quarta-feira, 16 de julho de 2014

Falta de Educação

Leio reclamações fundamentadas sobre a falta de educação dos monlevadenses. Realmente, João Monlevade, apesar de sua pujança econômica e de sua incrível vocação para a modernidade, é a cidade mais imunda da região. Em nenhum município vizinho se encontra, por exemplo, lixo doméstico entulhado em becos, passeios, esquinas e etc, como é tão comum de se ver aqui.
O que não posso concordar é com a afirmativa de que os políticos não são responsáveis por isso. Fundamentalmente, se a população não tem colaborado na manutenção da limpeza da cidade é porque os governantes não assumem seu dever de instruir e de educar os cidadãos neste sentido, nas escolas. Educação é dever do Estado.  E este deve ser o papel da escola moderna: formar cidadãos e não apenas vestibulandos.   
Também não adotam políticas públicas sérias para a gestão dos resíduos sólidos produzidos no Município, o que demanda planejamento, coordenação, informação, educação e fiscalização. A bem da verdade, a atual administração não tem conseguido, sequer, manter o centro da cidade limpo.  
O que se pode dizer é que João Monlevade é a cara de seu prefeito. E Teófilo Torres não tem apresentado muito asseio. E com a operadora do Choque de Gestão, Laura Carneiro, investindo apenas 14% da receita corrente líquida em educação, como ocorreu no primeiro quadrimestre, pode-se aguardar pelo incremento da falta de educação.  

terça-feira, 8 de julho de 2014

Muita Cabeleira, Muita Bunda e Nada de Gols


Uma seleção muito mais midiática do que tática. Muita cabeleira, muita bunda e nada de gols: pressão da mídia. Talvez isso traduza nosso cotidiano de aparências e de pouca essência. Talvez, também tenhamos que aprender mais com os alemães, que são uma nação muito mais civilizada do que a nossa. O resultado da Copa não favorece a Dilma, muito menos aproveita a Aécio. 
Pelo fato do 7 a 1 ter ocorrido em pleno Mineirão, no dia em que Ouro Preto completa 303 anos, interpreto como o troco pelos recorrentes desmandos e atentados sofridos por Minas Gerais nos últimos 16 anos. 
Resta-nos, agora, batizar aquele viaduto em Belo Horizonte de Hanna Cristina Santos, a grande heroína dessa Copa, que deu sua vida para salvar, pelo menos, outras 30 pessoas na Av. Pedro I . Fosse na Alemanha, o engenheiro responsável pela obra já estaria preso, correndo o mesmo risco o prefeito.

Diga-me com Quem Andas que Eu lhe Direi Quem és


A exemplo do que fizera com Teófilo Torres, em 2012, Carlos Moreira, o mais processado, ímprobo, corrupto, inelegível, diabo a quatro, ex-prefeito de João Monlevade, já pode ser visto pelas ruas a pedir voto para o candidato Tito Torres, irmão do prefeito. É que por estar inelegível pela Lei da Ficha Limpa, essa é a forma encontrada por Moreira para se colocar no poder: através dos filhos de Mauri.
Agora chegou a hora do Moreirão explicar ao eleitor como aquele que resolveria as demandas da cidade se transformou num prefeito fantasma e porque o mesmo não acontecerá com o Tito, caso seja eleito em outubro próximo. Pergunta para o Moreira...

sábado, 28 de junho de 2014

Arcelormittal Fez Acesso Encima de Nascente








Fico vendo a publicidade (que bom que Mittal voltou a publicar na imprensa local!) da Arcelormittal nos meios de comunicação impressos e sempre noto que o grupo indiano destaca sua preocupação ambiental com as nascentes, entre, supostamente outras.
Então, ficava eu imaginando quais nascentes seriam essas... Será que Mittal estaria se referindo àquele cocho d’água e possível criatório da Dengue, no Bairro Areia Preta, que o indiano diz que cuida?
Hoje, depois de algumas andanças, tenho a convicção de que a nascente que Mittal tanto cuida só pode ser aquela em cima da qual o indiano instalou o trevo rodoviário que dá acesso à Mina do Andrade, por meio da Estrada do Forninho, que liga Monlevade a Itabira.
Vejam pelas fotos que o acesso construído, há pouco tempo, pela Arcelormittal na Estrada do Forninho foi instalado, literalmente, em cima de uma nascente que, portanto, sofreu grave intervenção topográfica e que se encontra sem a devida cobertura vegetal, além de outros cuidados.
E vejam que apesar de Mittal, a nascente ferida ainda segue em seu encargo sagrado de produzir água, a ponto de os transeuntes que por ali passam já terem improvisado no local pequenas bicas para captarem daquela água, a fim de matarem a própria sede (fotos).    

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Asfalto Elei(Tito)reiro


Governar é definir prioridades. 
Como resta claro que a prioridade é eleger o irmão do prefeito, Tito Torres, deputado estadual, o atual governo contraiu endividamento junto ao governo de Minas para asfaltar vias da cidade que, apesar de já estarem asfaltadas, são submetidas a novo asfaltamento, por localizarem-se em regiões comerciais, o que confere mais visibilidade ao asfalto.
Fosse prioridade desse governo, por exemplo, a busca pelo fortalecimento da vocação de cidade pólo que tem o Município, certamente, o que estaria recebendo asfaltamento são os últimos quatro quilômetros da estrada de Santa Rita de Pacas que liga Monlevade a São Gonçalo.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Coisa de outro Mundo


Novidade em Monlevade são as lixeiras instaladas no centro para receber o material da varrição de rua. Lixeiras em Monlevade são sempre uma novidade!!!Pena que essas o cidadão não pode usar. São de uso exclusivo da empresa que tem prestado o serviço. 
Já foram, irreverentemente, batizadas de "Módulo Lunar" ,em homenagem aos primeiros homens a pisarem na Lua. O tambor da direita representa Neil Armstrong, o do meio, Buzz Aldrin, e o da esquerda, Michael Collins (este último apesar de não ter pisado na Lua tripulou o Módulo de Comando do Missão). Coisa de outro mundo!

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Indícios de Desvio de Recursos no Margarida: Operação Abafa/Desvio das Atenções da Opinião Pública

No início do mês, o vereador Belmar Diniz, apresentou durante reunião ordinária do Legislativo relatório de auditoria, recentemente, realizada pelo Ministério da Saúde no Hospital Margarida, apontando para gravíssimos indícios de desvio de recursos públicos naquela unidade hospitalar.
Segundo o documento, após exaustiva auditoria, o Hospital não conseguiu apresentar  a documentação necessária (recibos e notas) à comprovação da efetiva utilização dos repasses de recursos públicos realizados, mensalmente, pela Prefeitura, para o custeio do Pronto Socorro e pagamento de plantonistas.    
Esperava-se que tema de tamanha gravidade ocupasse as páginas dos jornais monlevadenses tempo suficiente para a devida elucidação do caso. Mas, infelizmente,, não foi o que ocorreu.
O Jornal A Notícia, por exemplo, vem reportando e tratando o caso com perturbadora subestimação e uso de eufemismos, além de outros. Na edição de ontem, o bi-semanário foi a Nova Era buscar matéria de capa que envolve a atual secretária de fazenda, Laura Carneiro, numa série de irregularidades na execução de obras públicas, quando foi prefeita daquele município. E não publicou sequer uma linha a respeito das graves denúncias que pesam sobre a gestão do Hospital Margarida, que remetem ao ano 2005 e muito além.
Claro que o caso Laura Carneiro merece destaque e apuração. No entanto, se tal acontecimento, na cidade vizinha, mereceu do Jornal a manchete de capa e matéria de primeira página-ímpar do bi-semanário, esperava-se, no mínimo, o mesmo tratamento para com o caso local do Margarida, já que neste, o volume de recursos públicos, supostamente, desviados é de muito maior vulto. Assim, não há como se interpretar a postura do Jornal, senão como uma tentativa triste de, intencionalmente, desviar as atenções, de Monlevade, para Nova Era, neste momento em que o Margarida não poderia deixar de estar sob os holofotes.  
Mas, a se considerar que os graves indícios de desvio de recursos públicos no Margarida atingem, diretamente, a gestão psdbista ao longo dos últimos 10 anos no hospital, sempre conduzida de forma eleitoreira, e inclusive figuras do grupo como o sempre ex-pré-candidato a prefeito, Lucien Marques, que é a todo tempo citado no relatório; tal postura do jornal não é de surpreender, eis que o relatado pelos auditores possui o potencial de um avassaladora hecatombe politica .
Parece aquela mesma tônica absurda dos Mensalões: os mensaleiros de Brasília estão todos presos, cumprindo pena, fato até então inédito no país; os do PSDB estão, rigorosamente, todos soltos, sem perspectiva de serem punidos, muito embora este tenha precedido àquele. Definitivamente, pau que dá em Chico não dá em Francisco.               

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A Falácia da Arcelormittal Impertinente


Há algum tempo já estava aprovada na Câmara uma audiência pública para debater questões atinentes à nova realidade vivenciada no Município junto à Arcelormittal.
Depois de muita pressão, foi realizada uma reunião na Câmara com a participação de representantes da empresa, em que se esperava que todas as questões locais atinentes ao poderoso grupo indiano pudessem ser esclarecidas. Infelizmente não foi o que aconteceu.
A siderúrgica se recusou, terminantemente, a responder sobre o tema mineração, justificando-se que a atividade é exercida por outra empresa do grupo. Aliás, naquele momento, os próprios dirigentes da Arcelormital criaram, em João Monlevade, duas modalidades de Arcelormittal: a pertinente e a impertinente.
Sabemos que na prática, as coisas não funcionam assim até mesmo pela dependência que a Usina tem do minério de ferro extraído do Andrade pela, agora, impertinente Arcelormittal Mineração.
A falácia da impertinência pode até colar, lá na Índia. Mas aqui, não. Ademais, se a empresa convidada, não pôde ou não quis responder, que se convoque a Arcelormittal Mineração, pois são muitas as respostas esperadas pelo povo de João Monlevade, principalmente, em relação à poluição particulada e à afetação das vias do Município diante do intenso fluxo de pesado trafego rodoviário do transporte do minério de ferro.    
  
 PS: Agora é de se entender porque Guilherme Nasser faz uso da tribuna para asseverar “que a Arcelormittal não pode ser criticada”. O atual presidente da Câmara recebeu doação de campanha do poderoso grupo siderúrgico indiano (imagem), na eleição de 2012.         

Guilherme Nasser Embaraça Pedido de Documentação na Câmara


Recentemente, aviei à Câmara pedido de cópia da documentação orçamentária do Legislativo referente aos gastos com publicidade, efetivados, nos últimos 17 meses.
Nesta semana recebi despacho juridicoso, de uma lauda, assinado pelo vereador Guilherme Nasser (imagem), alegando que a expressão “documentação orçamentária referentes aos gastos com publicidade” é  “extremamente ampla, não se podendo depreender efetivamente quais documentos o requerente pretende copiar”.
Senão vejamos, como citado, no requerimento foram empregados os vocábulos “gastos” e “efetivados”. E gastos efetivados só podem se traduzir nas respectivas notas fiscais de serviços. Ademais, mesmo que seja amplo o pedido, por determinação legal, a documentação deve ser, integralmente, entregue, sob pena de responsabilidade do presidente da Casa, Guilherme Nasser, que só está querendo embaraçar o meu pedido.
Entrei em entendimento com a Diretoria da Câmara e, segundo foi informado, a documentação será disponibilizada em breve.
E como eu sempre digo, muito mais do que imagem ou discursos, administrações são o retrato direto daquilo que produzem. E para Guilherme Nasser, que gosta muito de fazer pose para flash, a fotografia ficou emoldurada por uma boa dose de obscuridade, ou seja, de falta de transparência.     

       

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Djalma Bastos se Desajusta novamente: "A Inveja Doentia Machuca o Coração"


É a terceira reunião da Câmara consecutiva que citam meu nome em plenário. Na primeira vez, foi o vereador Guilherme Nasser que mentiu a meu respeito. Requeri a cópia do áudio e ainda não tive tempo de ouvi-lo. Na quarta-feira passada, foi a vez de Djalma Bastos, líder do governo Teófilo Torres na Câmara (vídeo).
Srs. Guilherme Nasser e Djalma Bastos, não percam seu tempo comigo. Eu não sou nada! Discutam a cidade. Fiscalizem. Assumam suas funções. Tanto assunto importante a ser tratado no Município, visando a qualidade de vida: revisão do Código de Posturas, regulamentação do processo de verticalização da cidade,  Código Ambiental, acessibilidade....e os senhores direcionando seus tímidos esforços contra a minha humilde pessoa. 
E esclarecendo ao Sr. Djalma Bastos, não estive em seu terreno. Estivemos eu e Luis Cláudio, no terreno de seu vizinho, que, inclusive, confessou, voluntariamente, que te detesta. As fotos que instruíram a denúncia junto ao MP contra o vereador, por ato de improbidade administrativa, enriquecimento ilícito e dano ao erário, foram em sua grande maioria da torre da Prandinet instalada, ilegalmente, em seu terreno e não da OI como o senhor alega. É verdade que às sextas-feiras era comum a minha permanência, em torno das 06:30 hs., na rua de seu comércio, mas era a contragosto, porque do senhor quero distância: eu estava apenas aguardando a chegada de Lucas, nosso ex-operador de mesa, do programa Transparência Monlevade na Rádio Comunicativa, 87.9 FM, que é transmitido todas as sextas, 07:00 hs. para compartilhar uma carona.       
O jargão “arremessa a pedra e esconde as mãos” não me cabe, já que a denuncia formalizada pelo Transparência Monlevade junto ao MP leva minha identificação e assinatura. Além do mais, o fato foi amplamente divulgado pela mídia.
Quanto ao verborrágico cacofônico: “a inveja doentia machuca o coração”, informo que não tenho inveja de quem mantém e dissimula contrato de aluguel ilícito com a Prefeitura, recebendo mensalinho danoso aos cofres públicos, à República e à Democracia. Aprendi ainda criança que sempre agimos imbuídos de qualquer passionalidade, seja ela a inveja, por exemplo, acabamos agindo contra nossos próprios interesses, o que acaba de ocorrer com vossa excelência em relação a Thiago Tito: foi tentar atingir a imagem do jovem vereador pelo fato dele se sair muito bem nas pesquisas de opinião, dado seu carisma e sua atuação exemplar, e quem saiu com nariz de palhaço foi o senhor, ao revelar sua natureza destemperada e desagregadora.