domingo, 31 de outubro de 2010

Poluição Visual ao Quadrado


Como se já não bastasse o forte e negativo impacto visual gerado pela variada gama de elementos de publicidade presentes por todo o ambiente urbano monlevadense, o descaso com o estado de conservação dos imensos estandartes publicitários instalados na Avenida Gentil Bicalho tem maximizado, exponencialmente, a situação de desconforto visual verificada no centro da cidade. Alguns deles estão rasgados, em frangalhos, com lonas dependuras sobre a via, afrontando a legislação municipal pertinente e desafiando o setor de fiscalização da Prefeitura pevista. A impressão de quem passa por aquela avenida é de uma cidade onde impera o desleixo administrativo e o desmazelo urbano.

Maravilha da Engenhosidade Humana

Perspectiva Planetária

sábado, 30 de outubro de 2010

Aquarius


When the moon is in the seventh house
And jupiter aligns with mars
The peace will guide the planets and love will steer the stars

This is the dawning of the age of aquarius
The age of aquarius

Aquarius
Aquarius

Harmony and understanding
Sympathy and trust abounding
No more falsehoods or derisions
Golden living dreams of visions
Mystic crystals revelations
And the minds true liberation

Aquarius
Aquarius

When the moon is in the seventh house
And jupiter aligns with mars
Then peace will guide the planets
And love will steer the stars

This is the dawning of the age of aquarius
The age of aquarius

Aquarius
Aquarius

"É o Bicho" Comenta a Função Social dos Terrenos Públicos

Caro, Fernando, estive afastado e ainda considero que nao posso, inteiramente e com frequência , estar comentando suas ideias,principalmente as políticas que acho muito pertinente, porque estou debruçado sobre um trabalho de pesquisa para defesa de minha dissertação, porém nao poderia deixar de comentar a matéria acima que acho de grande relevância por se tratar da coisa de todos, terra.Posso estar enganado e se estiver, peço que me corrija, pois passei o olho na Carta Magna e sobre o assunto achei o seguinte:A Carta Magna consagra em seu artigo 5º direitos e deveres tanto individuais quanto coletivos. O inciso XXIII do retromencionado artigo, prevê que "a propriedade atenderá a sua função social". Mais do que simples norma programática, a função social da propriedade constitui-se em princípio nuclear do texto constitucional vigente. Ademais, podemos mencionar os artigos 170, inciso III, e 182, § 2º, que condicionam o direito de usar, gozar e dispor da propriedade à função social, ou seja, à uma finalidade pública e não meramente privada. Há, também, o artigo 182 que remete à função social da propriedade rural, condicionando-a ao aproveitamento racional e adequado. O interesse público é, portanto, a finalidade única da Administração Pública. Em decorrência deste fato, todo ato de gestão deve visar ao interesse público imediato ou mediato, sob pena de anulação, por via judicial ou administrativa. Cabe mencionar as palavras do douto Ministro Nelson Jobim sobre o tema: "Observe-se que todos os atos a envolverem a administração e os serviços públicos dizem respeito diretamente à coletividade e, em conseqüência, há o interesse público a regê-los". E parece que nada disso, acima citado, foi observado antes da agora revogada ideia tresloucada do nosso prefeito principiante.MAis uma vez volto a pedir, estando eu errado,corrija-me, por favor!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Prandini Volta Atrás nas Vendas dos Terrenos Públicos

Acabo de ler no Blog Piolho de Cobra que o governo Prandini recuou na sua intenção de vender os sete terrenos públicos, como havia se anunciado. O gabinete acertou neste recuo. Vender imóveis do povo numa tentativa desesperada de se reconquistar a capacidade de investimento da Prefeitura, capacidade esta destruída pela própria irresponsabilidade financeira da atual administração configuraria mais um erro histórico da gestão prandinista. Mas, tal decisão, mesmo que acertada, reforça uma característica que tem marcado as ações governamentais de Prandini: o vai e vem. A falta de habilidade e de sensibilidade político-administrativa tem levado o governo a, recorrentemente, anunciar medidas e, depois, voltar atrás, o que tem contribuído ainda mais com a inércia e o marasmo que engessam a gestão pevista.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Depois de Quebrar a Prefeitura, Prandini Pretende Faturar com a Venda do Patrimônio do Povo

O prefeito Gustavo Prandini enviou para a Câmara um projeto de lei, visando a alienação de 7 áreas públicas do Município. Segundo justificativa do chefe do Executivo, o valor apurado com a venda do patrimônio público seria empregado na realização de obras no Município. Sinceramente, eta é a proposta mais absurda do atual governo até o momento, principalmente, em se considerando seu vergonhoso histórico financeiro. Os terrenos pertencentes à municipalidade devem ser encarados como uma espécie de reserva imobiliária estratégica, destinada a instalação de novas repartições públicas, conforme o crescimento da cidade as demande. Se Prandini pretendia investir na cidade deveria ter assumido uma postura de austeridade financeira que lhe permitisse tal pretensão. Más, ao contrário, optou por uma prodigalidade, nunca vista antes neste Município, que, praticamente, quebrou a Prefeitura, impondo conseqüências negativíssimas sentidas por toda a comunidade monlevadense. Permitir a dilapidação do patrimônio público, sob o pretexto de investimento em obras, numa já comprovada conjuntura irresponsabilidade financeira, é convalidar e premiar o mau administrador. A questão, agora, está nas mãos dos vereadores. Aquele que aprovar tal barbaridade será lembrado como o vereador que se uniu ao prefeito pródigo no mais vergonhoso ato de ataque e esfacelamento do patrimônio do povo.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Crescimento Econômico Descontrolado: Faca de Dois Gumes

Nos últimos meses, Monlevade tem apresentado indicadores de forte crescimento econômico. São empreendimentos imobiliários pipocando por várias regiões da cidade, novas lojas de comércio, novas revendas e concessionárias de veículos e etc. No entanto, parecemos estar diante de uma faca de dois gumes.Ou seja, o festejado crescimento de hoje pode representar a estagnação econômica de amanhã . A notória e incompreensível falta de interesse/sensibilidade da Administração Prandini para com o desenvolvimento econômico do município, certamente, comprometerá seu potencial de crescimento, futuramente. É imprescindível que o atual governo deixe de ser revel neste processo e passe a atuar nos setores econômicos, protagonizando, racionalmente, o crescimento da cidade. Sabemos que a atual situação financeira da prefeitura – fruto da irresponsabilidade e do gasto desenfrenhado de alguns - não permitirá a instalação da infra-estrutura pública mínima necessária a acolher os novos investimento na cidade e a perenizar a atual conjuntura de crescimento. Más, pelo menos, planejamento e regulamentação é um dever do governo, neste momento. Do contrário, chegará um momento, em que, dos efeitos do descontrolado crescimento de hoje e da falta de atuação do poder público municipal, emergirá um custo tão alto para a sociedade monlevadense que embaraçará as perspectivas de crescimento futuro.

Mais Planejamento e Menos Linha Azul

A cidade de João Monlevade tem se tornado um forte mercado de veículos automotores. Nos últimos 24 meses foram inauguradas ou re-inauguradas várias lojas de revenda de motocicletas e automóveis, de variadas marcas. Isso significa um aumento significativo de veículos nas ruas do Município, que já vive dias caóticos, quanto ao tema “mobilidade urbana”. Passou da hora do atual governo encarar o trânsito como uma prioridade administrativa de fato, deixando de lado o inaceitável achismo que culminou com a inócua Linha Azul, passando a planejar mais e a improvisar menos. E o tema transporte coletivo não pode ficar de fora das discussões. Aliás, enquanto não tivermos um transporte público que, por sua qualidade e preço baixo, encoraje o cidadão a deixar seu carro em casa, a situação só se agravará.

O Bendito Crosswalk


O bendito crosswalk instalado em frente à Associação dos Aposentados está transformando aquele ponto da Avenida Getúlio Vargas numa grande Lagoa, ao sinal da menor chuva. Misto de quebra-molas e faixa de pedestre, os crosswalks foram idealizados pelo então chefe do SETTRAN, José Jaime, e instalados num total de quatro, cidade a fora, sem que houvesse uma campanha educativa entre pedestres e motoristas, conscientizando sobre o correto uso da nova versão da, comumente, desrespeitada faixa de pedestre. Assim, para a grande maioria, os crosswalks não passaram de quebra molas. Agora, além de não servirem à função para que foram concebidos, um deles está represando a água da chuva, em plena via, prejudicando ainda mais o já caótico trânsito da cidade. É como diz o ditado: muito ajuda quem não atrapalha.

PS: Será que alguém do governo conhece o conceito de “drenagem pluvial”?