Agradeço aos leitores e desejo a todos um feliz natal e um ano novo repleto de saúde, paz, fraternidade e realizações. Que, em 2012, João Monlevade escolha um governante que possa retirar o Município deste período político-administrativo de trevas, em que se encontra hoje e que a cidade possa retomar, definitivamente, sua cultura de progresso e de desenvolvimento há muito perdida. Um forte abraço a todos!
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Feliz Natal
Agradeço aos leitores e desejo a todos um feliz natal e um ano novo repleto de saúde, paz, fraternidade e realizações. Que, em 2012, João Monlevade escolha um governante que possa retirar o Município deste período político-administrativo de trevas, em que se encontra hoje e que a cidade possa retomar, definitivamente, sua cultura de progresso e de desenvolvimento há muito perdida. Um forte abraço a todos!
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Prandini dá Mau Exemplo e sai pela Tangente
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Férias
Estou me preparando para tirar férias. E a grande consideração e a gratidão que tenho para com os leitores deste blog levam-me a informar que nos próximos 30 dias estarei muito mais ausente do Monlewood, postando apenas de forma extraordinária, se for o caso. Ninguém é de ferro! Um enorme abraço a todos e meu muito obrigado.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Dívida Prandinista Traz mais Incerteza quanto ao Piso do Magistério
Como se não bastasse toda a enorme dificuldade em encorajar os governantes estaduais e municipais a cumprir a lei federal que estabelece o piso nacional do professor ou a triste lembrança dos absurdos episódios de autoritarismo e de insensibilidade do governo Prandini em relação à extrema prioridade de valorização dos professores.
Agora, o cumprimento do piso salarial, em João Monlevade, nos moldes da lei municipal 920, possui um novo e robusto inimigo: a enorme e descontrolada dívida do Município, que já é estimada em assustadores 20 milhões de reais.
Considerando o montante atual da dívida prandinista, já é certo que, além das barreiras políticas já vivenciadas em relação ao cumprimento do Piso do Magistério, os professores da rede pública monlevadense também terão que enfrentar a justificativa plausível de um grande aperto financeiro, necessário ao pagamento e à gestão do grande passivo fiscal deixado por Prandini.
A matemática é simples: a necessidade de honrar os compromissos da dívida, certamente, não vai deixar margem orçamentária para o cumprimento das obrigações municipais frente a efetivação do piso salarial, dentro da lei 920, por um bom tempo. E quanto maior for a dívida – é bom lembrar que ainda temos pela frente um ano (eleitoral) de governo Prandini – maior serão a incerteza e a dificuldade financeira de cumprimento do Piso do Magistério, dentro do plano de cargos e salários da lei 920.
Agora, o cumprimento do piso salarial, em João Monlevade, nos moldes da lei municipal 920, possui um novo e robusto inimigo: a enorme e descontrolada dívida do Município, que já é estimada em assustadores 20 milhões de reais.
Considerando o montante atual da dívida prandinista, já é certo que, além das barreiras políticas já vivenciadas em relação ao cumprimento do Piso do Magistério, os professores da rede pública monlevadense também terão que enfrentar a justificativa plausível de um grande aperto financeiro, necessário ao pagamento e à gestão do grande passivo fiscal deixado por Prandini.
A matemática é simples: a necessidade de honrar os compromissos da dívida, certamente, não vai deixar margem orçamentária para o cumprimento das obrigações municipais frente a efetivação do piso salarial, dentro da lei 920, por um bom tempo. E quanto maior for a dívida – é bom lembrar que ainda temos pela frente um ano (eleitoral) de governo Prandini – maior serão a incerteza e a dificuldade financeira de cumprimento do Piso do Magistério, dentro do plano de cargos e salários da lei 920.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A Dívida Prandinista e Muito Menos
Pode-se dizer que esta monstruosa, descontrolada e crescente dívida do Município, que, hoje, está estimada na assustadora casa dos 20 milhões de reais, ou seja, mais de 15% do orçamento anual da Prefeitura, já possui um nome: a Herança do Governo Prandini.
Além das tristes e absurdas lembranças que permanecerão no imaginário popular por muitos anos, Prandini vai deixar também um dívida que, certamente, repercutirá uma década à frente, impondo sacrifícios que, de uma forma ou de outra, serão sentidos por todos.
Não há como negar, o próximo prefeito vai ter que cortar na própria carne. Por exemplo: investimentos que deveriam ser realizados, normalmente, nos mais diversos setores da administração pública, como na Educação, na Saúde, no Dae, na Cultura, no Trabalho Social, no Hospital Margarida e etc terão que ser, parcialmente, cancelados e alguns até mesmo anulados, numa forma de se economizar para a Prefeitura conseguir pagar a dívida deixada por Prandini.
Serão menos leitos no PA, menos vagas nas escolas, menos ruas calçadas, menos limpeza urbana, menos abastecimento de água, menos redes de esgoto e muito menos, para todos nós pagarmos a conta deixada por Prandini. É o que Gustavo Henrique Prandini de Assis vai deixar para o futuro de João Monlevade.
E o tamanho do sacrifício vai depender de como os cidadãos de bem desta cidade e suas instituições, notadamente, a Câmara de Vereadores, vão responder à irresponsabilidade de um prefeito e de sua equipe, que gastam, desenfreadamente, ninguém sabe com o que.
Ou o (a) leitor(a) acha que o gabinete prandinista, por livre e espontânea vontada, vai passar a enxugar a máquina e cortar gastos? Em ano de eleição? O governo não tem outra coisa em mãos para usar na tentativa de reeleição de Prandini que não seja a máquina pública. E em assim sendo, a tendência é de aumento de gasto, ou seja, de aumento da dívida.
Além das tristes e absurdas lembranças que permanecerão no imaginário popular por muitos anos, Prandini vai deixar também um dívida que, certamente, repercutirá uma década à frente, impondo sacrifícios que, de uma forma ou de outra, serão sentidos por todos.
Não há como negar, o próximo prefeito vai ter que cortar na própria carne. Por exemplo: investimentos que deveriam ser realizados, normalmente, nos mais diversos setores da administração pública, como na Educação, na Saúde, no Dae, na Cultura, no Trabalho Social, no Hospital Margarida e etc terão que ser, parcialmente, cancelados e alguns até mesmo anulados, numa forma de se economizar para a Prefeitura conseguir pagar a dívida deixada por Prandini.
Serão menos leitos no PA, menos vagas nas escolas, menos ruas calçadas, menos limpeza urbana, menos abastecimento de água, menos redes de esgoto e muito menos, para todos nós pagarmos a conta deixada por Prandini. É o que Gustavo Henrique Prandini de Assis vai deixar para o futuro de João Monlevade.
E o tamanho do sacrifício vai depender de como os cidadãos de bem desta cidade e suas instituições, notadamente, a Câmara de Vereadores, vão responder à irresponsabilidade de um prefeito e de sua equipe, que gastam, desenfreadamente, ninguém sabe com o que.
Ou o (a) leitor(a) acha que o gabinete prandinista, por livre e espontânea vontada, vai passar a enxugar a máquina e cortar gastos? Em ano de eleição? O governo não tem outra coisa em mãos para usar na tentativa de reeleição de Prandini que não seja a máquina pública. E em assim sendo, a tendência é de aumento de gasto, ou seja, de aumento da dívida.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
A Casa
Na semana passada, a Prefeitura instalou, em plano elevado da Praça Sete, uma casinha de madeira, muito jeitosinha, que, imagino eu, deve compor a ornamentação natalina daquele espaço público. O engraçado foi como a visão daquela casinha me remeteu, instantaneamente, a um famoso poema de Vinícius que marcou muito a minha infância:
A Casa
Vinícius de Moraes
Era uma casa muito engraçada
Não tinha teto, não tinha nada
Ninguém podia entrar nela, não
Porque na casa não tinha chão
Porque na casa não tinha parede
Porque penico não tinha ali
Na rua dos bobos, número zero
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Crucifixo: Ou todos os Religiosos de cada Religião, na Câmara, ou Nenhum
Enquanto todos pensavam que a polêmica criada pelo vereador pastor Carlinhos em volta do crucifixo da Câmara já não passava de uma triste página virada da história política do Município, o cidadão monlevadense é surpreendido pela notícia de que o pastor-político (será?) recorreu da decisão judicial que determinou a volta da imagem religiosa para o plenário do Legislativo local, sob a alegação de que o Estado é laico.
Argumentou também o pastor que a saída para dirimir a questão passaria, hipoteticamente, pela implantação, na Câmara, de símbolos de todas as religiões representadas em João Monlevade, mas que a inviabilidade pratica de tal medida levaria à supressão de todo e qualquer símbolo religioso. Ou todos ou nenhum, alegou o pastor.
Nesta oportunidade, a questão do crucifixo poderia ser abordada sob o ponto de vista da intolerância religiosa ou da grande discórdia que já produziu e pôde ser vista com muita intensidade pelas ruas da cidade e nas galerias da Câmara ou da grande temeridade em, supostamente, se criar, como objetivos eleitoreiros, uma perigosa animosidade entre as comunidades católica e evangélica ou, ainda, abordar as raízes histórico-culturais da Igreja e de seus símbolos junto ao Estado Brasileiro, ao longo dos últimos 500 anos. Mas não vou fazer isso.
Prefiro desdobrar os argumentos formulados pelo próprio pastor-político (tenho minha dúvidas) na tentativa de convencer o Tribunal de que o crucifixo não deve compor o plenário da Câmara.
Ora, se Estado Laico é aquele que não tolera em si qualquer afinidade de cunho religioso, nem mesmo as relações históricas, tradicionais e culturais pertinentes, por óbvio, também não deve permitir que indivíduos que pratiquem algum ministério religioso, como é o caso de padres, pastores, clérigos, rabinos, monges, pais de santo e etc, assumam cargos públicos eletivos.
Se o Estado é, realmente, laico, como diz o edil Carlos Lopes, pastor não pode ser vereador, sob pena de estarmos diante de uma situação que, certamente, pode contaminar a coisa pública e a política com elementos religiosos. Se um simples símbolo religioso, que é inanimado, não pode compor o cenário da Câmara, um pastor ou qualquer outro religioso, que, obviamente, tende a desempenhar sua atividade parlamentar com base nos preceitos de sua própria religião, também não pode ser membro do Poder legislativo.
Assim, o Pastor Carlinhos, para cumprir as diretrizes do Estado Laico que ele está querendo reinventar, deveria abdicar de seu ministério na respeitosa Assembléia de Deus ou renunciar a seu mandato na Câmara. Ou, então, deveria aguardar o momento em que cada religião representada em João Monlevade elegesse seu respectivo vereador para, então, assumir a vereança. Ou todos os religiosos de cada religião, na Câmara, ou nenhum.
Argumentou também o pastor que a saída para dirimir a questão passaria, hipoteticamente, pela implantação, na Câmara, de símbolos de todas as religiões representadas em João Monlevade, mas que a inviabilidade pratica de tal medida levaria à supressão de todo e qualquer símbolo religioso. Ou todos ou nenhum, alegou o pastor.
Nesta oportunidade, a questão do crucifixo poderia ser abordada sob o ponto de vista da intolerância religiosa ou da grande discórdia que já produziu e pôde ser vista com muita intensidade pelas ruas da cidade e nas galerias da Câmara ou da grande temeridade em, supostamente, se criar, como objetivos eleitoreiros, uma perigosa animosidade entre as comunidades católica e evangélica ou, ainda, abordar as raízes histórico-culturais da Igreja e de seus símbolos junto ao Estado Brasileiro, ao longo dos últimos 500 anos. Mas não vou fazer isso.
Prefiro desdobrar os argumentos formulados pelo próprio pastor-político (tenho minha dúvidas) na tentativa de convencer o Tribunal de que o crucifixo não deve compor o plenário da Câmara.
Ora, se Estado Laico é aquele que não tolera em si qualquer afinidade de cunho religioso, nem mesmo as relações históricas, tradicionais e culturais pertinentes, por óbvio, também não deve permitir que indivíduos que pratiquem algum ministério religioso, como é o caso de padres, pastores, clérigos, rabinos, monges, pais de santo e etc, assumam cargos públicos eletivos.
Se o Estado é, realmente, laico, como diz o edil Carlos Lopes, pastor não pode ser vereador, sob pena de estarmos diante de uma situação que, certamente, pode contaminar a coisa pública e a política com elementos religiosos. Se um simples símbolo religioso, que é inanimado, não pode compor o cenário da Câmara, um pastor ou qualquer outro religioso, que, obviamente, tende a desempenhar sua atividade parlamentar com base nos preceitos de sua própria religião, também não pode ser membro do Poder legislativo.
Assim, o Pastor Carlinhos, para cumprir as diretrizes do Estado Laico que ele está querendo reinventar, deveria abdicar de seu ministério na respeitosa Assembléia de Deus ou renunciar a seu mandato na Câmara. Ou, então, deveria aguardar o momento em que cada religião representada em João Monlevade elegesse seu respectivo vereador para, então, assumir a vereança. Ou todos os religiosos de cada religião, na Câmara, ou nenhum.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Partido Verde Lero-Lero: Ambientalista Comenta o Corte de mais uma Árvore
QUANDO OS GATOS SAEM OS RATOS FAZEM A FESTA.
Fui informado hoje através da Central de Espionagem PQP, que o Prefeito aproveitou a ausência do ambientalista Marcelo Sputnik, do município de João Monlevade – Minas Gerais, para autorizar o corte de árvore em frente do novo prédio da família. Alegação foi de que a árvore estaria atrapalhando a visão do prédio e suas folhas estão sujando o terreiro.
PARTIDO VERDE LERO-LERO.
Brasil PQP-Marcelo Sputnik
Fui informado hoje através da Central de Espionagem PQP, que o Prefeito aproveitou a ausência do ambientalista Marcelo Sputnik, do município de João Monlevade – Minas Gerais, para autorizar o corte de árvore em frente do novo prédio da família. Alegação foi de que a árvore estaria atrapalhando a visão do prédio e suas folhas estão sujando o terreiro.
PARTIDO VERDE LERO-LERO.
Brasil PQP-Marcelo Sputnik
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