunidade.         
De uma forma ou de outra, acende o sinal amarelo na base governista.

Guilherme Nasser Quer Desviar a Opinião Pública

Quem visita o incompleto e defasado site da Câmara de Vereadores, presidida pelo senhor Guilherme Nasser se depara com manchetes do tipo: “Câmara dá início ao projeto Monlevade em Focu: os próximos 50 anos” ou “Câmara solicita agendamento de reunião para tratar de segurança pública”, entre outras.
Nasser é do tipo de presidente que se esconde por traz de atividades estranhas à função legislativa, numa tentativa de desviar a opinião pública do resultado de sua gestão: uma Câmara que não se debruça sobre demandas substanciais e necessárias ao desenvolvimento do Município, como a necessária revisão do Código de Posturas, por exemplo. Nasser se propõe a discutir os próximos 50 anos de Monlevade, porque quer desviar as mentes de sua responsabilidade no governo fantasma de Teófilo Torres, já que além de ter figurado nas ultimas eleições como entusiasmado cabo eleitoral do atual prefeito, também atua como verdadeiro líder do governo torresmista na Câmara, contaminando a isenção política com que a presidência da casa deve conduzir os trabalhos e contribuindo para que o poder fiscalizador se curve diante do Executivo. 
Ora, se não dão conta do presente, vão discutir que futuro? Qual é o resultado prático da Câmara discutir o tema “Segurança Pública” se tal assunto é de competência dos estados? Faltou convocar o secretário de segurança pública do estado de Minas Gerais para a discussão, Guilherme Nasser.
Enquanto isso, no presente, a cidade cresce desordenada, caótica, carente de mobilidade, de asseio, de cultura, de educação, de saúde, de qualidade de vida...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Prandini Processa o Município de João Monlevade e Quer 100 mil

Gustavo Prandini está processando o Município de João Monlevade. Segundo Ação Ordinária ajuizada em 19 de dezembro de 2013 e em trâmite na 2ª Vara Cível da Comarca de João Monlevade, o  ex-prefeito que receber, corrigidos,  o 13º salário e as verbas relativas às férias remuneradas, mais 1/3, referentes ao período em que foi chefe do Executivo Monlevadense. O valor da causa é de 100.000,00 (cem mil reais). De seu exílio em Juiz de Fora, Prandini fundamenta seu pedido numa lei municipal e instrui o processo com um parecer jurídico emitido pela Procuradoria do Município, ainda durante seu governo e assinada pelo advogado José Carlos Pereira Neto e pelo ex-procurador Nuno Rebelo. Prandini também requereu o beneficio da justiça gratuita, por não ter condições de arcar com as custas do processo, segundo alegou.  

terça-feira, 1 de abril de 2014

Ditadura Militar: 50 Anos de Atraso

A data de hoje marca os 50 anos do golpe militar que instalou a Ditadura Militar no Brasil. Foram mais de duas décadas de um regime violento e despótico que não apenas atrasou sobremaneira o desenvolvimento deste  país, como também revelou o quanto a elite brasileira é mesquinha, míope, retrograda e, umbilicalmente, atrelada a interesses que não são os nacionais.
Ao contrário do que povoa o imaginário nacional,  o Golpe de 64 não foi concebido pelos militares. Eles se prestaram apenas a instrumento da barbárie. O golpe foi engendrado pela chamada elite brasileira, composta pelos latifundiários, oligarcas, pelos donos dos grandes meios de comunicação e de produção etc, que, articuladamente,  se insurgiram contra as reformas de base pretendidas pelo governo do presidente, então, deposto João Goulart.
As alegadas indisciplina e quebra de patente foram apenas um pretexto utilizado pelos militares para o desfecho daquele 1° de abril. Na verdade, quem perpetrou o golpe contra a nação, como se deve frisar, foi a, historicamente, “favorecida”  elite brasileira, que naquele momento se encontrava aterrorizada diante da perspectiva de um país, integralmente, moderno, mais justo e afastado dos ranços do Brasil-Colônia das Capitanias Hereditárias e dos coronéis.
Foi a elite que não aceitou a reforma agrária, a reforma política, a reforma educacional, a reforma tributária e tantas outras pretentidas naquele momento e que, 50 anos depois, ainda são, justamente, a mesmas demandas por esse país.
Ora, se hoje, nada data de 1° de abril de 2014, o Brasil ainda demanda, fundamentalmente, por todas aquelas reformas que não foram implementadas em 1964, a lição objetiva que fica da Ditadura Militar só pode ser uma: que aquele golpe atrasou este país em 50 anos. Tivéssemos efetivado aquelas reformas naqueles idos, hoje, certamente, estaríamos muitíssimo mais perto do desenvolvimento que tanto almejamos e que nunca chega. Mas, a elite assim não o quis...
E nesta amarga e salgada conta deixada por mais de duas décadas de ditadura, além dos mortos, dos perseguidos, dos desaparecidos e de todas as violações contra a condição humana que ocorreram,  também deve ser contabilizado talvez o mais pesado legado daqueles dias de trevas a reverberar nos dias atuais: uma classe política corrúpta e descompromissada com a responsabilidade de administrar a Coisa Pública.
Ocorre que durante a Ditadura Militar, os políticos brasileiros foram forçados a entregar a gestão do país aos militares, criando-se, assim, durante os mais de 20 anos que se seguiram, toda uma geração de políticos “desabituados” das questões administrativas nacionais e protegida por um sistema em que não havia independência entre os poderes, liberdade de imprensa, de comunicação e de opinião, ou seja, um ambiente perfeito para propagação da corrupção generalizada, que se verifica até hoje.  Com o fim da ditadura, essa mesma classe política de “desabituados” voltou ao governo da nação, no entanto, já inserida dentro de uma cultura política avessa às questões administrativas do país, o que também se pode ser verificado com muita força até os dias atuais. Significa dizer que esses políticos incompetentes e corruptos de hoje são, em grande medida, filhos e netos dessa ditadura que alguns desavisados ainda têm a coragem de defender.  
E não foi só isso... Os militares acabaram com as ferrovias do Brasil, a fim de sufocar os movimentos contrários à ditadura que partiam dos sindicatos dos ferroviários. Colocaram fogo na Biblioteca do Caraça (tese em construção). Mataram Juscelino e o próprio Jango, como hoje se cogita. Em suma,  cometeram atentados diversos contra tudo e contra todos... Ditadura, nunca mais!           

quarta-feira, 26 de março de 2014

Os Efeitos da Confissão de Culpa de Teófilo Torres

Não é possível  votar, conscientemente, sem ates, se avaliar o histórico do candidato. Ninguém nega sua natureza, principalmente, depois de assumir o poder. Significa dizer que, se o eleitor elege um candidato com histórico de roubo, por exemplo, ele estará colocando no poder um ladrão que, invariavelmente, roubará tudo que lhe for possível na condição de mandatário do povo.
Assim que definido o nome de, Teófilo Torres, para concorrer às ultimas eleições municipais, pouco se sabia da vida regressa do então candidato, a não ser que o mesmo se tratava do filho do ex-deputado, Mauri Torres. Mas então, ainda durante a campanha, chegou à João Monlevade a relevante notícia de que o filho de Mauri era acusado de ser funcionário fantasma no município de Nova Serrana.
Na época, muitos alegaram que o Caso de Nova Serrana não passava de intriga da disputa eleitoral e, portanto, de um ataque infundado à imagem do então candidato. Houve quem afirmasse que tal situação comprometia apenas o prefeito daquele município e que Teófilo Torres não tinha dolo ou culpa de nada. Aliás, durante toda sua campanha, o próprio Teófilo Torres negou, peremptoriamente, todos os fatos que lhe eram imputados. E mesmo assim, Teófilo foi eleito: Prandini, realmente, foi o maior cabo eleitora, às avessas, da história de João Monlevade.  
Pouco tempo depois de empossado, a Justiça bloqueou os bens de Teófilo Torres, numa decisão liminar exarada dentro da Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público, com o fundamento de que havia fortes indícios de que o filho de Mauri, realmente, teria “atuado” como funcionário fantasma em Nova Serrana, o que, a princípio, já era suficiente para abalar a idoneidade moral do atual prefeito de Monlevade.
Até, recentemente, o povo monlevadense ser surpreendido com a notícia de que o prefeito de João Monlevade, Teófilo Torres, teria devolvido ao erário de Nova Serrana o valor de 165.000,00 reais, correspondentes aos 25 meses de salários que o recebeu em Nova Serrana, enquanto teria perdurado sua condição de funcionário fantasma.
Pela ótica jurídica, tal decisão apenas se justifica, caso Teófilo pretenda requer em juízo o desbloqueio de seus bens, já que a devolução dos salários recebidos não obsta o prosseguimento da Ação Civil Pública, tão pouco impede uma possível condenação por ato de improbidade administrativa em que o atual prefeito poderia incorrer nas sanções de perda da função pública, suspensão dos direitos políticos de cinco a oito anos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano ao erário e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.  
Agora... sob a ótica política, a devolução dos salários a Nova Serrana só pode ser interpretada como a confirmação de que o prefeito mentiu a todo tempo a respeito do “Caso Nova Serrana” e, portanto, como uma vergonhosa confissão de culpa, que também sugere que o atual prefeito de João Monlevade, diante da insatisfação geral da população em relação a seu paralítico governo, estaria jogando a toalha.
E que fique para o povo monlevadense a lição: eleger um candidato com histórico de funcionário fantasma é, invariavelmente, encomendar um prefeito-fantasma para administrar Monlevade, como parece ser a sensação de quem vive numa cidade entregue às traças, sem comando e sem governo.          

terça-feira, 18 de março de 2014

A Árvore que Cai

Este belo exemplar de Tulipeira, plantado no passeio, não muito distante do ponto em que houve aquele recente e irresoluto desmoronamento de parte da pista da Avenida Getúlio Vargas no Bairro Areia Preta, está adernando, perigosamente, sobre o barranco. Ocorre que esta grande árvore ainda pode ser escorada a fim de ser salva e de se evitar prejuízos, potencialmente, causados por sua queda, que, além de afetar a rede da Cemig que se encontra ao lado, também pode danificar o balaustre público que aparece na foto, podendo, inclusive, atingir o ramal ferroviário da Arcelormittal que se encontra logo abaixo.  Prevenir é melhor do que remediar.     

quarta-feira, 12 de março de 2014

Já Teve

A cidade que já teve.
Santa Bárbara vai sorrir,
Este título do atraso,
Veio parar aqui.

Já tivemos opções,
Não consigo esquecer.
Hoje o povo fica em casa,
Por não ter o que fazer.

Campeonato de futebol,
Times para torcer.
Monlevade já teve,
Momentos para o lazer.

Festival da canção,
O povo estava lá.
Monlevade já teve,
Motivos para cantar.

Cinema, que saudade!
Filmes bons para assistir.
Monlevade já teve,
Dois para você ir.

Carnaval só alegria,
A grande festa do povo.
Monlevade já teve,
Que tal ter de novo?

Uma coisa não perdemos,
Parece que não tem jeito.
Sujeira e mato nas ruas,
Buracos e muito rejeito.

A cidade está perdida,
A gente só vê defeito.
Acredite você ou não,
Aqui já teve prefeito.

José Reinaldo, Transparência Monlevade

quinta-feira, 6 de março de 2014

Justiça Determina que Jornalista Monlevadense Retire Texto Ofensivo Publicado no Facebook

A juíza titular do Juizado Especial Cível da Comarca de João Monlevade, Marina Alcântara Sena, determinou em sede de Liminar que o blogueiro e colunista do site Última Notícia, o jornalista Marcelo Melo, retire sob pena de multa diária texto, recentemente, publicado no Facebook contendo ofensas contra a pessoa do contador Luís Cláudio Oliveira, membro do Grupo Transparência Monlevade.
As postagens foram publicadas, pelo jornalista Marcelo Melo nos grupos “Monlevade, ame-a ou desapareça”, “Eleições 2012-João Monlevade” e “Blogueiros de J. Monlevade City”, todos mantidos na rede social Facebook.
Do processo ainda constam pedido de direito de resposta e indenização pelos danos morais sofridos no valor de R$ 15.000,00. Audiência de tentativa de conciliação está designada para os próximos dias.