Ontem, o Vereador Belmar Diniz participou da manifestação promovida pelos moradores do Bairro José Elói, que protestavam contra a incapacidade do governo Prandini em solucionar, definitivamente, a situação de verdadeira calamidade em que se encontra a Rua do Andrade, há meses.
Pois bem, Belmar...em relação ao ocorrido ontem, posso dize que o vereador muito bem aproveitou a oportunidade de se colocar ao lado do povo, contra aqueles tiranos incompetentes que fizeram a opção por cruzar os braços, diante das mais básicas demandas da população, enquanto chafurdam, desastrosamente, sobre a receita dos impostos pagos pelo cidadão monlevadense.
Ninguém, Belmar Diniz, tem o direito de lhe dizer o que, como e quando o vereador deve agir na devesa do povo que o elegeu, a não ser o próprio povo. E ontem, num momento raro e extraordinário na vereança municipal, o que se viu na porta da Prefeitura foi um vereador monlevadense, realmente, apoiar e defender um demanda legítima, surgida no seio do povo desta cidade, que tem sofrido em demasia, há três anos.
E por se tratar, justamente, de um ano eleitoral é que todos aqueles que desejam o melhor para João Monlevade, sejam eles petistas, liberais, conservadores, verdes, vermelhos ou partidários de quaisquer outras ideologias, devem se unir para, através do processo democrático que se avizinha, desconstruir esta entidade político-administrativa tão retrograda, desagregadora, desumana e destrutiva, representada pelo governo Gustavo Prandini e, ao mesmo tempo, eleger aquele que colocará Monlevade no rumo do progresso e do desenvolvimento que todos nós merecemos.
Pois bem, Belmar...em relação ao ocorrido ontem, posso dize que o vereador muito bem aproveitou a oportunidade de se colocar ao lado do povo, contra aqueles tiranos incompetentes que fizeram a opção por cruzar os braços, diante das mais básicas demandas da população, enquanto chafurdam, desastrosamente, sobre a receita dos impostos pagos pelo cidadão monlevadense.
Ninguém, Belmar Diniz, tem o direito de lhe dizer o que, como e quando o vereador deve agir na devesa do povo que o elegeu, a não ser o próprio povo. E ontem, num momento raro e extraordinário na vereança municipal, o que se viu na porta da Prefeitura foi um vereador monlevadense, realmente, apoiar e defender um demanda legítima, surgida no seio do povo desta cidade, que tem sofrido em demasia, há três anos.
E por se tratar, justamente, de um ano eleitoral é que todos aqueles que desejam o melhor para João Monlevade, sejam eles petistas, liberais, conservadores, verdes, vermelhos ou partidários de quaisquer outras ideologias, devem se unir para, através do processo democrático que se avizinha, desconstruir esta entidade político-administrativa tão retrograda, desagregadora, desumana e destrutiva, representada pelo governo Gustavo Prandini e, ao mesmo tempo, eleger aquele que colocará Monlevade no rumo do progresso e do desenvolvimento que todos nós merecemos.
