quinta-feira, 30 de junho de 2011

Indignação: Leitores Comentam o Emplacamento de Carros de Secretários de Prandini

Abaixo, destaco alguns comentários publicados nos últimos dias, realizados por leitores indignados com o emplacamento de carros de secretários e assessores do governo Prandini em outros municípios, além de assuntos diversos:

DOUTOR FERNANDO, ESSE SECRETÁRIO DE EDUCAÇÃO TEM O CARRO COM A PLACA LÁ DE BH, SE ISSO FOR VERDADE, QUEM É ELE PARA DAR EXEMPLO PARA OS PROFESSORES ???????

Até a secretária de Trabalho Social tem o carro com placa de BH igualzinha do outro assessor lá !!!! Que absurdo, em vez de fomentar a economia local emplacando o veículo aqui e pagando o IPVA aqui também, eles preferem é BH, que triste este exemplo vir lá de cima. Caso isso seja verdade, mas um furo de quem descobriu mais essa trapalhada dessa administração. Aumento salarial VERGONHOSO, SINTO VERGONHA DE MORAR EM UMA CIDADE QUE TEM UMA ARRECADAÇÃO DAS BOAS E O PREFEITO DAR UM HUMILHANTE REAJUSTE PARA O FUNCIONALISMO PÚBLICO. FORA PRANDINI E TODA A SUA "CORJA", POIS ISSO AÍ TAMBÉM É CORJA DE SANGUESSUGAS DE DINHEIRO PÚBLICO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Dr. Fernando Garcia, o secretário de educação tem a placa do carro igualzinha a do outro assessor lá. De BH hein a placa, o cidadão paga o IPVA lá, e diz depois que nossa cidade mudou para melhor.

Doutor Fernando, o secretário de Educação tem o carro com placa de BH igualzinho do outro assessor lá. Fora Prandini, você conseguiu rachar o PT em Monlevade !!!!!!! Para patrocinar mercenários a serviço da demagógica arte de atacar sistematicamente os adversários (até mesmo os que o apoiaram e que deixaram de apoiá-lo por que viram as trapaças cometidas por ele) você não tem crédito para continuar à frente do Executivo Monlevadense.

Marcelo Melo, o PT, Belmar, Dulcinéia e a Colheita de Prandini

Não é de hoje que venho escrevendo que o PT/JM não pode ser considerado governo, frente à administração Gustavo Prandini, pois governar é participar das decisões político-administrativas e isso nunca lhe foi permitido nesta gestão. Prova concreta do que escrevo foi a recente nomeação do psicólogo Tadeu Figueiredo para ocupar a Assessoria de Governo, sem que o Diretório do Partido fosse sequer ouvido, apesar de ser ele petista, é bem verdade, de Ipatinga. Hoje, o jornalista Marcelo Melo me fez uma pequena provocação em seu Blog, publicando a seguinte frase do dia: “Pára com isso, Fernando. O PT é governo sim e toma as decisões, sim”. Pois bem, Melo, sei que o amigo Urso já foi filiado ao PT monlevadense e, é bom que se diga, possui grande entendimento quanto às questões políticas da cidade. De tal forma que tenho a mais absoluta certeza que o colega blogueiro já tem muito claro em sua consciência o que Prandini e o próprio PT devem esperar para s próximas eleições, caso o partido não reaja a tempo e modo. Mas, a forte impressão que tenho é que, por razões que não me cabem o julgamento, o amigo deseja para o PT o mesmo fim que Pranini tem construído para si. Talvez, isso explique, por exemplo, a sistemática e desconstrutiva crítica que o amigo vem impondo ao vereador petista e herdeiro de um grande legado político, Belmar Diniz. E com isso eu não posso concordar, Melo. Estivessem PV e PT acertando ou errado juntos, não se poderia dizer que segundo não é governo. Mas, infelizmente, não é isso que vem ocorrendo nestes últimos 30 meses. Apesar de todos os esforços de nossa presidente, a vereadora Dulcinéia Caldeira, nunca foi permitido ao Partido dos Trabalhadores a efetiva participação nas toadas de decisões desta administração. Prandini, ao contrário do que compromisso firmado em campanha, se revelou protagonista de um governo hermético, autoritalóide, arrogante que apenas se faze precisar de partido político em época de campanha eleitoral. Veja o que aconteceu com o PV, partido do qual sou egresso, foi completamente dizimado pelo próprio prefeito. E o resultado é este desastre histórico que aflige aos olhos do monlevadense em geral. Não pretendo também ser ingênuo, retirando a responsabilidade do PT diante dos fatos, pois ela existe. No entanto, não é fruto de ação voluntária e sim de uma omissão estrutural. O PT tem sido omisso, posto que já poderia ter enquadrado este governo há muito tempo, valendo-se de sua militância, de seu dois votos na Câmara, de sua vasta base política na cidade e de seus valores e princípios partidários. Mas, o poder corrompe a alguns e assim o partido se vê fragmentado, desestruturado e, consequentemente, enfraquecido por aqueles que se esquecem de ser petistas em troca de salários de primeiro escalão. Sei também, que a essa altura dos acontecimentos, não seria, totalmente, possível descolar deste governo a imagem do partido, mas ainda há tempo para se preservar a militância e a expressiva base político-eleitoral que o PT passou a possuir desde o governo Leonardo Diniz. É esta a luta que o partido deve empreender neste momento. Salvar o que puder ser salvo desta destrutiva, infrutífera e incoerente aliança que, inadvertidamente, fez com Prandini. Assim, se o PT não é governo, materialmente, também não o pode ser, formalmente, pois o partido não tem vocação para testa de ferro. Colha sozinho, o que plantou sozinho, Prandini! Se não romper de um jeito, rompe de outro!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quinta com Prandini

O prefeito Gustavo Prandini convidou o Diretório Municipal do Partido dos Trabalhadores para uma reunião, marcada para esta quinta feira. Se me permitem os leitores, vou aproveitar a oportunidade para fazer um pequeno exercício de adivinhação. Tudo indica que a reunião foi agendada para Prandini apresentar o seu novo assessor de governo, o psicólogo Tadeu Antonio Figueiredo. Imagino que o prefeito deve discorrer sobre o extenso currículo do substituto fictício de Emerson Duarte e, por fim, deve argumentar que a mais importante assessoria da prefeitura é, agora, ocupada por um petista e que, com isso, o PT é sim governo. Bastieri, que nestas ocasiões não falta às reuniões do Diretório, deve dizer que o PT ocupa tantos cargos na administração e que estar empregado na Prefeitura e ser governo são uma só coisa. Pois bem, já me adianto em dizer que o novo assessor deve ser um profissional bastante qualificado, mas seu nome não foi deliberado nem mesmo indicado pelo Diretório do Partido, de tal forma que não representa o PT de Monlevade. E, como estou cansado de escrever, ser governo é participar das decisões político-administrativas, o que nunca foi permitido ao Partido dos Trabalhadores nesta administração. Ademais, convenhamos, companheiros: esta discussão já é pretérita. O tempo urge e o momento é de preparar o partido para lançar candidato próprio para as eleições de 2012. E neste sentido o PT tem um leque de opções: Belmar Diniz, Dr. Laércio, Dra. Rosángela, Gleber Naime, Dulcinéia, Neto...

PS. Espero que o assunto da filiação de Prandini no PT nem seja cogitado.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Sujeito Crítico


Em passeata, ontem, pelo centro da cidade, professores públicos municipais manifestaram-se pelo cumprimento da lei federal que estabelece o piso salarial do Magistério. Destaque para a faixa com os dizeres “Sr. Secretário, onde está o sujeito crítico ?” Trata-se de uma alusão ao secretário de Educação do governo Prandini, Fabrício Brandão, que, embora sempre tenha defendido a formação crítica dos alunos da rede pública de ensino, apresentou à categoria em greve uma proposta de reajuste salarial fantasiosa, sem embasamento legal.

Manobra de Prandini Acaba em Multa de 1 Milhão, Processo de Despejo e Bloqueio de Recursos Federais

Depois de, irresponsavelmente, levar o caixa da Prefeitura à bancarrota, o gabinete prandinista, descumprindo o contrato que, até então, transferia à Caixa Econômica Federal a administração da folha de pagamento do servidor público municipal, leiloou, unilateralmente, o direito transferido e ainda vigente por força contratual, numa desesperada e mal calculada tentativa de arrecadar alguma receita para cumprir o rombo financeiro no final do ano fiscal. Na época, a manobra foi considerada por alguns puxa-sacos como uma jogada de mestre. Agora, leio na edição de hoje do Jornal A Notícia que a dita jogada de mestre parece ter estremecido a boa relação que sempre existiu entre a Caixa e a Prefeitura e que a instituição financeira federal, além de cobrar, judicialmente, a multa de 1 milhão de reais pelo descumprimento do contrato, também está requerendo na justiça a reintegração da posse do imóvel de sua propriedade (processo de despejo), no qual se encontra instalada nada menos que a Prefeitura de João Monlevade, na Rua Geraldo Miranda. E tem mais: conforme ainda informa o bi-semanário, a cobrança da multa de 1 milhão coloca a Prefeitura em posição de inadimplência junto à Caixa, impedindo, assim, a liberação de recursos federais para o Município. O leitor vai me desculpar, mas o termo mais adequado para definir tanta inconseqüência só pode ser um: “Cagada de Mestre”!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Professor Rebate Secretário de Educação

É o bicho! disse:

Caro Fernando, ainda sobre a luta dos educadores, gostaria ,se possível, colocasse em seu espaço esse meu desabafo, pois seu espaço é bastante lido e alcança realmente quem deveria alcançar, mas se isso nao acontecer entenderei e continuarei respeitando.Desde já agradeço.

LEIS E COISAS NÃO CADUCAM...

Chocada é como se sente a categoria com o comentário do nosso secretário da (des )educação sobre a Lei 920. Segundo ele, essa Lei caducou e, portanto, não pode, por ela, ser implementada a lei do Piso Salarial Profissional Nacional. Que coisa mais tacanha, para mão dizer total despreparo desse agente político. Será que ele não percebeu que foi ele quem caducou?! A discussão sobre essa lei é recorrente desde o ano de 2008, quando a mesma foi promulgada. Tão logo isso aconteceu, cinco governadores, descomprometidos com a educação de qualidade, atacaram-na com uma ADIN(Ação Direta de Inconstitucionalidade) em dois pontos: Como o Piso entraria no contracheque dos professores e sobre a jornada de trabalho(1/3 fora de sala e 2/3 em sala). A situação ficou pendente no Supremo até 06/04/2011 (diga-se de passagem, dia do meu aniversário) e presente melhor eu não poderia ter recebido, após 20 anos de entrega total ao magistério e sem nenhuma valorização. Agora que o Supremo julgou improcedente o ataque e nos presenteou com o Piso no salário básico, vem esse secretário (diga-se, também, de passagem, com mestrado em (des) educação, com defesa de sua dissertação em Cuba) dizer tal besteira. Segundo a Lei do Piso, os gestores de todo o país, tiveram até 31/12/2009, para readequarem ou até mesmo criarem um plano de cargos, salários e carreiras para receber o Piso, mas não foi o que fizeram nesses anos todos de promulgação da Lei. Agora vem o secretário confiscar vantagens, inventar tabela com estrutura de níveis e outras coisas mais para evitar a valorização do profissional da educação. Dando mil e uma desculpas para não pagar aquilo que a Lei do Piso manda e que o Supremo confirmou. Acho que ele prestaria um bom serviço à população se, ao invés de liberar notas mentirosas, tirasse o time de campo, pois a categoria está organizada e unida. E, digo mais, se o educador está fora de sala e nas ruas, a culpa é única e exclusiva dele e da péssima administração que a cidade vem experimentando ao longo dos últimos 30 meses e com a qual terá, talvez, que conviver por mais 18 meses.

Mais Uma Nota da Prefeitura

Na semana passada, o governo Prandini soltou mais uma nota. Aliás, nunca antes na história deste Município, uma administração emitiu tantas: foram notas contra adversários, contra correligionários, contra petistas e, agora, contra os professores que resolveram se mantiver em greve diante de uma Prefeitura que, vergonhosamente, se recusa a cumprir a lei do piso nacional do Magistério. Somente a arrogância, a empáfia e a aversão pelo contraditório podem explicar tantas notas, pois do contrário, a quem aproveitaria o acirramento dos ânimos num momento que deveria ser de negociação? Mas, uma coisa é certa. Como dito antes, a aparente mudança ocorrida, recentemente, na assessoria de governo não gerou efeito algum. O governo Prandini continua fiel às suas práticas autoritalóides e, portanto, no rumo de sempre.

domingo, 26 de junho de 2011

Com Certo Atraso...


Com certo atraso (coisa de pai gemelar que não tem tempo pra nada), gostaria de agradecer aos amigos blogueiros pela oportunidade de mais um bate papo interessante e inteligente, no santuário ecológico riquíssimo que é o Clube Caça & Pesca. Irreverência, humor e camaradagem, como sempre, marcaram o encontro dessas cabeças, irremediavelmente, pensantes. Boa a analise feita pelo José Henriques sobre cada peça da blogosfera monlevadense, presente na última quinta feira. Político-passional foi ótimo: a política é, absolutamente, necessária e a paixão, quando do fundo da alma, pode levar a experiência humana à níveis intensos de plenitude. E vamos subindo a montanha.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Não gostei Nada!

A cantora mineira Paula Fernandes em apresentação com o Rei Roberto Carlos. O mundo é cruel!

Considerei um tanto imprudente, arriscada e, até mesmo, audaciosa esta conversa de que a mineiríssima – pra dizer o mínimo - Paula é do Thiago. Não gostei nada disso! Aliás, a Paula não é nem mesmo do Rei. Ela já tem dono – vai ser brega assim lá na Rua Calafate!- Ajuda aí, Márcio. Toma tento. Juízo, meu caro! Um abraço a todos.


PS. Agora é rezar para que minha mulher não ler. E por falar nisso: beijinho, viu, amor? Unhac!

terça-feira, 21 de junho de 2011

Piso do Professor

É, simplesmente, inaceitável que num Município do produto interno bruto da gigantesca ordem de 1 bilhão e 436 milhões de reais e da expressiva receita anual de 152 milhões (ou serão 128?), o professor público tenha de permanecer em greve para que se pague o piso salarial do magistério, legalmente, fixado em R$ 1.187,97. Principalmente, em se tratando de um Município governado por um prefeito egresso da escola pública e que norteou sua campanha eleitoral no compromisso pela mudança. Já disse outras vezes e volto a repetir: sem os investimentos necessários e o tratamento prioritário ao setor da educação pública, nenhuma das mudanças almejadas pela sociedade monlevadense se concretizarão. Precisamos de mais qualificação, de mais ordem, de mais respeito, de mais urbanidade e civilidade. Ou seja, precisamos de mais educação. De uma educação muito mais voltada para o civismo, para as demandas da cidade e para o jogo ético da vida do que, meramente, para o vestibular, como ocorre com o atual modelo. E, indubitavelmente, sem um salário digno para o professor jamais alcançaremos as transformações sociais que nos colocarão, definitivamente, nas condições do sonhado desenvolvimento humano. Na oportunidade, gostaria de fazer uma sugestão ao professores. Tratando-se o piso salarial de previsão em lei, já considerada pelo STF como constitucional e considerando que o piso tem relação direta com o direito à educação pública de qualidade, um caminho interessante seria o Ministério Público. O sindicato ou mesmo uma comissão de professores poderia representar no MP da Comarca quanto ao descumprimento da lei federal que estabelece o piso. Quem sabe, assim, o promotor de justiça poderia refrescar a memória de Prandini, relembrado o prefeito de seu pronunciamento de posse, no qual jurou observar e defender as leis e a Constituição?