Na disputa do atual provedor do HM contra a AAHM, quem deve deixar o Hospital?

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

No Próximo 3 de Outubro...


No próximo 3 de outubro, serão realizadas novas eleições em âmbito federal e estadual. Confesso que diante deste, historicamente, imutável quadro de candidatos que nos é apresentado, escolher aqueles que não vêem a política como apenas uma forma rápida e fácil de se alcançar prestígio, poder e enriquecimento ilícito, não é uma tarefa das mais fáceis. Se você acha que as coisas estão boas com estão, reeleja os candidatos de sempre. Mas, se você é como eu, que considera que ainda há muito que se fazer, vote em candidatos novos. Não há como mudar o país, reelegendo aqueles que estão há 20 ou 30 anos no poder. Não reeleja candidatos que se enriqueceram, inexplicavelmente. Não vote em candidatos que só são vistos na nossa cidade em época de campanha eleitoral. Não dê ouvidos à pesquisas eleitorais. Não vote naqueles que roubam, mas fazem. Não vote naqueles envolvidos em escândalo de corrupção. Não venda seu voto por nada nesse mundo. É da compra de votos e das outras várias categorias de abuso do poder econômico e político que nasce, inicialmente, a corrupção eleitoral, que, posteriormente, se transforma na corrupção administrativa, bem como nas outras tantas modalidades de infrações cometidas no âmbito administrativo, num desencadear contínuo de um processo pernicioso de fragilização e de desestruturação institucional, que se alastra, indefinidamente, a tomar e a comprometer a existência do Estado e do próprio cidadão, minando a saúde da sociedade, da Democracia e da República. Vote consciente. O voto é a origem de tudo.

Rapadura no Ponto



Saiu no Rapadura:

ENGANAÇÃO

Se a nota da secretária Cláudia Paiva merece destaque e elogios, a informação acima da Assessoria de Comunicação é um erro de decisão e de informação.
Ora, a própria nota se contradiz.Se ocorreram 896 atendimentos à maior região populacional da cidade, porque acabar com o serviço em troca de uma economia de apenas R$1.200,00, num município que arrecada mais de R$120 milhões por ano?
Se é verdadeira e honesta a intenção de economizar, porque não demitir o “administrador regional” que ganha R$6 mil por mês e garantir a continuidade dos serviços à população com um atendente com salário menor?Achar que o povo é bobo não é uma política séria. Agora, fazer o povo de bobo é ainda pior.


Monlewood comenta:o verdadeiro motivo das mudanças ocorridas na Administração Regional do Cruzeiro Celeste são dois: os 896 atendimentos realizados ao público e a pessoa responsável por eles, o ex-vereador Luis Cláudio do Patrocínio. O governo Prandini e hermético, paranóico e confuso por natureza. Ele não incorpora os aliados, politicamente. Na verdade, para o gabinete de Prandini, aliados são potenciais adversários políticos. É daí que se origina a discussão se o PT é governo ou não. Estes 896 atendimentos realizados pelo petista Luis Cláudio acendem uma luz amarela no modelo político adotado por Prandini, que pode ser traduzida pelo seguinte raciocínio: Luis Cláudio tem se articulado bem no Cruzeiro Celeste, uma das regiões de maior densidade eleitoral do Município. Assim, ele cresce e pode ofuscar o prefeito, cada dia mais fraco. É melhor trazê-lo para debaixo das asas do gabinete, enquanto há tempo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Prandini não Veio mesmo à Trabalho

O mau estado em que se encontram a malha viária, os passeios públicos, a saúde e vários outros setores públicos do Município, por si, já denunciam que o governo Prandini vem trabalhando muito pouco. Como se não bastasse toda essa letargia, ultimamente, a administração Prandini tem se afastado ainda mais de seus deveres laborais para com a coisa pública, comprovando que, definitivamente, não veio mesmo à trabalho. A exemplo do que ocorreu com o catastrófico Código tributário, a atual gestão tem se valido, cada vez mais, de empresas terceirizadas para fazer tudo aquilo que o corpo técnico administrativo e o secretariado deveria fazer, mas não o faz. É empresa de prestação de marketing, de assessoria, de consultoria, de gestão, de planejamento estratégico e de tudo mais que pode ser pago com o dinheiro público e que Prandini e sua equipe não conseguem ou não querem fazer. Estamos pagando duas vezes por nada: a primeira, quando a Prefeitura oferece altos salários e gratificações para a turma prandinista e o resultado é este que aí está; a segunda, quando se contratam empresas para realizar o que a turma não consegue é o resultado é aquele que se viu com o Código Tributário.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

É o Bicho Comenta: Sinval

é o bicho! disse...

Fernando, este Senhor,Sinval Jacinto, quando procurado por uma aluna , teve um surto de despreparo como legislador e de falta de traquejo social, quando a mesma o procurou para informá-la sobre o Orçamento Participativo, o que muito a ajudaria nos trabalhos escolares. O "digníssimo" vereador disse a ela que nao iria responder nada, porque essa matéria era de petistas e que ela procurasse os petistas para resolver. Acho sim que ela teria sido ingênua ao procurá-lo, visto que tanto o assunto quanto o objetivo para a inteiração do mesmo, nao são elementos familiares à vida social e muito menos escolar desse legislador. MAs, da parte dela, posso garantir que a falha foi só essa, ou seja, ter sido ingênua ao procurá-lo, mas da outra parte, com certeza, houve maldade, malícia, falta de humilade e, acima de tudo, despreparo total para legislar, o que já era de se esperar. Concluindo, quero dizer para este Senhor que, a colaboração de que ela tanto precisava, faz parte do currículo do curso que ela frequenta,mas disso ele jamais poderia saber, pois nao sabe dos problemas por que passa a cidade e, quando sabe, prefere o ataque, o fisiologismo,porque faltá-lhe competência para encaminhamentos e trabalhos sérios para os quais se propôs. Ele, com certeza, é um desses políticos que engrossam a lista daqueles que em vez de prestar serviço à comunidade, serve-se dela usando dessa e de outras formas pouco recomendáveis.

Indício de Sabotagem Eleitoral


O vereador Sinval Jacinto Dias (PSDB) poderá responder por crime eleitoral. O parlamentar é acusado de transferir materiais de campanha de adversários para locais proibidos pela Legislação Eleitoral. Segundo Boletim de Ocorrência lavrado pela Polícia Militar, depois de recolher cavaletes do candidato a deputado federal, Leonardo Monteiro (PT), Sinval os teria transferido para locais proibidos pela Legislação Eleitoral, o que teria motivado a autução de multa para o candidato petista.

Encontro dos Blogueiros no Floresta Clube (Bom Demais!)






sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Fala Maria José

Ótima reflexão. Mas é como se o prefeito não fosse mesmo do PV, ele não se preocupa com nada que diz respeito a preservação do Meio Ambiente. Tanto é que quando surgiu o projeto " Minha casa, minha vida" o primeiro local sondado foi uma área de Preservação Permanente que existe no bairro Mangabeiras. O projeto só não foi para frente porque os moradores interviram. É mais uma promessa de campanha que esperamos que seja cumprida, que é a de recuperar e preservar uma área de APP no coração da cidade. Promessa feita pelo Sr. Prefeito nas vesperas da eleição em uma reunião com os moradores no bairro. Vamos ver! Porque entra ano e sai ano e toda a semana de Meio Ambiente é a mesma coisa, planta-se umas mudinhas e pronto. Quem sabe agora com a Secretaria de Meio Ambiente alguma coisa acontece. Estamos esperando.

Monlevade Cresce Desordenadamente



Monlevade tem sofrido um verdadeiro “bum” imobiliário. Novas construções pipocam por todos os bairros da cidade. É um ótimo indicador que reflete o acelerado crescimento econômico da cidade. No entanto, é preciso crescer com desenvolvimento. O crescimento desordenado das últimas décadas tem custado um preço alto à cidade, que, por conseqüência, tem sofrido com recorrentes contenções no trânsito, inundações periódicas e aumento da temperatura nos bairros centrais. O exemplo mais alarmante do crescimento desordenado monlevadense é o Bairro JK, localizado atrás do Hipermercado. Lá, prédios são erguidos, do dia pra noite, colados uns nos outros, criando um grande adensamento imobiliário, que, inexoravelmente, contribuirá para aumentar ainda mais os problemas já vividos na cidade. Existem estudos que comprovam que o adensamento imobiliário é um dos principais fatores causadores de inundações, engarrafamentos, impedimento da ventilação natural e consumo excessivo de energia elétrica, nos centros urbanos. São necessários planejamento, ordenamento e regulamentação pública sobre o setor. E isso, porque o prefeito é do partido verde. Imagina se não fosse. Se tudo continuar com está, em breve, a cidade vai dar um grande nó difícil de se desfazer.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A Pedido de um Leitor

Dr. Fernando, a autorização de uso para a Ricardo Eletro é vigente desde o governo Carlos Moreira. Para ser honesto com seus leitores, acho que deveria informar isso. Saudações.

A Praça Não é Nossa


Inicialmente, concebida pela administração do petista Leonardo Diniz como uma área a ser destinada ao lazer e uso coletivo dos cidadãos monlevadenses e negligenciada por gestões passadas, a Praça do Povo, tem tido sua destinação original subvertida, ao passo que, hoje, no governo Prandini, tem servido como ponto de venda de grandes lojas de eletro-eletrônicos e até de automóveis.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

O Palhaço Carequinha

Na terra do aço
Um novo palhaço
É o assessor carequinha
Ai, que gente mesquinha!

Cadê boina minha?
Pergunta o malgrado
É o Carequinha
Que povo malvado!

O boneco na rinha
Lá vai o boneco
Salvar Carequinha
O assessoreco

Fervura no tacho
Do caldo de cana
Sosseguem o facho
Ninguém mais se engana

Poeta prefeito
Só faz malfeito
E na controvérsia
Não sai da inércia

Não olha pro povo
Tem o rei na barriga
É prefeito trovo
Mestre da intriga

Monstros da Feiura



Como se não bastasse a grande quantidade de poluição visual gerada por elementos destinados à publicidade, como cartazes, anúncios, placas e outdoors, prédios abandonados ou em precário estado de conservação engrossam as fileiras do desconforto visual no centro de João Monlevade, desafiando o Código de Posturas do Município, sem que haja a menor fiscalização ou preocupação por parte da Prefeitura.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Leitor Alerta para Caos nas Escolas Públicas Municipais

é o bicho! disse...

Fernando, nao sei se é do seu conhecimento e da comunidade, diretores de escola estão proibidos de contratar professores para substituir, a título de pagamento, colegas que se afastam. A substituição só pode acontecer, caso o professor substituto compense essas horas com folga. Receber em dinheiro nem pensar. Como o professor nao pode e nao deve compensar com folga, porque seria vestir um santo para desvestir outro... então... O fato é que coordenadores de turnos estão vivendo um caos nas escolas,pois o absenteísmo é significativo e nada podem fazer para arrumar substitutos. Estou hà 17 anos na prefeitura e só agora estou vendo isso.

Prandini Anuncia Leilão de Imóveis Públicos

O vereador e líder do governo na Câmara, Vanderlei Miranda, anunciou que administração Prandini pretende leiloar imóveis do Município, a fim de arrecadar recursos, visando possíveis investimentos na cidade. Está é uma proposta inaceitável, em todos os sentidos. Os primeiros a sofrerem com a irresponsabilidade fiscal e financeira do governo Prandini foram os fornecedores, que têm amargado meses sem receber por seus serviços. Depois foram os funcionários da Prefeitura, muitos deles demitidos e outros proibidos de tirar férias, além da imposição do cancelamento do vale alimentação. Então, foi a vez da ENSCON, que, sem receber da Prefeitura, se viu à beira de demitir funcionários e cogitou até aumentar o preço da passagem. Outros vários também sentiram na carne, como foi o caso dos atletas do JIMI, que por falta de recursos, ficaram de fora da competição. Agora, o governo Prandini quer sacrificar os bens públicos, numa tentativa de compensar sua irresponsabilidade com o gasto do dinheiro público. Os vereadores devem ficar atentos a essa questão. Permitir o leilão de imóveis do Município para compensar a prodigalidade de gastos da atual administração significará um incentivo e apoio à má gestão de gastos públicos.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ArcelorMittal Está Entre as Melhores Empresas do Brasil para Trabalhar

Já era de se esperar que, depois da terceira morte ocorrida em pleno processo de expansão da ArcelorMittal, meios de comunicação publicassem matéria visando recompor a imagem da empresa. Mas a Usina parece ser mesmo uma boa empresa para se trabalhar. Pelo menos é o que demonstra o resultado de uma pesquisa realizada entre seus próprios funcionários. E em relação aos cidadãos de João Monlevade? O que o povo pensa sobre a ArcelorMittal? Existe alguma pesquisa a este respeito? A importância econômica da Usina para o Município é inquestionável. A duplicação de sua capacidade produtiva pode representar uma nova era de desenvolvimento para a cidade. No entanto, existem velhos e arcaicos tabus, envolvendo a Usina e Município, que precisam ser quebrados. O principal e mais recorrente deles é a afirmação de que a siderúrgica não precisa da cidade. Ledo engano. Dizer que a Usina não precisa de João Monlevade é o mesmo que dizer que a Usina não precisa de trabalhadores, o que seria um absurdo. Afinal, é em nossa cidade que os empregados da ArcelorMittal vivem, moram, estudam, vão ao médico, se valem do abastecimento de água, fazem compras, convivem uns com os outros e etc. Sem a cidade, a Usina seria inviável. E sem a Usina, Monlevade não seria mais que um arraial. Tanto é assim, que quando a Belgo se instalou aqui na década de 30, Monlevade era um pequeno arraial de Rio Piracicaba, o que obrigou a Usina a construir toda uma cidade em seu entorno. Construiu o Hospital, o Colégio Estadual, o Mercado, a Praça do Cinema, ruas, bairros inteiros como a Vila Tanque, Areia Preta, Contratados, Beira Rio e etc. A verdade é que a Usina precisa do Município tanto quanto ele precisa dela. É necessário que haja parcerias sólidas entre a Usina e o Município.

Confusão: A Maior Marca do Governo Prandini

Ocorre confusão quando alguém ou algo é encarado como aquilo que não é ou colocado no lugar que não lhe é devido. Numa linguagem popular, ocorre confusão quando o sujeito coloca a panela debaixo da cama e o pinico dentro do fogão. Desde sua posse, o governo Prandini tem exibido um inacreditável e, obviamente, mal sucedido festival de confusões. O prefeito confunde aliado com inimigo, inimigo com aliado, verdade com mentira, fofoca com informação, partido com casa da mãe Joana, prefeitura com empresa familiar, assessor com puxa saco, povo com gado, poder com autoritarismo e etc. Agora, corre na cidade uma pesquisa de opinião, com a seguinte indagação, entre outras: “você acha que o governo Gustavo Prandini é perseguido pela imprensa?” Ora, se, realmente, o governo tem sido perseguido pela imprensa com inverdades e difamações, a seara competente é a Justiça. Do contrário alguém está querendo se enganar, novamente, ou seja, se auto-confundir.

sábado, 18 de setembro de 2010

Lapinha da Serra/MG, Serra do Espinhaço











Lapinha da Serra, Distrito de Santana do Riacho, Minas Gerais

Leitor Reclama da Campanha de Vacinação Anti-Rábica da Prefeitura

é o bicho! disse...

Fernando, estou tomando a liberdade de me "desengasgar" aqui no seu espaço, por ser muito lido e o fato ser de extrema relevância.A irresponsabilidade do Gustavo Prandini em relaçao à vacina contra raiva para os animais.Isso é grave e beira à loucura para os dias de hoje.Primeiro, a campanha acontece normalmente no mês de agosto e,só agora, na segunda quinzena de setembro, ela se efetiva. Mesmo assim, sem a devida atenção no que diz respeito à divulgação, pois muitos donos de animais nao ficaram sabendo.Isso é grave porque constitui medida de prevençao na área da saúde pública e o prefeito parece nao saber disso. Agradeço pela divulgação.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Atenção Assessores: Prandini dá Sinais de que Pode se Jogar no Rio, Novamente

Não sou psicólogo nem nada do gênero. Mas, gostaria de alertar os assessores de Prandini sobre a possibilidade do atual prefeito de Monlevade vir a se jogar nas águas turvas do Rio Santa Bárbara, novamente. É que no recente poema escrito pelo chefe do Executivo - o qual reproduzo abaixo - e publicado em seu blog, Prandini pergunta: “Onde estão as águas do rio?” Já disse aqui que governar é se antecipar aos acontecimentos. E este tal rio do poema do prefeito pode ser o Santa Bárbara. Quem garante que não? Então, pelo sim ou pelo não, é melhor ficar de olho.

TERRA SECA

Quando é chegada a hora
e todos vão embora
tudo fica como a terra seca
não chove, não se chora
somente dor
a dor do calor partindo a terra
Onde estão as águas do rio?
Inevitável, imprevisível é o fim mal vindo
da vida que arde em chama
essa comédia que termina em drama
ou drama de que se acaba rindo?
Tanto, tanto faz
pois a vida não se satisfaz em simples definição,
tudo se surpreende ao toque da paixão
E o rio que transbordavase descobre um grande vazio
apenas a terra seca, a dor, o frio.

E a Auto Escola Continua a Dona da Avenida


É de se entender que todos precisam trabalhar. Mas tomar para si metade de uma via pública é o tipo de coisa que só acontece mesmo em Monlevade ou em qualquer outra terra sem lei. A Auto Escola suprimiu a faixa da ciclo via, instalou cones e cavalete, se apossou de meia pista da via e quem quiser que se esprema entre os carros da pista da esquerda para trafegar pela avenida, no horário do rush. Como se já não bastassem todas as dificuldades de nosso trânsito, agora temos que suportar o embaraço causado por uma Auto Escola que resolveu afunilar a Av. Wilson Alvarenga, conforme lhe é mais cômodo. Daqui a pouco, vai instalar cancelas e cobrar pedágio. Alguém me responda por favor: Onde está o SETTRAN?

Leitor Comenta: 381, O Império das Carretas do Terror

Marcelinho disse...

Caro Amigo Fernando, fazendo uma retrospectiva histórica da chegada ao poder do Fernando Collor de Melo, com sua máxima tõnica de "nossas carroças", e a tão sonhada abertura da importações, fez com que as montadoras brasileiras corressem atrás de um prejuízo na produção de veículos "melhores", principalmente em se tratando de estética veicular.
Mas, alguns ítens foram e ainda estão esquecidos.
No jornal Bom Dia desta quinta-feira, 16/09/2010, na coluna Opinião da PRF há uma esplanação sobre segurança, muito bem colocada pela PRF.
Mas, quero chegar a uma conclusão: de que adiantou criticar "nossas carroças", que estavam, bem ou mal, adaptadas para"nossas pista"?
Hoje, temos veículos modernos, mas, as pista, ah! estas continuam as mesmas.
Enxegou-se e enxergam somente os veículos como produtos, e como segurança, mas esqueceram e esquecem as estradas, em especial a BR381.
Esta observação, também, é validada para as nossas Avenidas, Ruas, Ruelas, etc.
Uma pergunta, também, me faço e acrescento às demais: porque as montadoras não "cobram" dos responsáveis, estradas, ruas, avenidas com mais SEGURANÇA?
Abraços.

381: O Império das Carretas do Terror

Fim de semana passado, estive em Belo Horizonte. Por não ser político que dispõe de helicóptero, fui obrigado a trafegar mais uma vez pela Rodovia da Morte, a BR 381. Confesso que toda vez que tenho de passar por aquela estrada, que não são poucas, me vem o receio da morte. Morrer é o destino de todos. Mas, se isso me acontecer antes dos 90, o que se verá será um defunto, visivelmente, contrariado no caixão. Nesta última viagem que fiz, re-confirmei toda a péssima impressão que todos têm da 381: traçado obsoleto, má sinalização, excesso de tráfego, imprudência e etc. Agora, não há como negar que uma das principais causas da alcunha de Rodovia da Morte da 381 está no absurdo comportamento das carretas e caminhões. Cada dia maiores, mais pesados, mais velozes e mais inconseqüentes, carretas e caminhões ditam as regras na 381, exibindo um show de imprudência, negligência e imperícia. E sai de baixo, porque, hoje, alcançam, facilmente, a absurda velocidade de 100, 120 e até 130 km/h. Dá pra imaginar uma coisa dessas? 50 toneladas de carga e aço, à 120 por hora? Isaac Newton deve estar se debatendo no túmulo! Esses monstros deveriam vir, de fábrica, com a caixa reduzida de modo a alcançarem a velocidade máxima de 90 km/h e nada mais que isso. E veja bem: a grandíssima maioria dos acidentes envolve carretas e caminhões. Os caminhoneiros da 381 dirigem a exemplo dos péssimos motoqueiros. Fazem o inimaginável. É preciso se exigir mais qualificação dos aspirantes à CNH específica para caminhões e carretas e é urgente um maior controle e fiscalização destes monstros do terror.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Zé Fernando Aparecido

Hoje, escrevi aqui no Monlewood um texto sobre a vergonhosa e injusta política dos Royalties da Mineração. O deputado e candidato de Prandini ao governo de Minas, José Fernando Aparecido (PV) foi um que já levantou a bandeira dos Royalties. Mas, pelo que já pude acompanhar pela propaganda eleitoral na televisão, Zé Fernando não parece estar mais preocupado com as compensações pela exploração das riquezas minerais de Minas. Aliás, a campanha do pevista na TV tem se revestido de uma atmosfera pedante de dar dó. Ou seja, sua campanha tem se resumido em apresentar personalidades, como Marina Silva e Gilberto Gil, que pedem voto para um candidato calado que, ao final, faz cara de que não é com ele ou que não sabe o que está acontecendo. Como um aspirante ao mais alto cargo do governo de Minas faz a opção por fechar a boca na propaganda eleitoral de um instrumento tão poderoso como a televisão? A impressão que passa é que Zé Fernando lançou sua candidatura apenas para negociar cargos em troca de apoio, num eventual segundo turno. E ao que parece, a impressão se confirmou. Segundo matéria do Jornal Estado de Minas, de 12/09/2010, os tucanos negociaram, com consentimento de Zé Fernando, a entrada da totalidade da bancada estadual e federal verde na campanha de Anastasia. Ao todo, são 10 parlamentares – três federais e sete estaduais. O acordo foi sacramentado antes do feriado da Independência pelo próprio Anastasia, durante café da manhã no Palácio das Mangabeiras, com a presença maciça dos parlamentares da legenda. Em suma, os 1 % de eleitores que apoiavam a candidatura do PV ao governo do estado estão agora no mato sem cachorro. Ou melhor, no mato com Anastásia. Este tipo de manobra, quando realizada no segundo turno, faz parte do pragmatismo da política. Más, antecipada ao primeiro turno, representa uma deslealdade enorme para com a base partidária. A traição política a seus apoiadores parece ser mesmo uma sina do Partido Verde, seja na esfera estadual ou municipal.

Royalties da Mineração e Eleições 2010

Infelizmente, o importantíssimo tema “Royalties da Mineração” não tem sido discutido ou sequer abordado nas plataformas eleitorais dos candidatos às eleições deste ano. A política nacional de Royalties destinada ao setor da mineração é uma verdadeira afronta ao povo de Minas. Enquanto petroleiras pagam compensações vultosas pela exploração do petróleo, os municípios mineiros são ultrajados com contrapartidas aviltantes das mineradoras. Estamos cometendo o mesmíssimo erro do passado, quando Portugal espoliou das Minas Gerais a maior quantidade de ouro já encontrada no mundo. Só que, desta vez, o processo se repete em proporções superiores com o minério de ferro e nossos algozes são as companhias mineradoras, principalmente a Vale, que entregam nossas riquezas à China, ao Japão e aos Estados Unidos.


TRISTE RETROSPECTO DA MINERAÇÃO

Historiadores calculam que, desconsiderando o intenso contrabando e a criatividade dos extravios, dos terrenos aluviais e das galerias subterrâneas de Minas foram extraídos não menos que 800 toneladas de ouro puro. Metade desta enorme riqueza foi dividida entre Portugal, o Vaticano e a corte dos Habsburgos da Áustria, a dinastia absolutista mais influente da Europa, na época, da qual, não por acaso, descende a arquiduquesa e primeira esposa de Dom Pedro I, a Imperatriz Leopoldina. A outra metade do ouro mineiro foi parar nas mãos dos ingleses que, em 1703, pouco depois do descobrimento das ricas jazidas em solo brasileiro, impuseram à Portugal a celebração do Tratado de Methuen, também conhecido como o Tratado dos Panos e Vinhos, no qual, entre outras coisas, se estabeleceu que 50 % de todo o ouro encontrado na colônia portuguesa caberia à Inglaterra. Enquanto em Portugal, o ouro mineiro foi devorado pelo insaciável fausto da corte de Dom João V, na Inglaterra ele foi poupado, gerando suficiente acúmulo de capital necessário para que o país se tornasse o pioneiro na Revolução Industrial. De uma forma ou de outra, o ouro subtraído das entranhas de Minas multiplicou por três a circulação monetária em todo Europa, já que é usado como lastro para emissão de moeda, facilitando a circulação de valores e o enriquecimento daquele continente. E aqui, nas Minas Gerais, além das Igrejas Barrocas e do Casario Colonial, após a corrida do ouro, restaram apenas a subsistência e a decadência econômica.


NOVO CICLO DA MINERAÇÃO: VELHO ERRO DO PASSADO

Hoje, um novo ciclo de mineração ocorre em nossas terras. Tão importante como foi o ouro mineiro para a Revolução Industrial, agora é o minério de ferro, um dos principais insumos do Mundo Capitalista. Uma comparação simples pode nos dar uma idéia da colossal riqueza que representa o minério de ferro, muito maior que a do ouro que nos foi subtraído. Considerando a cotação do ouro, hoje, em 70 reais o grama, 800 toneladas do metal, corresponderiam a 56 bilhões de reais. Somente nos primeiros 5 meses deste ano, as exportações mineiras de minério de ferro alcançaram a incrível soma de 17 bilhões de reais. Ou seja, se as coisas continuarem como estão, em 15 meses, Minas terá perdido, em valores monetários nominais, o correspondente a todo o ouro, oficialmente, levado pelos portugueses. A conta é meio grosseira, mas nos permite fazer um mínimo juízo econômico do que estamos vivendo em Minas.


DEFESA DOS INTERESSES DE MINAS

Ao contrário do ouro, que, apesar pilhado, moldou nossa cultura e nosso jeito de ser, nos transformando, orgulhosamente, nos Mineiros que somos, o minério de ferro vai se esvaindo, deixando para traz nada mais que exaurimento, crateras, solos degradados, rios contaminados, destruição e pobreza. O candidato que não defende uma política mais justa e realista para os Royalties da Mineração, consequentemente, não defende o futuro e os interesse econômicos de Minas Gerais. O pior é que, até o momento, há poucos dias das eleições, nenhum candidato, seja ele ao governo do estado, ao Senado, à Câmara ou à Assembléia, levantou esta bandeira de forma contundente.Devemos aprender com os erros do passado e agir na defesa dos interesses do povo mineiro. Afinal, errar uma vez é humano. Errar duas é burrice.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Dep. Mauri Torres Fatura Mais de Meio Milhão de Reais com Leilão de Gado

No mês de maio deste ano, foi realizada a 4ª edição de leilão de gado no Sítio Xopotó, de propriedade do Deputado Mauri Torres. O leilão foi realizado pela empresa Realiza Leilão. Conforme publicado no próprio Blog do Sítio Xopotó (www.sitioxopoto.blogspot.com), foram leiloadas 181 vacas, novilhas e bezerras, que alcançaram o faturamento total de R$ 547.470,00 (quinhentos e quarenta e sete mil quatrocentos e setenta reais).Também neste ano, em ocasião de registro de candidatura, o deputado e candidato Mauri Torres declarou à Justiça Eleitoral ser proprietário de um patrimônio no valor de R$ 2.733.743,14 (dois milhões setecentos e trinta e três mil setecentos e quarenta e três reais e quatorze centavos). Entre os bens declarados pelo deputado à justiça constam 202 cabeças de gado, no valor de R$ 250.000,00 (duzentos e cinqüenta mil reais). Somente o faturamento do Leilão de gado deste ano no Sítio Xopotó corresponde à 20% do valor dos bens declarados por Mauri à Justiça Eleitoral. Segue abaixo a declaração patrimonial do deputado:
Clique na imagem para dimencioná-la à leitura

Um Extrato do Diário de Albert Einstein


[...] hoje, pela manhã, estive novamente no centro da cidade. Dei uma volta e vi que tudo parecia como o de sempre. Acertei meu relógio de bolso conforme os ponteiros da Catedral e dirigi me ao ponto da parada do bonde para retornar à tempo para o almoço. Foi, então, que pensei: E se o Bonde que eu pegasse para casa viajasse na velocidade luz?.................................Minha cabeça ferveu! [...]

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Célio Lima, do Blog Drops de Sanidade Comenta: "Outro Incêndio, Mauri?"

Célio Lima disse...

Acabei de voltar da residência onde a Sra. Ivoni e os irmãos da pequena Lavínia estão alojados, temporariamente. A casa em que moravam foi derrubada e a Prefeitura, ao que me disseram, está providenciando uma nova residência. Que seja rápida esta ação, é tudo que esperamos. Não perguntei se o Deputado compareceu ou enviou ajuda de alguma maneira, porque não seria ético da minha parte. Mas duvido que tenha feito algo do tipo. Nenhum estudante universitário (dentre os que serão beneficiados com o terreno que seria do Corpo de Bombeiros) apareceu por lá, ainda. Oremos...

Outro Incêndio, Mauri?

Sábado passado, João Monlevade foi palco de mais um incêndio. Desta vez, numa residência do Bairro Nova Monlevade, ocasião em que uma criança de 1 ando de idade teve 60% de seu corpo queimado. A verdade é que os incêndios em Monlevade estão se tornando, cada vez, mais freqüentes e a cidade, apesar de sua expressão econômica e de seus quase 80 mil habitantes, ainda não conta com uma unidade pública do Corpo de Bombeiros. E o mais desconcertante é perceber que as autoridades não estão nem se lixando para o problema. O representante do povo monlevadense na Assembléia Legislativa, o Deputado Mauri Torres, nunca apresentou muito interesse pelo tema.
Nestes últimos 20 anos em que Mauri tem atuado como deputado estadual, somente a extrema falta de sintonia entre representante e representados pode explicar o fato de nem se terem como iniciados os trabalhos para a instalação do Corpo de Bombeiro em nossa cidade. Afinal, Corpo de Bombeiros é uma instituição estadual, vinculada ao governo de Minas e, portanto, da esfera de responsabilidade do deputado Mauri Torres, entre outros. É, simplesmente, inconcebível uma cidade do porte e da complexidade de Monlevade sem Corpo de Bombeiros.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ecos do Blog do Marcelo Melo

Acabo de ler, como sempre faço, o Blog do Leunam, de autoria do jornalista Marcelo Melo e, lá, vi que o grande Urso repercutiu os textos que publiquei aqui, hoje. E aproveito para extrair uma frase escrita, naquela oportunidade, pelo próprio Melo: “Ou todos erram juntos ou acertam juntos” É isso mesmo! Frase perfeita! Agora, para que todos errem ou acertem juntos é necessário agir, conjuntamente. Ocorre que, como já dito, o PT não possui penetração política no governo, como partido, nem tão pouco participa das decisões administrativas da gestão Prandini. Assim, não há que se falar em ação conjunta e, consequentemente, erro ou acerto conjunto. Assim reitero que o PT não é governo. De outro modo, o Melo não está totalmente sem razão. Apesar de não se poder atribuir ao PT a responsabilidade direta pelos recorrentes erros e trapalhadas de Prandini e seu gabinete, como foi explicado, o Partido dos Trabalhadores tem sim sua parcela de culpa. O PT é hoje a única base que Prandini possui, além de contar com dois vereadores na Câmara. É força suficiente para enquadrar o governo à executar, paralelamente, o projeto político que o Partido dos Trabalhadores tem para o Município – ou será que o projeto político do PT é esse que se vê na Prefeitura? Tenho certeza que não.- E se o PT não se mobiliza neste sentido está sendo, de certa forma, negligente e merece parte da culpa. Outra frase que me pareceu pertinente e peço licença ao Melo para reproduzi-la, no sentido de traças algumas confederações é a seguinte: “Interessa é que a vitória de Gustavo nas urnas em 2008 somente foi possível pelo apoio recebido pelo PT. Do contrário, jamais chegaria à cadeira de chefe do Executivo Municipal”. Concordo, novamente, que sem o apoio do PT naquelas eleições, Prandini jamais chegaria à Prefeitura. No entanto, o que mais interessa ao PT não é apenas vencer as eleições. Mas, principalmente, ver o projeto político que tem para o Município ser executado ao lado do projeto do PV, o que não tem acontecido e pode ser, claramente, percebido diante das declarações que os vereadores petistas tem feito, ultimamente.Quando o PV passar a agir, conjuntamente, com o PT, então se poderá falar que o segundo é governo. Enquanto isso não ocorrer, o PT é apenas, formalmente, governo e não, materialmente, como deveria ser. Um que é, materialmente, governo e aproveito para citar é o Djalma Bastos. Este sim tem prestígio político com Prandini.

Dulcinéia e Belmar estão Corretos

Nos últimos dias, os vereadores Belmar Diniz e Dulcinéia Caldeira, ambos do PT, têm declarado que seu partido não pode ser responsabilizado pelos sucessivos erros do governo Prandini. Segundo os legisladores, como o Partido dos Trabalhadores não participa das decisões político-administrativas da atual administração, não pode, portanto, que ser responsabilizado pelos recorrentes desacertos cometidos pelo prefeito e seu gabinete. O vice-prefeito, Wilson Bastieri, discorda dos vereadores e disse que, por ser governo, o PT é igualmente responsável pelos erros do governo.

O PT não é Governo

A grande pergunta é: “O que é ser governo?” Ser empregado da Prefeitura é ser governo? Claro que não. Ser governo é participar das decisões de governo. É elaborar e executar políticas públicas. Mesmo possuindo cargos no governo, o partido que não é chamado, efetivamente, a participar das tomadas de decisões, não pode ser considerado governo. Em outras palavras, o PT, apesar de sua importância decisiva para a eleição de Prandini, não é governo. Os vereadores Belmar e Dulcinéia estão corretíssimos.

Bastieri

Lembro-me de quando foi proferida em primeira instância a sentença de cassação de Prandini, o mesmo, que estava em viagem para o sul da Bahia, inexplicavelmente, optou por não retornar, imediatamente, ao Município. Justamente, no momento de crise absoluta em seu governo, no qual sua gente mais precisava de liderança e de um norte, Prandini se fez ausente. Quem, então, assumiu com muita propriedade o papel de líder naquela ocasião foi o vice, Wilson Bastieri. Contudo, de lá pra cá, o que se tem visto é um vice-prefeito que não defende os interesses de seu próprio partido frente ao governo e que muitas das vezes incorpora o papel de limpa-trilhos político de Prandini, até mesmo diante de companheiros.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Pátria Monlevadense

Então, lá, chegou o francês
Perto das terras de São Miguel
E de minério e de carvão foi forjado um anel
Incansável destrez, o malho e a altivez
Rodeado da beleza do mais verde dossel

Alvorecem trêmulas as montanhas
Do glorioso ferro de suas entranhas
Da fábula a lucidez

Ó pátrio Solar, testemunha ocular
Fazenda à fogo e chibata
Sem história correlata
Te amar, amar, amar

O anel se urdiu corrente
Pra lá partiu toda gente
Apressa, vende, empreende

Enche as ruas, almas tuas
Porém, nuas e cruas
Do passado agora latente
O amanhã hoje é presente

Itabira

Esta semana, Itabira foi certificada como cidade modelo no combate à dengue. Ao contrário de ficar importando todo tipo de escória da cidade vizinha, o governo Prandini deveria aprender com o sucesso da terra de Drumond, principalmente, por ser o pai da primeira epidemia de dengue da história de João Monlevade. É bom lembrar que, em breve, o período das chuvas estará de volta.


“Tolos são aqueles que preferem aprender com a própria experiência. Eu prefiro aprender com a experiência dos outros.”

Otto von Bismark, unificador e primeiro chanceler do Império Alemão

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Lula Fez o que Podia Ser Feito

Em oito anos de mandato, o Presidente Lula não fez nem metade do que deveria ser feito neste país. Ainda falta muito. Mas, foi extremamente vitorioso em fazer tudo aquilo que se podia ser feito. Não podemos nos esquecer que na última vez em que um governo(João Goulart) tentou realizar o que deveria ser feito – as reformas agrária, educacional, tributária, administrativa, política e urbana - a elite brasileira, considerada uma das mais reacionárias e conservadoras do mundo, empreendeu um golpe militar (1964) que mergulhou o país numa terrível ditadura, da qual ainda amargamos sérios efeitos.

Crescimento Econômico do Governo Lula

Sem dúvida nenhuma, as maiores realizações do Governo Lula foram duas: viabilizar o país em termos macro-econômicos e possibilitar às grandes massas o acesso às riquezas nacionais. E nestes setores, Lula conseguiu feitos históricos. Foi Lula e não Fernando Henrique ou Itamar Franco quem conseguiu aliar estabilidade monetária e crescimento econômico. O Plano Real, elaborado por FHC não foi tão bem sucedido como muitos imaginam. Na verdade, ele quase levou o país à bancarrota, a exemplo do que ocorreu com a Argentina em 2002.

A Verdade Sobre o Plano Real

O principal pilar previsto no Plano Real (Medida Provisória nº 434/94) era a âncora cambial, que impunha uma paridade monetária de 1 dólar = 1 real. Disso todo mundo se lembra. Contudo, para manter a paridade dólar/real era necessário fixar os juros básicos da economia (SELIC) em valores muito altos, a fim de se atrair dólares para o mercado interno. Até que ocorreu a crise asiática, em 1997, e a moratória Rússia, em 1998, gerando desconfiança e, consequentemente, uma fuga de dólares dos mercados emergentes, entre eles o Brasil, e o governo foi obrigado a desvalorizar o real, acabando com a paridade monetária. Neste período, a taxa de juros básicos da economia chegou a inacreditáveis 45% ao ano, a maior do mundo, disparadamente. A Argentina passou pelo mesmo processo, mas o populismo peronista não permitiu a desvalorização de sua moeda e los hermanos quebraram, em 2002. Assim, tecnicamente, o Plano Real se desfez em 1998, quando o seu maior pilar, a paridade dólar/real, foi abolida. Hoje o que existe é a moeda real, o plano já era, apesar de ter sido um importante passo para a estabilização monetária do país.

O Crédito e o Acesso à Riqueza

O acesso às riquezas produzidas em um país está, diretamente, ligado ao acesso que sua população tem do dinheiro. Com FHC isto não ocorria, pois, como foi dito acima, era necessário a fixação de juros altíssimos para viabilizar a paridade 1 dólar/1 real. Foi a partir do governo Lula, com a abertura de novos mercados para os produtos nacionais, que foi possível baixar, gradativamente, a taxa de juros básicos, permitindo ao brasileiro comum o acesso ao crédito. Hoje, os juros SELIC estão em 10,75% ao ano e já chegaram ao inédito patamar de 8,65, durante o governo Lula. Nos Estados Unidos está em menos de 1% e na China 5,31%. Ao invés de atrair dólares por meio de juros altos, o governo Lula optou, corretamente, por constituir reservas cambiais (dólares) através de superávits na balança de comercial. Assim, ao mesmo tempo em que viabilizou o país sob o ponto de vista marco-econômico, Lula permitiu que o brasileiro contraísse crédito, ingressando no mercado de consumo.

O 2º Milagre Brasileiro

Hoje, é possível adquirir a casa própria, o carro novo e etc, tudo através do crédito a médio e longo prazo. Os juros ainda são altos. Mas muito menores que a média histórica brasileira. Situação que, antes de Lula, era inimaginável para a grandíssima parcela da população. Para este ano está previsto um crescimento do PIB nacional da ordem de 7,5%, o que só tem sido possível porque o Governo Lula democratizou o acesso ao dinheiro, através do crédito.É o segundo Milagre Brasileiro.Há também outras questões como dívida pública, responsabilidade fiscal, inflação e etc. Má já escrevi de mais.

A Misantropia do Poder

Hoje, o Blog Drops de Sanidade publicou uma frase bastante interessante que traduz bem a situação do governo Prandini: “A história humana nunca registrou o sucesso de qualquer governo que se baseasse na misantropia”. Misantropia é um termo pouco comum e pode ser definido como aversão à natureza humana. Talvez o Célio Lima não se referisse ao governo local quando postou aquela frase. Mas, na minha avaliação, é, justamente, por ter se revestido de elevado grau de misantropia que a gestão Prandini tem se dirigido ao quase inevitável fracasso político e administrativo. A atual administração ignora a natureza humana, o tempo todo, ora subestimando-a, ora simplesmente desconsiderando-a. Subestima, quando, recorrentemente, cria subterfúgios para contornar a realidade dos fatos de interesse público. Ignora, quando não cumpre a palavra e as promessas que firmou, seja com os apoiadores ou com o povo que o elegeu. A impressão que se tem é que o fato de terem a máquina administrativa nas mãos, os coloca acima de Deus e do mundo e que tudo podem. O gabinete age como se fosse onipotente e eterno, sem precisar de nada que não seja o poder, colocando as pessoas e os cidadãos num plano inferior.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Rodoviária Ainda

Semana passada, postei aqui no Monlewood um texto no qual considerei como grandes erros administrativos a transferência da rodoviária para o posto Cinco Estrelas e a conformação do prédio do antigo terminal numa casa de saúde. Então, o meu amigo e jornalista, Thiago Moreira, prontamente, repercutiu meus comentários, numa tentativa de justificar o ocorrido. Pra cima de moi, nobre fidalgo da dinastia dos Gonçalves e fiel cavaleiro do reino do Xopotó? Brincadeira à parte, gostaria que o amigo dirigisse a seu caríssimo avô e ex-prefeito de Monlevade os meus sinceros cumprimentos pela felicidade de ter construído aquele bem localizado e monumental terminal rodoviário. Más, a justificativa de que o trânsito do centro da cidade não comportaria o fluxo dos ônibus intermunicipais não cola. Na verdade, a leniência do governo Prandini para com o trânsito da cidade já é tamanha, que a cada novo veículo que se soma ao tráfego do centro, aumentam-se as contenções, exponencialmente. Isso eu concordo. Mas, cá entre nós, os ônibus passariam pela Armando Fajardo, não é mesmo? Outra justificativa que também não cola é o argumento de que o prédio da antiga rodoviária foi construído, pensando-se em outra utilização futura ou que ele seria adaptável, como afirmou o amigo. Ora, se realmente existe alguma previsão de adaptabilidade do prédio, por que tem sido tão difícil e tão caro transformá-lo numa casa de saúde. Basta ver a altura dos novos pavimentos adaptados: ela é inferior a 2, 30 m, o que, por si, já sugere o contrário do que foi argumentado.

TRE Aprova Prestação de Contas de Sérgio Moura

O candidato a vereador pelo Partido Verde, Sérgio Moura Martins, assim como outros vários candidatos que apoiaram o prefeito Gustavo Prandini, teve sua prestação de contas desaprovada por decisão proferida pelo Juiz Eleitoral de João Monlevade, Evandro Cangussu. A desaprovação das contas foi motivada, principalmente, pelo episódio da falsificação da assinatura de um recibo eleitoral que contabilizou uma doação de material de campanha, realizada pelo Sr. Adriano Buldrini e articulada pelo atual prefeito de Monlevade. Em recuso interposto por este blogueiro ao Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais, Sérgio Moura reverteu a decisão monocrática, obtendo a aprovação de sua prestação de contas.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Orquídeas da Dona Marilza







Os Filhos de Chico Rei: Foto e Texto de Débora Guimarães


Blog da Débora Guimarães

Lá Vem

Lá vem a guarda pelas ruas...roupas brancas, estampadas, fitas coloridas, marimbas, pandeiros...a ladainha desperta a atenção da vizinhança e as janelas e portas das casas logo estão tomadas.
Em filas ou aglomeradas, cada guarda mostra aos homens brancos, aos negros como eles e a todos a sua fé, religiosidade, gratidão à Nossa Senhora do Rosário dos Pretos. E mostram também sua arte. Eles dançam, cantam e tocam instrumentos de percussão como os antepassados, mantendo a tradição que atravessa os séculos.
Lá vem a guarda. Experientes, mãos calejadas e roupas pesadas debaixo de sol quente.
Lá vem a guarda. Crianças que já nascem saltando na ponta dos pés, com latas amarradas nas pernas, apito na boca e pandeiro nas mãos.
Lá vem a guarda. Lá vem o Congado. Lá vem...


Vide: História das Minas de Ouro e Diamante Chico Rei, O Rei do Congo no Brasil

domingo, 5 de setembro de 2010

7 de Setembro de 1822: O Grito de Independência ou Morte

Óleo sobre tela de Pedro Américo, 1888.
Com o brado de "Independência ou Morte!", Sua Alteza Real, o príncipe Dom Pedro declarou ontem o Brasil independente de Portugal. Ele retornava de breve visita às fortificações em Santos quando recebeu uma correspondência que o intimava a retornar ao seu país-natal. Indignado com mais esta ingerência sobre seus atos de governante e influenciado por auxiliares que defendem a ruptura com as Cortes, decidiu pela separação do reino de Portugal e Algarves.


(Jornal O Estado de São Paulo, 8 de Setembro de 1822)

Bandeira do Império (1822-1889)

Jean Baptiste Debret

A Bandeira Nacional e Sua Simbologia

Clique na imagem para dimensioná-la à leitura.

sábado, 4 de setembro de 2010

Comentários de Leitores: Hospital Santa Madalena

Anônimo disse...
Realmente Fernando, a vaidade dos homens públicos acabam por prejudicar a população. Este monstrengo de "Hospital Santa Madalena" é a maior aberração de descaso do dinheiro público. Se o HM não consegue se manter sem a ajuda da municipalidade, como Monlevade conseguiria manter um hospital daquelas proporções? E tem mais, caso este HSM fosse inaugurado quebraria também o Margarida, pois pela legislação os repasses do SUS deverão ser para Hospitais públicos, ou seja, o HM perderia o PROHOSP, o Prourg, o repasse do SUS e principalmente a isenção de impostos, pois para se manter como filantrópico precisa atender a 60% de usuários do SUS. Um abraço.

Kely disse...
Caro Fernando, sempre que posso passo aqui para ler seus textos que são, muitas vezes, bem pertinentes. Diante deste texto cabe aqui ressaltar a falta de justiça que ocorre em nosso país. Sim, porque se no Brasil houvesse justiça era para esses empreendedores do Hospital Santa Madalena estarem na cadeia. Justificando esses gastos que ultrapassam o limite do justo e do razoável.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Hospital Santa Madalena. PA. Centro de Especialidades Médicas. Ou Sabe-se Lá o Que


O Hospital Santa Madalena, que agora é PA e dizem que vai ser o Centro de Especialidades Médicas é a mais grave incógnita do Município de João Monlevade. Daquele, anteriormente, arrojado prédio de concreto armado se retirou uma rodoviária muito bem localizada e de estrutura, dificilmente, encontrada em outras cidades do interior de Minas.
Hoje, o monlevadense, principalmente, aquele que mora nos bairros tradicionais como Vila Tanque, Siderúrgico, Beira Rio entre outros tem que empreender uma verdadeira jornada para chegar ao novo terminal rodoviário, localizado nas remotas imediações do Posto Cinco Estrelas.
E para que? Para o deleite da vaidade e do populismo político. Sem estudo de viabilidade econômica, sem se conhecer o custo final da obra, sem se conhecer o verdadeiro custo de operação do hospital, sem se respeitar as normas pertinentes (Resolução ANVISA nº 50/2002), sem nada, apenas com a vaidade e o populismo de se dizer: eu dei ao povo um hospital, foi remendado um caríssimo frankenstrein. Veja que, desta vez, a dose de populismo foi tão grande e exagerada que nem projeto de instalação do exame de imagem mais básico de todos, o Raio X, o monstrengo tinha.
Sem dúvida, um verdadeiro sorvedouro de dinheiro público. Ninguém sabe quanto custou até o momento ou quanto terá custado, se é que um dia será finalizado. E a operação daquilo, quanto custará aos cofres públicos. Mas,  a vaidade... A vaidade é aberrante! Quem idealizou a obra não se conteve em batiza-lá com o nome de sua honrosa genitora: Madalena. E aproveitou ainda para canonizá-la. E assim ficou: Santa Madalena.

Curiosidade: antigamente, só o Papa canonizava santos.

Câmara de Vereadores

É, simplesmente, incrível a incapacidade da Câmara de Vereadores de João Monlevade de atingir, diretamente, o interesse público. Com raríssimas exceções, os parlamentares locais só se movem quando provocados por interesses particulares ou pessoais. Outro dia, um vereador se mostrou preocupadíssimo com a oferta de sangue no hospital da cidade e logo propôs uma campanha de coleta. Mas somente o fez, depois que um tio seu passou por dificuldade em conseguir uma transfusão. Esta semana, um outro edil disse que vai se engajar mais no tema saúde pública municipal. Mas, coincidentemente, o fez depois que um sobrinho foi destratado por um médico no PA. Agora, um terceiro parlamentar propõe e aprova um projeto de lei que concede a oito ruas do Município o nome de seus oito parentes. É brincadeira! A atuação parlamentar deve ser motivada, diretamente, por questões e por anseios públicos. Somente assim, assuntos como educação, saúde, desenvolvimento e etc podem ser discutidos de forma completa, contínua e planejada.

Jornal Bom Dia

A edição de hoje do Bom Dia trouxe a seguinte e interessante manchete de capa: “Populares Invadem Plenário da Câmara e Desafiam Vereador”. Segundo matéria do jornal, o episódio ocorreu na vizinha Rio Piracicaba e foi motivado pelo não cumprimento de promessas de campanha, realizadas pelo vereador Betão. Se o fato tivesse ocorrido aqui, em João Monlevade, certamente, a manchete seria outra, mas com a mesma motivação: “Populares Invadem Prefeitura e Desafiam Prefeito”.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

PT

Assim que me desliguei do PV, filiei-me no PT, que, naquele momento, passava por um conturbado processo para eleger sua nova diretoria. Nas reuniões que antecederam as eleições internas, percebia-se claramente que um dos objetivos da chapa encabeçada pela Vereadora Dulcinéia era fazer com que o Partido dos Trabalhadores alcançasse junto ao governo Prandini o justo espaço político, na medida da vital importância que teve para a eleição do atual prefeito de Monlevade. Eleita Dulcineia, nada mudou. O partido continua a margem do governo. O absurdo que se diz no gabinete é que governo é governo e partido é partido. Ao contrário do que se fala nas ruas, não é o PT o responsável direto por todas as trapalhadas da atual administração. Com o diz o jargão: a culpa é do Prandini, ou melhor, do Pacto Umbilical. No entanto, ao ser negligente, o PT acaba assumindo certa responsabilidade, neste que até o momento se revelou o pior governo da história monlevadense. Ora, o PT tem dois vereadores na Câmara. É força suficiente para enquadrar o governo e reverter a situação para, pelo menos, fechar o mandato com chave de bronze. Do contrário, também será herdeiro do ostracismo político reservado para Prandini, no futuro.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ouro Preto

Conjunto Alpoim: Fachada

Conjuto Alpoim: Fundos
Neste último fim de semana, foi com muito prazer que estive, novamente, em Ouro Preto. A antiga Vila Rica do Pilar continua soberba e majestosa, emanando cultura por onde se olhe. O belíssimo casario geminado compõe uma paisagem urbana única e maravilhosa. Há harmonia e beleza em tudo que se vê, num ambiente extremamente agradável e cheio de romantismo. Sem falar na interessante e riquíssima história presente em cada ruela, em cada igreja, em cada monumento. Fato que me chamou a atenção, desta vez, foi o precário estado de conservação do Conjunto Alpoim, localizado na Praça Tiradentes(fotos acima). Considerado um dos ícones da arquitetura colonial ouropretana e construído, em 1750, pelo famoso brigadeiro e arquiteto José Fernandes Pinto Alpoim, o Conjunto apresenta sérias avarias nas janelas, na fachada e nos fundos. É preciso mais compromisso na preservação do valiosíssimo patrimônio histórico mineiro.
Outras fotos de Ouro Preto:




Monlevade Arrependida

Do desalento da sombra a escuridão
Estática triste jaz João Monlevade
Sede de mudança, a coragem o peito nos invade
Levantai-vos, filhos, o horizonte é de união

Emerge o líder da aliança
A palavra dita aponta o norte
Com a verdade não pode a morte
Eis nascida a esperança

Batalha sem misericórdia
Suor, voto e Vitória
Mas, a mentira já é notória
Infeliz príncipe da discórdia

Lamento murmura noite e dia
o povo já é descrente da prefeitura
Agonia aflita e amargura
É a cidade inteira que se arrependia


Fernando F. Garcia

Coisas do Governo

Em agosto do ano passado, o prefeito Gustavo Prandini sancionou uma lei concedendo a gratuidade do transporte coletivo à portadores de necessidades especiais. Esta mesma lei autorizava o Município a subsidiar a gratuidade então concedida para que seu custo não sobrecarregasse a planilha, resultando, assim, no aumento do preço da tarifa. No entanto, a gastança desenfreada e irresponsabilidade fiscal do governo Prandini levaram a Prefeitura a uma crise financeira sem precedentes na história do Município, impedindo que subsídio previsto na lei fosse repassado à ENSCON, a concessionária do transporte coletivo. Sem saída, a empresa não vê alternativa senão a de aumentar o preço do valor da tarifa. Coisas da Administração Prandini.

Crise do Governo Prandini na Iminência Atingir o Povo

Más, o que mais espanta é a forma com a qual o prefeito e seu gabinete trataram a questão. Sem a menor cerimônia ou sensibilidade político-social, transferiram um problema que afeta milhares de cidadãos monlevadenses ao Conselho Municipal de Transporte, como se não tivessem nada com isso. Logo Prandini que se empenhou tanto na defesa do usuário do transporte coletivo através da AUTCOM. Se, realmente, houver aumento na tarifa do transporte coletivo, a triste previsão que fiz aqui no Monlewood, em 25 de junho, haverá se concretizado:

Quem Paga o Pato?

Parece que a irresponsabilidade fiscal do governo Prandini tem infligido um sacrifício desumano a vários e de forma escalonada. Primeiro foram os fornecedores e contratados, que, há meses, não são pagos pela Prefeitura. Agora, são os funcionários comissionados, que já estão com seus salários atrasados. Ou seja, foi-lhes alienada a dignidade de, pelo menos em tese, alimentar-se, vestir-se, pagar o aluguel, as contas e etc. Quem será o próximo? Será o Povo?