quarta-feira, 29 de novembro de 2023
ENQUANTO LAÉRCIO TORRA QUASE 1/4 DE MILHÃO NA EUROPA CIDADE GÊMEA DE JOÃO MONLEVADE É SABARÁ LOGO ALI
OBRA DE NOZINHO NA BR 381 É EXEMPLO DE COMO UM MAU PREFEITO PODE PREJUDICAR TODA A REGIÃO
A obra do prefeito de São Gonçalo do Rio Abaixo, Nozinho
Barcelos, para abertura de novo acesso municipal à BR 381 tem se tornado um
verdadeiro tormento para passageiros e motoristas que trafegam pela rodovia.
Nunca um prefeito perturbou e prejudicou tanto o Médio-Piracicaba quanto
Nozinho.
A obra, que se encontra longe da conclusão, se arrasta há
vários meses, causando lentidão e transtornos de toda ordem para os usuários da
rodovia que liga a região à capital mineira. A viagem para Belo Horizonte está
de meia a uma hora mais demorada, o que contribui para o descumprimento de
compromissos dos viajantes. O trânsito lento e as muitas contenções também
aumentam o consumo de combustível dos veículos e comprometem seu funcionamento.
É possível ver muitos automóveis fervidos na beira da estrada nos dias quentes
da obra de Nozinho. Muitos motoristas estão
preferindo passar por Itabira a fim de evitar a obra de Nozinho na BR 381, o
que aumenta a quilometragem e o tempo da viagem em quase uma hora,
Muito embora seja executada por empreiteira contratada, fica evidente a incapacidade da prefeitura de São Gonçalo em fiscalizar a condução da obra de modo a garantir a não interferência no tráfego da rodovia. Para hoje, das 13 às 14 horas, está prevista nova paralisação nos dois sentidos da rodovia para detonação de rochas na obra de Nozinho. Pelo jeito o prefeito de São Gonçalo não pretende mais alçar vôo como suposto deputado da região.
LAÉRCIO SÓ É CANDIDATO SE FABRÍCIO QUISER
Laércio já é candidato de uma ala do PT à reeleição em 2024. Fabrício, depois de exercer dois mandatos consecutivos de vice-prefeito, só pode ser candidato a prefeito ou a vereador.
Considerando a altura do campeonato e a estruturação do
governo que é composto, majoritariamente, por apadrinhados de Fabrício, Laércio
somente será candidato à reeleição com chances de vitória se Fabrício deixar.
Hoje, mais de 80% dos cargos comissionados do governo são indicações de Fabrício. Ora, se houver uma ruptura entre Fabrício e Laércio e ambos forem candidatos a prefeito, o que o PT vai fazer? Se mantém os cargos comissionados de Fabrício no governo, diminui muito a chance de reeleição de Laércio. Se exonera os cargos comissionados de Fabrício e os substitui por petistas aos 45 minutos do segundo tempo, também diminui a chance de reeleição de Laércio. O PT está na mão de Fabrício.
quinta-feira, 23 de novembro de 2023
NOZINHO IMPORTOU PARA SÃO GONÇALO MODELO DE MÍDIA MARQUETEIRA DE JOÃO MONLEVADE
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
A RESPONSABILIDADE DO PT NA NÃO CANDIDATURA DE FABRÍCIO E MUITO MAIS
Até então, acreditava-se que Laércio montaria um governo progressista muito próximo daquele de 1996 e, a partir de um bom resultado obtido, se colocaria como o principal cabo-eleitoral de Fabrico em 2024. Até aí tudo bem, seria um governo legítimo.
Mas depois de eleito, não foi o que Laércio fez. Laércio e seu gabinete montaram um governo majoritariamente composto por apadrinhados de Fabrício, que na maioria das vezes são as mesmas caras do governo anterior que o eleitor, categoricamente, rejeitou nas eleições de 2020. Daí, porque ilegítimo: ao montar o governo, o PT virou a cara para a vontade popular.
E não foi apenas isso. Depois de eleito, Laércio se engajou numa campanha pessoal para eleger Fabrício prefeito em 2024. Tudo muito bem registrado nas páginas do jornal impresso que vende conteúdo de marketing travestido de matéria jornalística em troca de cargo comissionado na Vigilância em Saúde. Durante os primeiros dois anos e meio de governo do PT, onde esteve Laércio, lá estava Fabrício à tira colo, posando para a foto no jornal do marqueteiro. O problema era newtoniano. Ou Laércio se colocava na posição de governar para o povo de João Monlevade ou ele governava para a candidatura de Fabrício. A falta de resultado de seu governo, demonstra que as duas coisa Laércio não poderia fazer, ao mesmo tempo.
Ocorre que, apesar dos muitos partidos que controla, da esmagadora quantidade de cargos que mantém na administração, do engajamento do prefeito e da campanha de marketing no jornal impresso, Fabrício não pontuou o suficiente nas pesquisas e sua candidatura a prefeito em 2024 já se encontra descartada, pelo menos a do lado do governo.
Nesse contexto, a pergunta que não se cala é a seguinte: qual é a responsabilidade política de Laércio e do PT na montagem de um governo que apenas priorizou uma candidatura que não mais ocorrerá?
Agora, depois descartada a candidatura de Fabrício a prefeito em 2024, já é certa a candidatura de Laércio à reeleição - coisa que o PT nunca conseguiu realizar em João Monlevade - acompanhada da ex-vereadora Dorinha Machado, como candidata a vice. A mudança de planos no gabinete de Laércio não deve alterar o aparelhamento do governo, já que os numerosos apadrinhados políticos de Dorinha e de Fabrício se confundem, o que leva à concluir que, pesquisas à parte, o que Fabrício, realmente, sofreu foi uma ligeira e vigorosa puxada de tapete.
E como se já não tivesse responsabilidade em montar governo para eleger uma candidatura inviável, agora, o que circula no gabinete do prefeito é que Laércio será candidato à reeleição em 2024 e Dorinha será a candidata a vice, como já mencionado. O absurdo é que, no caso de eleitos, segundo informações de dentro do gabinete petista, Laércio pediria afastamento do cargo e Dorinha assumiria como prefeito. É preciso deixar isso registrado aqui, porque, caso aconteça de fato, será mais uma molecagem do gabinete do prefeito para com os setores políticos desenvolvimentistas de João Monlevade e para com o eleitorado.
quarta-feira, 23 de agosto de 2023
O PREÇO DA DENGUE NA MANIPULAÇÃO DO JORNAL IMPRESSO
quinta-feira, 15 de junho de 2023
Aumento de Salário do Vereador: Doação que custa caro
Recentemente,
os vereadores de João Monlevade reajustaram o subsídio do Legislativo local
para R$ 13.909,85. O valor é mais de 3 vezes maior do que o piso nacional do
professor que é de R$ 4.420,55. O aumento de salário, que passará a valer a
partir de 2025, ocorre num momento em que as sessões da Câmara têm sofrido
sucessivas interrupções por falta de quorum.
Quando se
tem vereador que faz doação de parte do subsídio/salário como promessa de
campanha, a tendência será sempre de aumento de salário no Legislativo para compensá-la. É o
resultado caro da desvirtuação do cargo, porque não é papel do vereador doar
nada para ninguém. Além do mais, tal prática enfraquece a atividade parlamentar.
Ou o vereador se dedica a exercer a função parlamentar do cargo ou ele doa
parte do seu salário e posta nas redes sociais. As duas coisas ele não pode
fazer ao mesmo tempo.
Assim, o
Legislativo vai ficando cada vez mais caro e sem tempo para exercer as
verdadeiras funções do vereador que são a de fiscalizar o Executivo e legislar.
quinta-feira, 18 de maio de 2023
INSTITUTO QUE ADOTOU OUTRO NOME DEPOIS DE IMPEDIDO DE DIVULGAR PESQUISAS NA ELEIÇÃO DE 2008 FAZ NOVAS DIVULGAÇÕES EM JOÃO MONLEVADE
quinta-feira, 27 de abril de 2023
JOÃO MONLEVADE: 10 ASSUNTOS QUE O JORNAL NÃO PAUTA PORQUE O MARKETING NÃO DEIXA
Um dos requisitos da instalação da Democracia é o
funcionamento da imprensa livre. Infelizmente, não é o que, historicamente,
acontece em Monlevade. Aqui, o jornal impresso que circula há quase 40 anos não
é livre, mas sim preso pelo marketing, sobretudo, político. Sim, é verdade, o
domo do jornal impresso, além de jornalista declarado, é ao mesmo tempo
marqueteiro de políticos. Assim, o leitor, esganosamente, abre as páginas do jornal, pensando
que está a ler matéria jornalística, quando na verdade se trata de conteúdo de
marketing contratado, direta ou indiretamente. Certa ocasião, o Ministério
Público chegou até a sustentar que o dono do jornal de receber do Município um terreno
público de maneira irregular, em troca de serviços de marketing político.
Obviamente, é uma fórmula que não funciona, pois na maioria
dos casos, impede o órgão de imprensa de assumir suas funções democráticas que
são a de informar, de trazer transparência sob os atos do governo e, sobretudo,
a de pautar os problemas do Município. Nos locais onde é livre, a imprensa
assume o papel de pautar as questões até que as mesmas sejam resolvidas. E
pautar é muito diferente de citar. Pautar é acompanhar as questões,
sistematicamente, edição após edição, até que elas tenham uma resolução
definitiva. Em João Monlevade, a imprensa escrita apresenta imensa dificuldade
em assumir tal papel porque não é livre; encontra-se vinculada, presa e
acorrentada ao marqueting. E o marqueteiro não vai pautar nenhuma questão que
possa comprometer a imagem de seu cliente de fato ou em potencial, seja ele
político ou até mesmo uma siderúrgica.
A seguir, elenco 10 questões extremamente importantes para o
Município, algumas atuais, outras não, que jamais foram pautadas pelo jornal
impresso local:
1-Demolição da Praça Ayres Quaresma e do Cine Monlevade;
2-Demolição da Cidade Alta e do casario da Rua dos
Contratados;
3-Tentativa fracassada de transformar o antigo terminal
rodoviário num hospital de 100 leitos, ao custo de mais de 22 milhões de reais;
4- Paradeiro do dinheiro do Bingo do Hospital Margarida;
5- Paradeiro dos recursos para a conclusão do Matadouro
Municipal inacabado;
6-Paradeiro dos utensílios da Cozinha Comunitária;
7-Poluição ambiental da Arcelormittal;
8-ETE do Novo Cruzeiro que não funciona;
9-ETE de Carneirinhos que não sai do papel apesar das obras;
10- Surto de dengue na cidade.











