Acho que no caso de Monlevade, nem mesmo o Dr. Freud conseguiria explicar essa mania geral de se atear fogo em tudo quanto há, durante os períodos de seca. Ontem, foi a vez do dos arredores do Social Clube, localizado no Bairro Vila Tanque, os quais, apesar dos esforços isolados de alguns moradores, arderam em chamas por toda a noite.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Piromania Infernal
Acho que no caso de Monlevade, nem mesmo o Dr. Freud conseguiria explicar essa mania geral de se atear fogo em tudo quanto há, durante os períodos de seca. Ontem, foi a vez do dos arredores do Social Clube, localizado no Bairro Vila Tanque, os quais, apesar dos esforços isolados de alguns moradores, arderam em chamas por toda a noite.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Prandini: o que Faltou Antes de Tudo (ou de nada)
A menos de um ano para o início do próximo pleito, verifica-se, com naturalidade, que o eleitor monlevadense já começa a lançar sua avaliação sobre o governo que aí está. E é óbvio que o parâmetro imediato para tal avaliação repousará sempre no plano de governo, com o qual o outrora candidato se elegeu prefeito. No caso de Prandini, que, além de não conseguir implementar, sequer, a fração de seu miraculoso plano de governo, não logrando êxito nem mesmo em manter o que já existia, o resultado inicial do teste popular já apresenta a mesma dimensão de seu notório fracasso político-administrativo. No entanto, menos evidente que a incapacidade prandinista de executar o conteúdo de seu plano de governo, tal qual foi prometido para o eleitorado e não menos significativo tem sido o descumprimento quase completo das promessas implícitas ao projeto para o qual Gustavo Prandini se colocou como guardião e defensor. Por de traz de todos os itens constantes do plano de governo prandinista havia algo muito maior a ser realizado, embora um tanto intangível. Algo primordial e, absolutamente, necessário à efetivação das promessas materiais de campanha, como melhorias na saúde ou na educação, por exemplo. Algo que faltou e que, justamente, por ter faltado, inviabilizou e dificultou a materialização de grandíssima parte do que estava escrito no plano de governo. O que faltou, antes de tudo, foi o cumprimento do paradigma político-administrativo que, mesmo sem constar, expressamente, do caderno de plano de governo, era o mínimo que se esperava de qualquer governo. Estou falando de hombridade, de humildade, de justiça, de transparência, de verdade, de diálogo, de participatividade, de integralidade, de unidade, de sensibilidade, de lealdade, de legalidade, de moralidade e liderança e de várias outras coisas que devem se afigurar como pré-supostos basilares de qualquer administração pública e que no governo Prandini foram deixadas de lado, logo após a vitória nas urnas, antes mesmo da posse.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Leitor Comenta: Asfalto Prandinista
A situação procede mesmo (falhas em parte do recapeamento asfáltico na Avenida Cândido Dias, no bairro Loanda), tanto que isso é somente um recapeamento do asfalto existente, não é um asfaltamento, isso não passa de uma jogada de marketing com os interesses voltados somente para as eleições municipais de 2012 (isso se o mundo não acabar antes das eleições, risos). Lá no bairro Jacuí, na Avenida Vereador João Braga, a situação está crítica demais, pois nessa via circula não só veículos de outras cidades e de moradores de nossa cidade, mas caminhões pesados que ajudam a deteriorar ainda mais o asfalto, que é de péssima qualidade haja em vista desse que a PMJM está colocando nessas 34 vias públicas, e a Administração Municipal não está nem aí para a situação. Infelizmete teremos que continuar a ver essa situação até o fim do ano que vem, isso se o mundo não acabar antes e se o atual prefeito ganhar a eleição mais uma vez, coisa que ninguém quer nem no sonho.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Asfalto Pradinista
Em condições, politicamente, normais de pressão e de temperatura, o que, definitivamente, não tem sido o caso de João Monlevade nos últimos 32 meses, o asfaltamento, salvo algumas questões ambientais, quase sempre é bem visto pela opinião pública. E cá, entre nós, o asfalto é uma das coisas que, certamente, melhor conjugam os fatores custo/benefício, visando fins eleitorais ou eleitoreiros, eis que, geralmente, não demanda muito esforço do agente político. Para asfaltar, por exemplo, não é necessária liderança ou a mobilização político-social no sentido de convencimento da sociedade sobre determinado rumo a se seguir. Asfaltar é licitar a empresa fornecedora do asfalto e do serviço, fiscalizar o cumprimento do contrato e, finalmente, pagar pela empreitada. Para o gabinete prandinista, pagar pelo asfalto parece ser o menor dos problemas, já que quando não contrai dívida a ser quitada pelos próximos prefeitos, usa do Dae para dar um jeito. Nesta administração, apesar do recorrente problema de falta d’água em vários pontos da cidade, o Departamento de Água e Esgoto tem aplicado parte considerável de uma receita que deveria garantir a manutenção e a ampliação da rede de abastecimento de água tratada, para adquirir montanhas de asfalto, que devem ficar ainda maiores, depois do recente aumento tarifário da autarquia. Agora, recebo a notícia de que o asfalto, recentemente, aplicado na Av. Candido Dias já apresenta uma série de defeitos e avarias. De duas uma: ou é muito mais incompetência do que se imaginava e mais descaso com o dinheiro público ou o prazo de validade do asfalto prandinista não passa das próximas eleições.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
No Templo
Uma das grandes qualidades desde vasto país pode ser vista no respeito e na tolerância que existem em sua rica pluralidade religiosa. No Brasil há crença de todo o tipo e com a ressalva de alguns atos de intolerância pontuais, o contexto religioso geral é de boa harmonia. Imaginem que, aquele que, há poucos meses e com muito alarde e circunstância, carregou sobre o andor a imagem de Nossa Senhora Aparecida Peregrina esteve, recentemente, no templo de uma respeitada igreja da cidade e, de joelhos, se converteu ao Evangelho. Ecumenismo é uma coisa. Desespero é outra. Parece que a traição não poupou ninguém. Nem mesmo os padres.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Pane nos Semáforos (veja o vídeo)
Os semáforos do centro, instalados no traçado da tal da Linha Azul, têm sofrido panes recorrentes, tumultuando ainda mais o já difícil trânsito de Carneirinhos. Estas imagens foram capturadas por volta das 09:00 hs. de hoje, horário de consideravel de tráfego de pedestres e veículos, e apesar da delonga da situação, não havia nenhum agente de trânsito no local para coordenar o cruzamento. Assim, não dá, Juvenal!
Educação
Em 15 de outubro de 2010, escrevi aqui no Monlewood: O Orçamento/2011 do governo Prandini prevê recursos para a Educação Municipal da ordem de R$ 34.336.900,00, ou seja, o mínimo de 25% da receita preceituado pelo art. 212 da Constituição. Mas, o mínimo previsto, constitucionalmente, ainda é pouco. Não é por menos que é considerado, literalmente, o mínimo! Países desenvolvidos não investem menos de 8% do PIB em Educação. Com o mínimo constitucional de 25% da receita dos estados e dos municípios e de 18% da receita da União somados, o Brasil não tem alcançado 4,5 % do PIB em investimento na Educação.[...]
Com certo atraso, publico a imagem acima, capturada na manifestação promovida, recentemente em Brasília, pela União Nacional dos Estudantes (UNE), para defender o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) na Educação. Enquanto todo o país vai se conscientizando sobre a necessidade urgente de maiores investimentos na Educação Pública, aqui na terra do francês Jean Antonie, Prandini emperra a roda da história, seguindo a fazer ouvidos de mercador e tantas outras coisas mais em relação à implementação do piso salarial dos professores.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Gentil Bicalho
É com imensa satisfação que recebo a notícia de que o ex-vereador, ex-vice-prefeito, e atual secretário de esportes, Gentil Picalho, está deixando o Partido Verde para se filiar ao Partido dos Trabalhadores. Também já me movimentei neste sentido. Gentil Bicalho é egresso do PDT de Brizola, de Jango e de ninguém menos que Vargas, o Pai dos Pobres (apesar de Vargas ter se elegido pelo PTB, seu legado maior está no PDT). Assim, já vejo destacado no horizonte de 2012 um forte candidato à prefeito que possui condições de homogeneizar o PT em torno de si.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O Novo de Novo
Uso a mesma marca de shampoo, há pelo menos cinco anos. E, durante todo esse tempo, não houve, sequer uma embalagem que eu comprasse que não viesse carimbada com a expressão: NOVO. Ligo a televisão e só ouço: novo Gol, nova margarina, novo Toyota e mais um mote de coisas novas. Hoje, o NOVO é, automaticamente, recebido como desejável, independentemente, de ser bom ou não. O mercado, por meio das mais diversas ferramentas publicitárias, conseguiu, de forma incontroversa, consolidar no imaginário das pessoas que o NOVO, pelo simples fato de ser novo, é bom. Ninguém mais se pergunta se determinada situação ou objeto é melhor ou pior do que aquele outro. Basta que ele seja NOVO para ser considerado bom. Em se tratando apenas de relações de consumo, a ditadura do NOVO pode ser vista como um uma estratégia para induzir o consumo em massa, pois o que é NOVO hoje se torna velho amanhã e, assim, deve ser, rapidamente, substituído por algo mais NOVO ainda. Até aí, é de se entender. O capitalismo vive da produção em escala e, consequentemente, do consumo em massa. A questão se torna grave, quando o NOVO, por falta de limites, ultrapassa a barreira das relações de consumo e vem atingir valores sócio-culturais que, apesar de antigos, estão diretamente ligados à condição da pessoa humana. E numa sociedade, em que a mídia, sob a bandeira do NOVO, dita que o indivíduo não mais é o que pensa ou o que faz, mas sim o que tem, isso vai ocorrer com ainda mais facilidade. Assim, está criada a máquina de desconstruir tudo aquilo que não é novo e vai girando o rolo compressor, indiscriminadamente, sobre qualquer coisa ou situação que seja vista como antiga ou como, simplesmente, não nova. Aí, tudo vem abaixo: pode ser um casarão setecentista da Estrada Real ou os valores milenares da família, por exemplo. Basta não ser novo para ser destruído.O problema é que os valores humanos não podem ser renovados, o tempo todo. Eles são, na verdade, fruto de uma longa e penosa evolução que vem ocorrendo há milênios, um passo firme atrás do outro. E em qualquer caminhada, para que um dos pés avance é necessário que o outro sustente o peso do corpo no passo anterior, ou seja, na experiência passada.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
A Câmara no Aumento da Tarifa de Água e Esgoto
Na semana passada, o prefeito Gustavo Prandini, sob a justificativa de manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do Departamento de Água e Esgoto, aumentou a respectiva tarifa pública em 8,35%. O reajuste foi concedido pouco tempo depois da Câmara de Vereadores autorizar o repasse financeiro no valor de 700 mil reais, do Dae para o caixa único da Prefeitura. Ora, considerando que o atual aumento da tarifa se justificou pela manutenção do equilíbrio econômico-financeiro do Dae, como consta do decreto assinado por Prandini, não resta dúvida que o recente repasse autorizado pelos vereadores da base do governo foi decisivo para a composição do novo preço da tarifa, pois se existe ou existia algum desequilíbrio nas contas da autarquia, ele, certamente, foi potencializado pelo desfalque dos 700 mil. Com a palavra a Câmara, ou melhor, com a palavra os vereadores que votaram a favor do repasse: Pastor Carlinhos, Vanderlei, Doró, Dorinha, Dulcinéia e Belmar.
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