terça-feira, 13 de março de 2012

Leitor Anônimo de Martino

E aí Fernando, o Sr. Marcos Martino postou em seu blog descendo o cacete nos que postam "anônimos" porém "anônimos" que fazem elogios a ele são postados. Postei então um comentário "anônimo" no blog dele e já sabia "não foi publicado". Está na íntegra o dele e o meu que também será postado "anônimo" em homenagem a ele.

SR MARCOS MARTINO POSTOU EM SEU BLOG:
Anônimo Babaca

Não acho que postar um comentário como "Anônimo" atrapalhe o debate no blog, até mesmo porque se postar um comentário "mesmo identificado" que não agrade o dono do blog este não vai ser publicado da mesma forma. Você Marcos Martino, é uma pessoa #########*, se julga #########*! Julga-se o ##########*, julga-se o ########*. Veja a sua trajetória na PMJM, aquele que é bom, é promovido a cargos melhores. Seja um pouco humilde, você está aqui neste mundo só de passagem! VOCÊ ESTÁ EM MONLEVADE SÓ DE PASSAGEM! E se esta cidade tem gente ruim, como você citou acima, é talvez por elas estarem percebendo que você não tem nada a ver com o crescimento e desenvolvimento da nossa cidade, não acrescenta nada, não soma nada. Deveria aparecer menos, falar pouco e trabalhar mais. A maioria dos seus documentos são postados no horário do seu trabalho. Você é um servidor público, o dinheiro que você "ganha" é dinheiro do povo. Por isso tudo, e algo mais, quem tem um blog, tem que respeitar estes tipos de comentários, ainda mais você que é uma pessoa pública, claro que postagens com palavras de baixo calão não, porém aqueles comentários que não os agrada tem que ser publicados sim. Você se acha digno somente de elogios? Festiaço, Carnaval, Rock na Rua... você está pegando é gancho!!!! E além do mais é obrigação sua. Você “ganha” para isto, e postar artigos sobre música, cultura em blogs não é trabalho, é hobby, são poucos que tem acesso a mídia virtual. Ponha a mão na massa, mostre a sua tão falada capacidade Cultural que até hoje ficamos a ver navios! Desenvolva algum projeto para que o povo desta cidade sinta-se orgulhosa em saber que o dinheiro não está sendo jogado fora em remuneração daqueles que simplesmente estão de passagem. Então meu colega, post este, mesmo que seja anônimo e vamos fazer um debate sobre isto que postei. Você perceberá que tem muita gente em Monlevade (que você qualifica como ruim) irá concordar com o meu comentário. Porém publique todos os comentários que forem postados, não publique os poucos que virão em sua defesa.

(*) Riscado pelo autor do Blog em conformidade com a orientação constante da caixa de diálogo para comentários.

Orgulho Burro

Quando era criança, eu olhava para os adultos e os via como criaturas, irremediavelmente, racionais. Pouco antes de ingressar na faculdade de Direito, eu sentia que alguma coisa estava errada naquele modo com o qual eu, desde criança, tendia a ver os adultos. Hoje, vejo que eu só não estava completamente errado por raras exceções.
Burro é aquele que comete o mesmo erro, sucessivamente ou aquele que age contra os próprios interesses. E, via de regra, é o descontrole das passionalidades que levam o sujeito ao estado de burrice. Sentir vaidade, inveja, orgulho, raiva e ciúme é humano. O que não se pode é agir com base em tais sentimentos, sob pena de se estar abrindo mão da condição de humanidade.
Uma figura pública que chega, espairecido, de uma luxuosa viajem à Europa e, ao se deparar com a manutenção de uma greve, iniciada antes de sua partida, faz a opção por convocar um lacaio para, juntos, suprimirem os cartazes anunciativos do movimento grevista, com as próprias mãos, expondo-se, desnecessariamente, não pode ser considerado racional.
Aliás, tudo que se viu e não se viu nesta administração foi fruto de um modelo, totalmente irracional, imbuído de um orgulho desmedido e de uma cega obsessão pelo poder, em que as vaidades dos bajuladores são muito bem manipuladas, num verdadeiro tabuleiro passionalista de xadrez, onde imperam a traição, a falsidade e a pior face da política.
Fico imaginando: por que a insistência em tal modelo, eis que o mesmo já se demonstrou tão mal sucedido. A resposta é simples: porque não sabem fazer de outra forma.
O pior é que ainda acham que podem se valer de tais expedientes para, através de meras siglas partidárias de aluguel, tentar contaminar outros grupos políticos com tal modelo, o que não me surpreende: a prepotência é a filha pródiga do orgulho .

segunda-feira, 12 de março de 2012

Contas Aprovadas

Gostaria de fazer apenas uma correção. Ao contrário do que foi informado pela edição da última sexta-feira do Jornal A Notícia, Luiz Fernando do Amaral, candidato a cadeira de vereador nas eleições de 2008 pelo PC do B, teve suas contas de campanhas aprovadas com ressalva pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas. Como todos os que concorreram à vereança local, coligados com Prandini - à exceção apenas dos que foram eleitos e, consequentemente, tiveram preferência do exame das respectivas contas, ocasião em que o elemento que mais pesou na reprovação das contas dos demais ainda não havia sido identificado pela Justiça Eleitoral – Luiz Amaral teve suas contas reprovadas em primeira instância, mas conseguiu reverter a situação no TRE, onde suas contas foram aprovadas, com ressalva. Estou certo disso, porque fui eu quem elaborou e interpôs o recurso.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Joaquim Rolla, o Filho Ilustre de São Domingos do Prata

Cassino Quitandinha, em Petrópolis, construído em estilo normando por Joaquim Rolla. Hoje funciona como hotel.


O caderno de Cultura da edição da última terça-feira do Jornal Estado de Minas trouxe uma matéria interessantíssima sobre a recém lançada biografia de Joaquim Rolla, sem dúvida, o filho mais ilustre de nossa vizinha São Domingos do Prata.
Fruto da pesquisa e da narrativa de Euler Corradi e de João Perdigão, este último filho do ex-prefeito João Braz, de quem Rolla era tio-bisavô, o livro “O Rei da Roleta” conta a trajetória do principal nome da história do jogo do Brasil.
Nascido no Prata em 1899, Joaquim Rolla foi tropeiro, comerciante, empresário da construção civil, de ferrovias, do ramo hoteleiro e, literalmente, num lance de cartas, adquiriu o lendário Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, por onde passaram Carmem Miranda, Orson Welles, a alta sociedade, políticos influentes e muito dinheiro. Como se não bastasse, construiu também o Cassino Quitandinha, em Petrópolis, o Pavilhão de São Cristóvão no Rio de Janeiro e o Edifício JK na Capital Mineira, este último numa jogada de marketing para lançar a candidatura de um grande amigo à Presidência da República: Jucelino Kubitschek. E ainda fez e administrou outros cassinos, como o da Pampulha, e fundou o jornal “Folha da Noite Mineira”. Vale a pena conferir!

Mulher


“E uma daquelas moças era toda tingida de baixo a cima, daquela tintura e certo era tão bem feita e tão redonda, e sua vergonha tão graciosa que a muitas mulheres de nossa terra, vendo-lhe tais feições envergonhara, por não terem as suas como ela.”

Trecho da carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei de Portugal, Dom Manuel, descrevendo a extrema beleza das mulheres encontradas aqui na, então, Terra de Vera Cruz, quando do Descobrimento, em 1500.
Neste 08 de março, parabéns à todas as Mulheres por serem essas criatuaras maravilhosas que são e por trazerem sentido à nossas vidas.

quarta-feira, 7 de março de 2012

Última Notícia

Uma fonte segura de dentro do gabinete prandinista acaba de informar que o atual prefeito pretende, a todo custo, inaugurar o Restaurante Popular, em construção no Bairro Estrela Dalva, ainda em abril.
Ocorre que, há poucos dias, os utensílios de cozinha adquiridos pelo Município para serem usados no RP desapareceram, misteriosamente, do almoxarifado do DVO.
O governo, agora, corre contra o tempo para trocar equipamentos de toda a sorte por panelas, colheres, facas e garfos.

terça-feira, 6 de março de 2012

O PT e Prandini

Nos últimos dias, alguns dirigentes e militantes do Partido dos Trabalhadores de João Monlevade têm feito declarações no sentido que a sigla estaria prestes a romper com o governo Gustavo Prandini e poderia lançar candidato próprio para concorrer às próximas eleições. Sinceramente, não acredito nisso.
Primeiro, porque a recente mudança de interpretação do parágrafo 7° do art. 11 da lei 9.504/97, elaborada pela Justiça Eleitoral pode dificultar, mas não impede a candidatura do atual prefeito. Afinal, uma Resolução emitida por um tribunal não pode se sobrepor a uma lei aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República. Judiciário não legisla, correto?
Segundo, porque o PT monlevadense vive, há quase uma década, uma séria crise, que apenas tem se agravado nestes últimos três anos em que encabeçou a vice-prefeitura prandinista.
O simples fato de, após os oito anos de governo Moreira, o PT não conseguir consolidar um nome, legitimamente, petista para concorrer a prefeitura, por si já evidencia que as coisas não vão bem no Partido dos Trabalhadores, há muito tempo. O jeito, então, foi apoiar Prandini.
E na era prandinista, certamente, as coisa pioraram, pois uma agremiação que sempre foi conhecida por sua forte unidade partidária, principalmente, diante das disputas eleitorais, se encontra, hoje, muito dividida e, consequentemente, enfraquecida.
A verdade é que o Prandinismo conseguiu seccionar o partido em três ou quatro PTs e através da concessão de cargos, de salários, de gratificações, além do manejo de engodos que lhe são próprios, mantém a maioria dentro do Diretório Municipal. E vai ser assim até o final. Este Encontro Municipal, anunciado pelo partido, deve ser neutralizado pelo gabinete prandinista, indefinidamente, a exemplo de outros. Tudo vai depender da capacidade do governo em atender a vaidade individual de alguns. E para isso, Prandini tem a Máquina nas mãos .
Na política tudo tem sua forma e seu tempo. E o tempo de uma ruptura saudável entre PT e PV já é mais do que pretérita. O PT deveria ter rompido antes da vinda de Tadeu e Ivo José. Aquele era o momento certo de o PT deixar a base do governo sob a justificativa plausível de que Prandini havia traído os princípios do partido e não reunia as condições para representar a Esquerda Monlevadense.
A partir do momento em que o partido aceitou que Prandini se valesse do subterfúgio de se recorrer à petistas de Ipatinga para, artificialmente, manter o apoio do partido, o PT assumiu de vez toda a responsabilidade pelo situação político-administrativa catastrófica vivenciada pelo Município, esvaziando ele mesmo a tese de que não podia ter responsabilidade, pois, de fato, não participava das decisões de governo. Hoje, o PT tem sim sua culpa e ela é por omissão.
Neste cenário de crise, não resta ao PT, senão a opção por se manter ao lado de Prandini para, juntos, concorrerem às próximas eleições. Uma ruptura este momento colocaria o partido numa espécie de limbo político, ou seja, não seria visto pelo eleitor como situação, mas também não poderia ser visto como oposição, pois já assumiu sua responsabilidade pelo resultado prandinista. O PT, então, seria visto como o traidor que concorreu para ser traído, o que, numa eleição pode ser terrível. Já imaginou ser chamado de traíra que abocanha o próprio rabo? É o que pode acontecer!
Mas, para aqueles que, realmente, são petistas por afinidade e amor à Estrela Vermelha, resta a esperança de que todo ambiente de crise gera um infinidade de oportunidades e, no final disso tudo, o PT monlevadense terá uma grande chance de se renovar.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Segue a Dilapidação do Patrimônio Cultural de Minas

E segue a dilapidação do patrimônio histórico-cultural de Minas. Leio na edição de ontem do jornal Estado de Minas que os famigerados ladrões de arte sacra têm nova rota e estratégias para saquear igrejas, capelas, museus e outros prédios históricos de Minas. Segundo matéria de capa do diário, as quadrilhas agora atacam povoados e distritos coloniais, distantes dos grandes centros urbanos e da vigilância das autoridades, conforme investigação do Ministério Público estadual.
O caso mais recente, segundo o veiculado, foi o roubo de cinco imagens da Matriz de Santo Antônio, em Itacambira, de 5,2 mil habitantes, na Região Norte. Nos últimos dois anos, de acordo com levantamento da Coordenadoria das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais (CPPC), 25 peças desapareceram. O mapa recente dos furtos inclui crimes não desvendados no distrito de Engenheiro Correia, em Ouro Preto, e em Caeté, na Região Metropolitana de BH, além de Rio Preto e Santa Rita de Jacutinga, na Zona da Mata, e Campo Belo, no Centro-Oeste.
A falta de segurança nos templos e museus, a alto valor que as peças alcançam nos mercados nacionais e internacionais, a inexistência de uma polícia especializada e a ignorância e o desinteresse das comunidades em relação à seus bens artístico-culturais são os ingredientes que levam à triste realidade de que mais de 60% da arte sacra mineira já foi subtraída do estado.
Enquanto na Europa, Aleijadinho é considerado a reencarnação mulata de Michelangelo, o que eleva às alturas o valor de suas peças, em Minas as novas gerações não fazem idéia da grandiosidade e da importância de sua obra. As capelas e as igrejas de Ouro Preto, por exemplo, não possuem sistema de câmeras e, em muitas, os alarmes não funcionam. A polícia especializada em crimes contra o patrimônio histórico-cultural de Minas, prevista na Constituição do Estado, não sai do papel...
O mais infame crime desta natureza, perpetrado contra o patrimônio histórico-cultural de Minas foi, sem dúvida, o furto do Santíssimo Sacramento ocorrido na década de 1970 na Matriz de Nossa Senhora do Pilar de Ouro Preto. A peça, em ouro maciço, fundida especialmente para a celebração da maior festa barroca de todos os tempos, o Triunfo Eucarístico (1733), considerada por muitos historiadores como as bases do Carnaval Brasileiro, foi subtraída, misteriosamente, e nunca mais se ouviu falar dela nem de esforços para recuperá-la. Na época, o governo militar impediu a divulgação do fato. O descaso do governo de Minas em relação aos bens culturais do estado é inacreditável e, as vezes, parece até proposital.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Nova Interpretação do TSE Complica a Vida de Prandini

Por 4 votos a 3, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou nesta quinta-feira que não poderão concorrer às eleições municipais deste ano os políticos que tiveram a prestação de contas de campanha de 2010 rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Reprovações anteriores às eleições passadas serão analisadas, caso a caso.
A alteração se deve à edição de uma Resolução que dá nova interpretação à legislação eleitoral, especificamente, ao parágrafo 7° do art. 11 da lei 9.504/97, através do qual se entendia que o político deveria apenas apresentar as contas de campanha, sem a necessidade de serem aprovadas, para receber a chamada quitação eleitoral que funciona como condicionante para a instrução do seu registro de candidatura.
Considerado que Prandini já teve suas contas de campanha reprovadas em 1ª, 2ª e 3ª instâncias , esta nova Resolução do TSE deve dificultar bastante as pretensões do atual prefeito em registrar sua candidatura nas próximas eleições.
Tomara que ele consiga uma liminar, pois Prandini não pode deixar de se submeter ao exame das urnas.

Novo Piso Nacional dos Professores fica em R$ 1.451,00




O Ministério da Educação (MEC) reajustou na última segunda-feira o piso salarial dos professores em 22,22%, que passou para R$ 1.451,00 reais e vale para este ano. Isso significa que todas as redes públicas de ensino do país devem pagar, no mínimo, essa quantia para um professor que faz jornada de 40 horas semanais. O pagamento do piso é retroativo ao mês de janeiro.
O reajuste foi determinado pela Lei 11.738, de 2008. Em 2011, o aumento havia sido de 15,85%, o que fez com que o piso subisse para R$ 1.187,14. Segundo o MEC, a correção do piso acompanha a variação do valor anual mínimo por aluno, que é definido pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do período.
Significa dizer que, em João Monlevade, por determinação da Lei 920/89, o professor da rede pública municipal, enquadrado no nível P1 não pode receber remuneração menor que R$ 1.451,00, ou seja, o piso. O P2, R$ 1.741,20. O P3, R$ 2.089,44. O P4, R$ 2.507,32. O P5, R$ 3.008,79. E o P6, R$ 3.610,55.